O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta quarta-feira, 19, a 162.418.676, o equivalente a 75,6% da população total. Nas últimas 24 horas, 153.477 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, 11 Estados não divulgaram o avanço da imunização no período.

Entre os mais de 162 milhões de vacinados, 147,7 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 68,78% da população total.

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Nas últimas 24 horas, 198,9 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 1.433 receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson. Amapá, Ceará, Maranhão, Minas Gerais e Rio Grande do Sul tiveram correções nos dados das vacinas de dose única, totalizando 105.109 aplicações a menos desse imunizante.

Nesta quarta, 1,4 milhão de pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 37,6 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 17,51% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas e considerando as correções de doses únicas, o Brasil administrou mais de 1,6 milhão de doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta terça são: Acre, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

São Paulo tem 81,87% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 78,88% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,53%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerias (72,98%) e Mato Grosso do Sul (72,21%).

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta terça-feira (18) a 162.265.199, o equivalente a 75,53% da população total. Nas últimas 24 horas, 54.513 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, 11 Estados não divulgaram o avanço da imunização no período.

Entre os mais de 162 milhões de vacinados, 147,6 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 68,73% da população total.

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Nas últimas 24 horas, 347,5 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 3.071 mil receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson.

Nesta terça, 493,9 mil pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 36,1 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 16,84% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou pouco menos de 900 mil de doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta terça são: Acre, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

São Paulo tem 81,77% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 78,75% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,48%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerias (72,9%) e Rio Grande do Sul (72,33%).

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira (17) a 162.210.686, o equivalente a 75,51% da população total. Nas últimas 24 horas, 165.646 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, dez Estados não divulgaram o avanço da imunização no período.

Entre os mais de 162 milhões de vacinados, 147,3 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 68,57% da população total.

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Nas últimas 24 horas, 598,4 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 94,7 mil receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson.

Nesta segunda, 1,8 milhão de pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 35,6 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 16,61% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou 2,69 milhões de doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta segunda são: Acre, Amapá, Goiás, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

São Paulo tem 81,77% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 78,75% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,42%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerias (72,73%) e Rio Grande do Sul (72,33%).

O número de pessoas vacinadas com duas doses contra a Covid-19 no Brasil chegou a 144,9 milhões, o equivalente a 67,63% da população total. Nas últimas 24 horas, 137.651 pessoas receberam a segunda dose do imunizante, de acordo com dados reunidos pelo Consórcio de Veículos de Imprensa divulgados nesta quarta-feira (12). Entretanto, 13 Estados não atualizaram os dados da vacinação.

Além disso, 576.355 pessoas receberam a dose de reforço da vacina e outras 47.782 tomaram a primeira dose. Ao todo, 763 mil doses da vacina foram aplicadas no Brasil nas últimas 24 horas.

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Estados com maiores percentuais de totalmente imunizados (2ª dose e dose única): São Paulo (79,09%), Piauí (75,30%), Minas Gerais (72,86%), Mato Grosso do Sul (72,67%) e Ceará (71,27%).

Com isso, 161,7 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose da vacina contra o coronavírus. Isso corresponde a 75,84% da população brasileira. Destas, 31,2 milhões já estão com o esquema vacinal completo e a dose de reforço.

Os dados diários de vacinação são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, que é formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20 horas.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta terça-feira (11) a 161.727.955, o equivalente a 75,82% da população total. Nas últimas 24 horas, 3,3 mil pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, 13 Estados não divulgaram os dados de imunização relativos ao período.

Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 144,7 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 67,86% da população com duas doses ou a vacina da Janssen.

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Nas últimas 24 horas, 134,2 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 5.667 receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson.

Nesta terça-feira, 621 mil pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 30,6 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 14,38% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou 764,3 mil doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta quarta são: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

São Paulo tem 82,25% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 79,02% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outro quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,24%), Minas Gerais (72,77%), Mato Grosso do Sul (72,6%) e Ceará (71,08%).

A província canadense de Quebec, paralisada pela propagação da variante Ômicron, vai criar nas próximas semanas um novo imposto sanitário para quem não está vacinado contra a Covid-19.

"Estamos trabalhando em uma contribuição de saúde para todos os adultos que se recusam a ser vacinados", pois eles representam um "fardo financeiro para todos os quebequenses", disse o primeiro-ministro de Quebec, François Legault.

Para ele, os 10% dos habitantes da província que ainda não receberam uma dose do imunizante não devem "prejudicar" os 90% que já se vacinaram.

"Não cabe a todos os quebequenses pagar por isso", afirmou durante uma coletiva de imprensa, e especificou que o governo da província quer que o imposto represente uma "quantidade significativa".

"Sinto certo descontentamento com a minoria não vacinada que, considerando tudo, obstrui nossos hospitais", acrescentou.

O primeiro-ministro de Quebec explicou que esses 10% de adultos não vacinados representam 50% das pessoas em unidades de terapia intensiva, situação que descreveu como "chocante".

Em uma tentativa de conter a nova onda, Quebec anunciou em 30 de dezembro o retorno de algumas restrições, incluindo um toque de recolher às 22h e a proibição de reuniões privadas.

No total, 2.742 pessoas com covid estão hospitalizadas e cerca de 255 pessoas estão em terapia intensiva em Quebec, que tem cerca de 8 milhões de habitantes.

As hospitalizações também continuam a aumentar na província vizinha de Ontário, a mais populosa do Canadá, com 3.220 pessoas internadas e 477 em terapia intensiva.

Nesta segunda-feira (10) o Brasil chegou a 144,6 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid, ou 67,8% da população. Os dados são do levantamento diário do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

Em relação ao número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,7 milhões de residentes, o que equivale a 75,81% do total de habitantes do País.

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Os Estados do Amapá e Rio de Janeiro não atualizaram dados do avanço da vacinação. Mato Grosso e Alagoas também sem informações de vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul e Tocantins. Santa Catarina só atualizou doses únicas e o Paraná fez uma revisão para baixo em todas as aplicações.

Nas últimas 24 horas, houve pouco mais de 1 milhão de aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em 82,2 mil pessoas, enquanto 296,3 mil receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 4.154. Já as aplicações de reforço foram administradas em 624,1 mil habitantes, com total de 30 milhões de doses aplicadas.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta neste domingo (9) a 161.642.302, o equivalente a 75,78% da população total.

Nas últimas 24 horas, 11 mil pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e do Distrito Federal.

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Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 144,3 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,66% da população com a imunização completa contra o coronavírus. Nas últimas 24 horas, 30 mil pessoas receberam a 2ª dose. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (39.401), o Brasil administrou 81.721 doses neste domingo.

Os Estados de Alagoas, Distrito Federal, Mato Grosso, Maranhão, Paraíba, Tocantins e Sergipe, não atualizaram os dados da imunização. O Acre informou que "não atualizou nenhum número em virtude da instabilidade do sistema de notificação".

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

Nesta sexta-feira (7), o Brasil chegou a 144,2 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid, ou 67,61% da população. Por outro lado, alguns Estados ainda enfrentam dificuldade para extrair dados sobre o avanço da vacinação.

Em relação ao número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,6 milhões de residentes, o que equivale a 75,76% do total de habitantes do País.

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Nas últimas 24 horas, houve 1.012.624 aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em 42,6 mil pessoas, enquanto 268,6 mil receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 1.715. Já as aplicações de reforço foram administradas em 699,6 mil habitantes, com total de 29,1 milhões de doses aplicadas.

Os Estados do Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro estão sem dados da imunização. Mato Grosso e Alagoas não atualizaram vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul e Tocantins. A Bahia informou que "em virtude do lançamento de dados incorretos pelos municípios de Barra do Mendes e Itacaré, o número de vacinados com 1ª dose e dose única teve uma pequena redução".

As informações sobre a cobertura vacinal são do levantamento diário do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

Por pressão política do governo Jair Bolsonaro, o Comando do Exército decidiu elaborar uma nota de esclarecimento sobre a diretriz do comandante-geral, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, editada para regular o retorno ao trabalho presencial na tropa, com sinal "um verde" para os militares já vacinados. O comunicado deve ser divulgado na página do Centro de Comunicação Social do Exército.

A interpretação de que a diretriz do general era uma forma de cobrar "passaporte da vacina", o que o presidente rejeita, gerou cobranças de explicações por parte do ministro da Defesa, Walter Braga Netto, porta-voz de Bolsonaro junto ao generalato.

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O ministro se reuniu com os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica nesta sexta-feira (7) para discutir a diretriz verde-oliva. O tema vacina é considerado "sensível" na Defesa, por ter virado bandeira política do presidente. Houve cobranças de Braga Netto. Reservadamente, oficiais comentam que o ministro deu claros sinais de não querer melindrar Bolsonaro, no momento em que tenta se viabilizar como potencial candidato a vice-presidente.

Como o Estadão noticiou, a diretriz orientou que oficiais em cargos de chefia avaliassem a volta ao regime presencial dos já vacinados, quinze dias após a imunização. Porém, a diretriz não continha um veto total ao retorno dos não-vacinados. Havia no texto uma brecha para que os militares sem vacinação completa apresentassem para análise das circunstâncias, caso a caso, ao Departamento Geral de Pessoal, o DGP, que tem uma área de Saúde e um comitê relacionado à prevenção da covid-19. Apesar disso, o próprio Braga Netto editou uma portaria semelhante que entrou em vigor na virada do ano. Ao normatizar o retorno gradual no ministério, ele determinou que os servidores administrativos retornassem às atividades presenciais quinze dias após terem se imunizado contra a Covid-19.

Além disso, o teor geral da nova diretriz do general Paulo Sérgio é de flexibilizar a realização de atividades e treinamentos na caserna, em vez de restringir. Ela recomenda, porém, a adoção de medidas de prevenção à contaminação, para poder e por isso, fala expressamente no "uso de máscaras, no distanciamento social e higienização de mãos", medidas cuja eficácia Bolsonaro questiona, apesar das evidências científicas e das recomendações sanitárias.

O documento do comandante-geral reproduz uma ordem para que não haja difusão de notícias falsas sobre a pandemia do novo coronavírus na internet. Esse trecho da normativa também não é uma novidade, pois estava em vigor desde março de 2020, emitido pelo então comandante-geral, general Edson Leal Pujol.

 O novo decreto aprovado pelo governo da Itália que introduz a obrigatoriedade de vacinação anti-Covid para maiores de 50 anos prevê uma multa única de 100 euros para todos - trabalhadores ou não - que não cumprirem a regra a partir de 1º de fevereiro.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira (6) por fontes oficiais do Palazzo Chigi, sede do governo italiano em Roma.

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A sanção será imposta pela Receita Federal Italiana, por meio do cruzamento de dados da população residente com os resultantes dos registros regionais ou provinciais da vacinação.

Já a obrigatoriedade do uso do certificado sanitário reforçado para todos os trabalhadores públicos e privados com mais de 50 anos de idade terá início a partir de 15 de fevereiro. De acordo com as fontes, aqueles que ainda não estão vacinados terão que tomar a primeira dose da vacina até 31 de janeiro para obter um passaporte sanitário válido na data.

Para trabalhadores públicos e privados e freelancers não vacinados, a penalização será de 600 a 1.500 euros no caso da violação do uso do passe para acesso ao local de trabalho.

Além disso, pessoas não vacinadas que entrarem em serviços e atividades onde a apresentação do chamado "green pass" é obrigatória serão penalizadas com multas entre 400 e 1.000 euros. A mesma sanção se aplicará à pessoa obrigada a verificar a posse do documento, caso ela não faça o serviço.

A obrigatoriedade da vacina para maiores de 50 anos entrou em vigor nesta quinta-feira, tendo em vista que as normas começam a valer no dia seguinte à publicação do decreto-lei no Diário da República. 

Da Ansa

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta nesta quinta-feira (6) a 161.560.434, o equivalente a 75,74% da população total.

Nas últimas 24 horas, 60.303 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e do Distrito Federal.

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Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 143,9 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,48% da população com a imunização completa contra o coronavírus. Nas últimas 24 horas, 143,8 mil pessoas receberam a 2ª dose. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (567.550), o Brasil administrou 773.452 doses nesta quinta.

Com dados ainda afetados pelo ataque hacker ao Ministério da Saúde, os Estados do Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro estão sem informações do avanço da vacinação. Mato Grosso e Alagoas não atualizaram vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul e Tocantins.

Uma nova diretriz do Comando do Exército modificou as regras para a prevenção da covid-19 na caserna e estabeleceu condições para a retomada de atividades presenciais. O comandante-geral, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, orientou os subordinados a avaliarem a volta ao regime presencial de militares e servidores já vacinados, quinze dias após terem completado a imunização. O comandante abriu uma brecha para que, em "casos omissos sobre cobertura vacinal", os militares não-vacinados sejam submetidos à apreciação do Departamento-Geral do Pessoal (DGP), um órgão de direção do Exército.

A orientação do general diverge do discurso do presidente Jair Bolsonaro, que é contra a exigência de vacina e não aplicou regra semelhante ao ordenar o retorno do funcionalismo em geral ao trabalho presencial. Desde o ano passado, o governo federal só exige a vacinação completa de servidores com comorbidades, mas que desejam retornar ao regime presencial. Para os demais, a instrução normativa do Executivo não cita necessidade de imunização.

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O documento assinado pelo general Paulo Sérgio atualizou normas antes estabelecidas em março de 2020, no início da pandemia do novo coronavírus, pelo então comandante-geral, general Edson Leal Pujol. Em alguns casos, o atual comandante manteve ou explicitou regras, e, em outros, as tornou mais brandas. Ele não citou, no documento, se há dados de adesão à vacinação na Força, tampouco o recrudescimento da pandemia com a predominância da variante ômicron no Brasil.

Militares não podem compartihar fake news sobre covid

Preocupado com fake news e desinformação na tropa, o comandante manteve, por exemplo, a expressa ordem para que militares não compartilhem em redes sociais informações falsas ou de origem desconhecida sobre a pandemia. A diretriz emitida novamente é a mesma vigente desde o início da pandemia no País, há quase dois anos.

"Não deverá haver difusão de mensagens em redes sociais sem confirmação da fonte e da veracidade da informação. Além disso, os militares deverão orientar os seus familiares e outras pessoas que compartilham do seu convívio para que tenham a mesma conduta", diz o documento assinado pelo comandante-geral e já em vigor.

Paulo Sérgio não mencionou, nesta diretriz, se haverá algum tipo de punição em caso de descumprimento das orientações, algumas delas explicitamente proibitivas. A norma diz expressamente que devem ser observados o "distanciamento social, uso de máscaras e higienização de mãos", o que não constava na diretriz anterior.

O comandante manteve cautela com atividades no Exército, porém, sugeriu a manutenção de algumas que antes estavam mais restritas. Ao todo, a nova diretriz tem 52 tópicos, contra 30 da primeira. O objetivo é o retorno "gradual e seguro" das atividades completas, preservando a saúde dos militares e a capacidade operativa da Força Terrestre.

"A evolução da situação do combate à pandemia da covid-19, inclusive com o avanço da vacinação, possibilita o estudo em direção ao retorno pleno da realização das atividades administrativas e operacionais, de preparo e emprego, no âmbito da força, mantendo-se sempre como prioridade a preservação da saúde dos integrantes do EB e dos contribuintes do Sistema de Saúde do Exército, bem como da capacidade operativa da Força Terrestre", escreveu o general Paulo Sérgio.

Ele pede aos comandados em cargos de chefia que para que seja avaliada a manutenção de missões internacionais não iniciadas, a depender da situação sanitária e de exigências de entrada no país de destino. Antes, o recomendado era avaliar o cancelamento delas.

Se Pujol havia decidido "restringir ao máximo as viagens a serviço no âmbito nacional", Paulo Sérgio preconizou a adoção de "medidas de prevenção à contaminação" para que sejam realizadas. O atual comandante admite as reuniões presenciais, desde que com distanciamento e em local arejado, embora dê preferência a videoconferências. Seu antecessor optou por restringir a convocação de reuniões presenciais com mais de dez participantes".

A diretriz vigente até então era mais restritiva com relação à execução de manobras, exercícios e adestramentos, com ou sem deslocamento de tropa. Agora, a normativa recém publicada recomenda mais uma vez que sejam adotadas "medidas de prevenção à contaminação", para não prejudicar as atividades de preparo - "visando ao estado de prontidão para preservação da capacidade operativa".

O mesmo vale para cursos, que poderiam ser adiados. Concursos públicos e internos corriam risco de ser postergados, mas passam a ter as condições de realização "reavaliadas". Antes totalmente suspensas, atividades com aglomeração de pessoas, seminários, palestras, solenidades, confraternizações e eventos religiosos passarão a ter a realização avaliada, observadas as normas sanitárias locais.

O general Paulo Sérgio aplicou as exigências da Anvisa para militares e servidores civis que retornarem de viagem ao exterior. Até então, valia a regra da quarentena de 14 dias. Agora, haverá a cobrança de exame RT-PCR para o novo coronavírus 72 horas antes do embarque, que deverá ser repetido na chegada ao Brasil, se apresentarem sintomas. Eles também devem estar vacinados, conforme exigência de viagem da Anvisa.

O Comando do Exército proibiu, para quem estiver em trabalho remoto ou afastado do regime presencial, o pagamento de auxílio-transporte e de adicionais ocupacionais de insalubridade, periculosidade, irradiação ionizante e de gratificação por atividades com raios-X ou substâncias radioativas. Eles também não poderão prestar serviços extraordinários.

Nesta quarta-feira (5) o Brasil chegou a 143,8 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19, ou 67,42% da população. Os dados são do levantamento diário do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

Em relação ao número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,5 milhões de residentes, o que equivale a 75,71% do total de habitantes do País.

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Com dados ainda afetados pelo ataque hacker ao Ministério da Saúde, os números podem ser imprecisos. Os Estados do Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro estão sem dados do avanço da vacinação. Mato Grosso e Alagoas não atualizaram vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rondônia e Roraima.

Nas últimas 24 horas, houve 725,1 mil aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em 41,9 mil pessoas, enquanto pouco mais de 100 mil receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 2.771. Já as aplicações de reforço foram administradas em 580,2 mil habitantes, com total de 27,9 milhões de doses aplicadas.

A secretaria de Saúde de Goiás informou que os dados são preliminares e coletados no Localiza SUS, do Ministério da Saúde. As secretarias do Paraná e do Rio disseram que ainda enfrentam dificuldade para extrair informações da vacinação por conta da instabilidade nos sistemas da pasta federal.

O número de brasileiros que tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19 chegou a 143.707.365 nesta terça-feira (4). O número representa 67,37% da população. Nas últimas 24 horas, 168 mil pessoas receberam o imunizante e ficaram com o ciclo vacinal completo, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Até às 20h desta terça-feira, 14 Estados atualizaram os dados da vacinação. Outros 13 Estados não realizaram registros. Desde o apagão de dados do Ministério da Saúde, causado pelo ataque hacker no dia 10 de dezembro, eles alegam instabilidades nos sistemas de notificação.

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Mais de 161,4 milhões da população residente no Brasil tomou ao menos uma dose do imunizante contra a Covid-19, o que corresponde a 75,69%. Foram 184.471 registros de novos vacinados nas últimas 24 horas.

Já a dose de reforço foi tomada por 27,3 milhões de brasileiros, 19% do total de pessoas com o ciclo vacinal de duas doses ou dose única da Janssen. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (483.816), o Brasil administrou 841.327 doses nesta terça-feira.

Os Estados que não atualizaram os dados de vacinação foram: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondonia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

O balanço de óbitos, casos e vacinas é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira (3) a 161.268.710, o equivalente a 75,6% da população total. Nas últimas 24 horas, 28.202 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 143,5 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,29% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 125.263 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (492.580), o Brasil administrou 648.088 doses nesta segunda-feira.

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Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 83,03% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Roraima, onde 55,28% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (38,2 milhões), seguido por Minas Gerais (16,6 milhões) e Rio de Janeiro (13 milhões).

A cidade do Rio de Janeiro vacina nesta segunda-feira (3), com a dose de reforço contra a Covid-19, quem tem 55 anos de idade ou mais. Para receber o imunizante é preciso ter sido vacinado com a segunda dose há pelo menos três meses.

Também estão sendo vacinados pacientes com alto grau de imunossupressão que tenham 12 anos ou mais e pessoas com 18 anos ou mais que tomaram a segunda dose há pelo menos quatro meses.

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No Rio, já receberam a dose de reforço 1,54 milhão de pessoas, ou seja, 22,8% da população e 29,1% da população adulta.

Com a segunda dose, foram imunizados 80,7% da população total e 96,7% da população adulta.

O Brasil tem 143,4 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19, ou 67,23% da população. É o que aponta o levantamento do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde, neste domingo (2).

Em relação ao número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,2 milhões de residentes, o que equivale a 75,59% do total de habitantes do País.

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Devido ao feriado, houve menos registros das secretarias. Os Estados do Alagoas, Amazonas, Sergipe, Paraíba, Acre, Maranhão não atualizaram os dados do dia sobre o avanço da vacinação. Amapá, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina também estão sem alteração das informações de vacinas. Não houve divulgação de boletins de Roraima, Rondônia e do Distrito Federal, assim como de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Goiás e Tocantins.

Nas últimas 24 horas, houve 13.406 aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em 3.560 pessoas, enquanto 3.951 receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 7. Já as aplicações de reforço foram administradas em 5.888 habitantes, com total de 26,3 milhões de doses aplicadas.

A França vai aliviar a partir da segunda-feira (3) as regras de isolamento para as pessoas com Covid-19 e seus contatos quando tiverem o esquema vacinal completo a fim de preservar a vida socioeconômica do país, anunciou o governo.

Segundo as novas regras, as pessoas que testarem positivo e estiverem com o esquema vacinal completo deverão se isolar por sete dias e não dez, como ocorre atualmente.

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Não haverá necessidade de quarentena para as pessoas de contato com o esquema de vacinação completo, embora tenham que respeitar as regras de uso de máscaras e distanciamento social e "fazer testes regulares", explicou o ministro da Saúde, Olivier Véran, em entrevista ao Journal du Dimanche.

A mudança das regras responde à necessidade de "se levar em conta a evolução extremamente rápida da transmissão da variante ômicron na França" e permitir "ter um equilíbrio de custo-benefício visando a assegurar o controle dos contágios, enquanto se preserva a vida socioeconômica", explicou o ministério de Saúde em um comunicado.

A pasta destacou, ainda, que os primeiros dados virológicos apontam a "um período de incubação da variante ômicron mais rápida do que as variantes anteriores, o que favorece uma redução da duração do isolamento".

As pessoas que testarem positivo e não tiverem completado o esquema vacinal deverão se isolar por dez dias.

Será mantida, ainda, uma quarentena de sete dias para os contatos de uma pessoa contagiada que não tiverem completado o esquema vacinal e estes deverão obter um exame negativo após este período para poderem sair do isolamento.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta quinta-feira (30) a 161.212.297, o equivalente a 75,57% da população total. Nas últimas 24 horas, 44.106 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 143,3 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,19% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 120.723 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (310.786), o Brasil administrou 477.753 doses nesta quinta-feira.

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Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 82,90% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Roraima, onde 55,28% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (38,2 milhões), seguido por Minas Gerais (16,6 milhões) e Rio de Janeiro (13 milhões).

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