Notícia triste para os fãs de Possycat Dolls. Nicole Scherzinger, uma das integrantes da banda, usou as redes sociais para anunciar que a turnê pelo Reino Unido foi cancelada devido o aumento de casos de Covid-19.

Os shows marcariam o retorno das cantoras ao palco.

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Nos Stories, Nicole lamentou: "Obrigada a todos que compraram ingressos para ver as Pussycat Dolls, somos muito gratas pelo apoio de vocês. Diante das circunstancias envolvendo a pandemia, decidimos que as datas da turnê deveriam ser canceladas. Investi muito tempo, energia criativa e meu próprio dinheiro pra dar vida a esse projeto, e por mais que esteja muito triste com essa decisão, me orgulho também de tudo que conseguimos alcançar num curto período de tempo antes da Covid. Não consigo expressar o tanto de amor, admiração e gratidão que tenho pelas meninas do grupo e pelos fãs que nos apoiam. Se cuidem".

O número de pessoas infectadas pelo coronavírus no Reino Unido bateu recordes na semana passada, com um doente para cada 20 britânicos, na média nacional, e um em cada 10 em Londres, segundo as estatísticas divulgadas nesta quarta-feira (5) pelo órgão oficial.

Com base em uma amostragem representativa, o Escritório de Estatísticas Nacionais do Reino Unido (ONS, na sigla em inglês) estimou que 3,7 milhões de pessoas tiveram covid-19 na última semana de 2021, de uma população total de 67 milhões.

Na Inglaterra, uma em cada 15 pessoas contraiu o coronavírus, enquanto na Escócia e no País de Gales foi um caso a cada 20 habitantes, e na Irlanda do Norte um em cada 25.

Esses números ilustram a magnitude da nova onda no país, impulsionada pela variante ômicron, que é muito mais contagiosa e obrigou milhões de britânicos a se isolarem durante as festas de fim de ano. Agora, ela provoca escassez de mão de obra em diversos setores, desde transporte até escolas, passando por hospitais "em cenário de guerra", segundo afirmou o primeiro-ministro Boris Johnson.

O Reino Unido é um dos países mais castigados da Europa pela covid-19, com 148.941 mortos, registrados até terça-feira, desde o início da pandemia.

Na terça-feira (4), o país também atingiu um recorde de casos positivos em 24 horas: 218.724.

As internações hospitalares, cerca de 2.000 segundo os números de terça-feira, não chegam perto dos picos registrados em ondas anteriores e o número de pessoas que necessitam de respiração artificial (883) se mantém estável.

Contudo, o serviço público de saúde, NHS, registra problemas devido à grande quantidade de funcionários em quarentena após testarem positivo para a covid.

Apesar de tudo, Johnson descartou novas restrições para além das atuais, como a recomendação de trabalho remoto, a obrigatoriedade do uso de máscaras em espaços fechados e a exigência de passaportes sanitários para eventos com aglomeração de pessoas, que vigoram na Inglaterra desde meados de dezembro e hoje foram prolongadas por pelo menos três semanas, até 26 de janeiro.

Em outras partes do país, onde os governos autônomos regionais têm competência em matéria sanitária, as medidas em vigor são mais severas.

Nesta quarta-feira, a primeira-ministra da Escócia, Nicola Sturgeon, estendeu até pelo menos 17 de janeiro o fechamento dos clubes noturnos, a limitação de grandes aglomerações e o serviço em bares e pubs somente nas mesas, e não nos balcões.

Durante o pronunciamento, transmitido nesta sexta-feira (31), o presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar a exigência do passaporte vacinal e governadores. Na ocasião, ele também aproveitou para ressaltar e defender as atitudes do governo no combate à pandemia de Covid-19, entre elas a defesa da economia e processo de vacinação, mesmo iniciando de forma atrasada no Brasil.

‘Não apoiamos o passaporte vacinal, nem qualquer restrição àqueles que não desejem se vacinar”, disse. Desde o início da pandemia, falei que deveríamos combater o vírus, cuidar dos idosos e dos com comorbidades, preservar a renda e o emprego dos trabalhadores”, disse.

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Na fala, que teve duração de seis minutos, Bolsonaro reafirmou o posicionamento sobre a vacinação de crianças de 5 a 11 anos. “Vacinação com prescrição médica e com o consentimento dos pais. A liberdade tem que ser respeitada”.

No discurso, gravado na última segunda-feira (27), antes de viajar de férias a Santa Catarina, o presidente cita que o Brasil é exemplo para o mundo e garante que o país está há três anos sem corrupção.

Mirando a reeleição em 2022, Jair Bolsonaro enumerou obras e iniciativas do Governo Federal, como a transposição do Rio São Francisco e o Programa Casa Verde e Amarela. “Assumi o Brasil com sérios problemas morais, éticos e econômicos", afirmou.

EUA e Reino Unido vêm batendo recordes de novos casos de Covid-19. Segundo especialistas, as variantes Delta e principalmente a Ômicron são as responsáveis pela nova onda de infecções. A média móvel de casos em sete dias nos EUA chegou a 267 mil nesta quarta-feira (29), segundo o The New York Times. O Reino Unido somou 183 mil novas contaminações em 24 horas - no país, 90% das internações são de quem não tomou a dose de reforço.

Conforme a Organização Mundial da Saúde (OMS), o "tsunami" de infecções pela Ômicron nos últimos sete dias aumenta a pressão sobre os sistemas de saúde, que estão "à beira do colapso". Nos EUA, a Ômicron superou a variante Delta em poucas semanas e representa 96,3% dos novos casos em três Estados do noroeste do país (Oregon, Washington e Idaho), de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC).

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No Reino Unido, a situação se repete. A Escócia, por exemplo, relatou 15.849 novos testes positivos para covid em 24 horas, o maior total diário desde o início da pandemia, superando o recorde anterior, de 11.030, registrado em 26 de dezembro. O número diário da Inglaterra também bateu recorde, com 138.287 casos na quarta-feira, ante a 117.093 de terça-feira.

Com recordes de novos casos, aumentam também as internações. Os EUA têm registrado uma média de mais de 71 mil por dia. As mortes também estão em alta, com média diária de 1.243 - em 26 de janeiro, o país notificou 3.342 óbitos, o número mais alto até agora. "Uma onda gigantesca de casos de Ômicron, provavelmente, inundará grande parte do país no próximo mês", disse Neil Sehgal, professor da Universidade de Maryland.

A variante Ômicron é mais rápida do que outras, inclusive a Delta, para infectar pessoas vacinadas. No Reino Unido, 9 em cada 10 internados na UTIs com covid não tomaram a dose de reforço da vacina, segundo informou o primeiro-ministro, Boris Johnson, que fez um novo apelo para que a população tome a dose adicional antes do ano-novo. "A variante Ômicron continua provocando problemas reais. Vemos que os casos aumentam nos hospitais", disse Johnson.

Campanha

Em razão do aumento de casos e internações, o Reino Unido lançou uma nova campanha para incentivar vacinação. Pelo menos 57% da população maior de 12 anos já tomou a dose extra. O objetivo é oferecer o reforço a toda a população adulta antes do fim do ano - o que autoridades dizem ser difícil. Nos Estados Unidos, o governo do presidente Joe Biden também tenta acelerar a dose adicional. Até o momento, 32,7% da população recebeu o reforço.

"O risco global relacionado à variante Ômicron continua muito alto", alertou a OMS em seu relatório semanal. O documento destaca que o número de casos dobra a cada dois a três dias. (Com agências internacionais).

Até 90% dos pacientes com Covid-19 em cuidados intensivos no Reino Unido não receberam uma dose de reforço da vacina, disse o primeiro-ministro britânico Boris Johnson nesta quarta-feira (29), descartando mais uma vez qualquer endurecimento das restrições antes do Ano Novo.

"Lamento dizer, mas a grande maioria das pessoas internadas em cuidados intensivos em nossos hospitais são as que não receberam uma vacina de reforço", destacou o líder conservador à margem de uma visita a um centro de vacinação.

"Falei com médicos que afirmam que até 90% das pessoas em cuidados intensivos não receberam uma dose de reforço", explicou, renovando seu apelo à população para que tome a terceira dose.

"Quem não está vacinado tem, em média, oito vezes mais chances de terminar no hospital", afirmou Johnson.

Diante de uma propagação veloz da variante ômicron, com um recorde de quase 130.000 casos registrados na terça-feira na Inglaterra e Gales, o Reino Unido lançou uma campanha de vacinação de reforço, que já permitiu administrar uma dose extra em quase 57% da população maior de 12 anos.

O objetivo é oferecer uma vacina de reforço a toda a população adulta antes do fim do ano.

Com base no avanço da vacinação e apesar do aumento das hospitalizações, Boris Johnson voltou a descartar nesta quarta-feira endurecer as restrições em vigor na Inglaterra para frear a propagação do vírus, ao contrário da Escócia, Gales e Irlanda do Norte, que fecharam as casas noturnas.

"A variante ômicron continua provocando problemas reais, vemos que os casos aumentam nos hospitais, mas é claramente menos virulenta que a variante delta e podemos seguir adiante como estamos fazendo", justificou o chefe de Governo.

No entanto, pediu à população para celebrar o Ano Novo "com prudência".

Em meio à propagação meteórica da variante ômicron, o Reino Unido registrou mais de 122.000 novos casos de covid-19 nas últimas 24 horas, um novo recorde desde o início da pandemia.

Um dos mais atingidos pelo coronavírus na Europa, também registrou 137 mortes no mesmo intervalo - elevando o total para 147.857 -, além de 1.171 internações hospitalares. Embora este último número não tenha variado muito, continua a marcar uma tendência de aceleração da doença no território.

Cada nação do Reino Unido tem suas próprias competências em questões de saúde. Por enquanto, País de Gales, Irlanda do Norte e Escócia anunciaram um endurecimento das restrições que entrará em vigor após o Natal.

Já na Inglaterra, o governo de Boris Johnson resiste a impor medidas adicionais, apoiando-se em estudos que mostram um menor risco de hospitalização com a ômicron do que com a variante delta, dominante até muito recentemente.

Os especialistas temem, porém, que, apesar do menor risco de casos graves, o número de casos seja tão alto que pressione o sistema hospitalar.

Classificando esses estudos de "raio de esperança para o Natal", a diretora da agência britânica de segurança sanitária, Jenny Harries, argumentou que, em suas decisões, as autoridades levam em consideração o impacto da pandemia nos hospitais, mas também na sociedade como um todo - sobretudo, para os trabalhadores.

Em Londres, há uma semana estimava-se que uma pessoa em cada 20 já tinha covid-19. Assim, o coronavírus volta a afetar muitos setores da economia, devido ao fechamento de empresas e aos cancelamentos nos transportes.

O governo britânico reduziu, nesta quarta-feira (22), de dez para sete dias o período de isolamento de pessoas já vacinados que contraíram o coronavírus, em meio à rápida propagação da variante Ômicron.

A partir de hoje, quem tiver dois testes negativos de antígeno realizados no sexto e no sétimo dias de quarentena poderão sair do isolamento.

Segundo o governo, isso permitirá que mais pessoas passem o Natal em família, sem se exporem à transmissão do vírus.

A secretária de Estado de Saúde, Gillian Keegan, disse à Sky News que "o risco é igual" se sair do isolamento depois de sete dias "e tiver dois testes negativos" e se "esperar três dias a mais dentro do quarto".

"Se você deu positivo ou apresentou os primeiros sintomas no sábado 18 (de dezembro), poderá aproveitar sua ceia de Natal" em família, declarou a secretária à Times Radio.

Mas ela esclareceu que para isso deverá apresentar testes de antígeno negativos realizados no sexto e sétimo dias de quarentena.

Esta nova regra foi adotada no momento em que o Reino Unido, um dos países mais atingidos pelo coronavírus na Europa com mais de 147 mil mortes, enfrenta um surto de casos atribuídos à contagiosa variante ômicron.

Na terça-feira, o primeiro-ministro britânico Boris Johnson se recusou a endurecer as medidas restritivas como é exigido por algumas pessoas e descartou fazer isso antes do Natal.

O País de Gales, que assim como cada província britânica decide sua política sanitária, anunciou que a partir de 26 de dezembro os grupos serão limitados a seis pessoas no máximo nos pubs, restaurantes e cinemas.

Por outro lado, o ministro britânico da Saúde, Sajid Javid, informou hoje a assinatura de dois contratos com as farmacêuticas MSD e Pfizer para a compra de comprimidos antivirais contra a covid-19.

Esses medicamentos reduzem a capacidade de um vírus se replicar, freando a doença.

Doze pessoas infectadas com a variante Ômicron da Covid-19 morreram e 104 foram hospitalizadas no Reino Unido, em plena onda de infecções, anunciou nesta segunda-feira o vice-primeiro-ministro Dominic Raab.

"Se observarmos a ômicron, o que sabemos é que se propaga muito rapidamente. Temos atualmente 104 hospitalizações provocadas pela ômicron, tivemos 12 mortes. Há um lapso de tempo nos dados e, portanto, não sabemos realmente até que ponto será grave", declarou Raab, que também é ministro da Justiça, a Times Radio.

"A única coisa que sabemos é que os que receberam uma dose de reforço têm uma proteção eficaz de mais de 70%", acrescentou, para justificar a aceleração da campanha de aplicação da terceira dose anunciada pelo governo há oito dias.

Quase metade das pessoas com mais de 12 anos recebeu uma dose de vacina anticovid de reforço no Reino Unido, que enfrenta um forte aumento dos casos (+82.886 infecções em 24 horas no domingo) atribuído à variante ômicron.

O país é um dos mais afetados da Europa pela pandemia, com mais de 147.000 vítimas fatais.

O avanço da covid no Reino Unido serve de alerta para outros países. Nesta quarta-feira, 15, Chris Whitty, principal assessor médico do governo britânico, disse que a situação é dramática. "Delta e Ômicron são duas epidemias, uma em cima da outra", afirmou. "A Ômicron vem crescendo rapidamente. A Delta está estável." É a disseminação da nova variante, segundo Whitty, a responsável pelos 78 mil casos registrados em 24 horas, número mais alto desde o início da pandemia.

As autoridades sanitárias britânicas têm afirmado que as hospitalizações em razão da disseminação da variante Ômicron devem aumentar nas próximas semanas. "Um tsunami da Ômicron está vindo", disse Johnson, em um discurso televisionado durante a semana. "Temo que agora esteja claro que as duas doses da vacina simplesmente não sejam suficientes para dar o nível de proteção de que precisamos."

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Na terça-feira, 14, o ministro da Saúde do Reino Unido, Sajid Javid, afirmou que os casos da Ômicron estão dobrando a cada dois dias, em um ritmo muito mais rápido que as outras variantes detectadas no país, que precisavam de quatro a cinco dias para fazer o mesmo. Pelos cálculos do governo, a nova cepa poderá infectar 1 milhão de britânicos até o fim do ano, apesar das restrições impostas pelo premiê.

As novas medidas, apelidadas de "Plano B", foram aprovadas na terça-feira pelo Parlamento, mas graças ao apoio da oposição trabalhista - foram 369 votos a favor e 126 contra. No pacote de restrições está a obrigatoriedade do uso de máscara, a exigência do passaporte vacinal em determinados eventos e a imunização de profissionais da saúde.

A vitória em plenário, no entanto, desencadeou uma crise no governo, já que expôs a divisão dentro do Partido Conservador, de Johnson. Quase metade da bancada governista votou contra, principalmente em razão da exigência de certificados de vacinação.

Muitos temem que Johnson tenha perdido o controle do partido, especialmente em razão da revelação de uma festa realizada na sede do governo, no Natal de 2020, quando as comemorações de fim de ano estavam proibidas por conta da covid.

Críticas

Ontem, durante a sessão do Parlamento, o deputado trabalhista Colum Eastwood sugeriu que Johnson deveria renunciar em razão do escândalo, que provocou a demissão de Allegra Stratton, uma assessora. Keir Starmer, líder da oposição, disse que o premiê era "fraco demais" para comandar o país contra a Ômicron. "O primeiro-ministro está tão fraco que, sem a ajuda do Partido Trabalhista, medidas vitais de saúde pública não teriam sido aprovadas", afirmou.

Duas pesquisas revelaram esta semana que a maioria dos britânico quer a renúncia de Johnson. Seu índice de aprovação caiu para 29%, o ponto mais baixo de seu governo, segundo o instituto YouGov. De acordo com a imprensa britânica, membros de seu partido ameaçam pautar um voto de não confiança no Parlamento. Se o premiê não mudar o jogo rapidamente, pode não passar o Natal em Downing Street. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A França anunciou nesta quinta-feira (16) que as viagens não essenciais a partir do ou para o Reino Unido serão proibidas a partir de sábado devido à rápida propagação da variante ômicron da covid-19 do outro lado do Canal da Mancha.

A partir de meia-noite de sábado (20H00 de Brasília de sexta-feira), os viajantes, vacinados ou não, deverão ter "uma razão de peso" para ir ou voltar do Reino Unido, apresentar um teste negativo e comunicar um endereço na França, informou o governo em um comunicado.

Além disso, o isolamento será indispensável na chegada, em um local escolhido pelos viajantes e durante sete dias. A medida poderá ser retirada após 48 horas se o teste feito no desembarque apresentar resultado negativo, afirmou o porta-voz do governo, Gabriel Attal.

Os cidadãos franceses e suas famílias não precisarão de uma razão de peso para retornar do Reino Unido, mas devem cumprir os outros requisitos. A França limita assim as viagens de turismo e profissionais para os não residentes.

"O governo pede aos que pretendiam viajar ao Reino Unido que adiem a viagem", afirma um comunicado.

O Reino Unido, onde a variante ômicron do coronavírus avança com grande velocidade, registrou na quarta-feira o recorde de casos diários de covid-19 (78.610) desde o início da pandemia, de acordo com os números oficiais.

A França detectou 240 casos de ômicron, mas o número provavelmente é maior, afirmou Attal, que justificou a medida como uma maneira de frear a propagação enquanto o país acelera a vacinação com as doses de reforço.

Os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, ambos do PT, assinaram uma carta que pede liberdade para Julian Assange, fundador do WikiLeaks. O documento, divulgado nesse domingo (12), pela organização de esquerda Grupo de Puebla, afirma que a prisão de Assange é um "triunfo da opressão, do silêncio e do medo".

O texto foi assinado por líderes da esquerda de diversos países da América Latina, incluindo o ex-presidente da Colômbia Ernesto Samper e o ex-presidente do Paraguai Fernando Lugo. Entre os brasileiros, também assina a carta o ex-ministro da Educação Aloizio Mercadante.

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Assange ficou mundialmente conhecido em 2010, quando divulgou milhares de documentos diplomáticos e militares americanos. Em 2016, publicou milhares de mensagens secretas da campanha da democrata Hillary Clinton, rival de Donald Trump nas eleições daquele ano.

Na última sexta-feira (10), a Justiça do Reino Unido determinou que o criador do WikiLeaks pode ser extraditado para os Estados Unidos para responder a acusações de espionagem. O australiano, que tem 50 anos, é alvo de pelo menos 17 acusações criminais e pode ser condenado a até 175 anos de prisão.

Segundo a carta assinada por Lula e Dilma, a determinação do tribunal britânico é um "grave erro judicial" que abre precedentes contra a liberdade de expressão e os direitos humanos. "A decisão do Tribunal de Westminster (Reino Unido), de 10 de dezembro de 2021, que possibilita a extradição de Julian Assange aos EUA, não é apenas um grave erro judicial que põe em risco sua vida, como sua advogados de defesa, mas sim uma decisão que abre sérios precedentes na violação do direito humano à liberdade de expressão e informação", diz o documento.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, afirmou nesta segunda-feira (13) que pelo menos uma pessoa morreu após ser infectada pela variante Ômicron no Reino Unido. A confirmação da morte pela nova variante foi revelada por Johnson durante uma visita a um centro de vacinação em Londres. "Infelizmente, temos a confirmação de que pelo menos um paciente morreu com a Ômicron", disse Johnson a repórteres durante a visita a um centro de imunização no bairro de Paddington, na capital inglesa. "Então, acho que a ideia de que esta é, de alguma forma, uma versão mais branda do vírus, é algo que precisamos deixar de lado - e apenas reconhecer o ritmo com que ela avança pela população."

Desde que os primeiros casos de Ômicron foram detectados no Reino Unido, em 27 de novembro, Johnson voltou a impor restrições mais duras contra a propagação do vírus e, nesse domingo, 12, pediu que as pessoas tomem doses de reforço para evitar que o serviço de saúde fique sobrecarregado. O secretário de Saúde britânico, Sajid Javid, disse que a nova cepa do coronavírus estava se espalhando a uma "taxa fenomenal" e agora era responsável por cerca de 40% das infecções em Londres. (Com agências internacionais).

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O governo do Reino Unido anunciou neste domingo (12) medidas adicionais para combater a propagação da variante ômicron, incluindo a ampliação da campanha de vacinação de reforço para os maiores de 30 anos a partir de segunda-feira (13).

A partir de terça, os contatos totalmente vacinados das pessoas que deram positivo em um teste de Covid-19 também deverão realizar testes diários de antígenos durante sete dias, enquanto os que não estiverem vacinados deverão permanecer isolados por dez dias, anunciou o Departamento de Saúde.

"A variante ômicron está se espalhando rapidamente no Reino Unido e espera-se que se torne a variante dominante", disse o ministro da Saúde, Sajid Javid, em um comunicado, no qual explicava que a nova medida pretende "limitar o impacto na vida cotidiana das pessoas enquanto ajuda a reduzir a propagação da ômicron".

Javid também pediu aos cidadãos que se vacinem ou recebam a dose de reforço "o mais rápido possível".

O governo planeja oferecer uma terceira dose da vacina a todos os maiores de 18 anos na Inglaterra até o final de janeiro e anunciou que a partir de segunda-feira os maiores de 30 anos poderão reservar uma consulta para receber a dose de reforço.

O Reino Unido é um dos países mais afetados pela covid-19, com mais de 146.000 mortes desde o início da pandemia e com cerca de 50.000 casos diários atualmente.

Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, poderá ser extraditado para os Estados Unidos, decidiu nesta sexta-feira (10) a Justiça do Reino Unido, ao aprovar um pedido de recurso do governo americano. O australiano de 50 anos enfrenta nos Estados Unidos ao menos 17 acusações criminais, incluindo uma violação da lei de espionagem, e conspiração para invadir computadores do governo.

As revelações do WikiLeaks expuseram crimes de guerra dos EUA no Iraque e no Afeganistão, detenções extrajudiciais na prisão de Guantánamo, em Cuba, e telegramas de diplomatas revelando abusos de direitos humanos em diferentes partes do mundo. A decisão representa um golpe para os esforços de Assange de evitar sua extradição para os EUA para enfrentar acusações de espionagem, embora as opções de recurso permaneçam abertas para sua equipe jurídica.

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"O tribunal permite o recurso", disse o juiz Timothy Holroyde, revertendo uma decisão de janeiro deste ano que impedia a extradição. As autoridades dos Estados Unidos acusam o australiano de divulgação de uma vasta coleção de registros militares confidenciais americanos e informações diplomáticas que, segundo eles, colocaram vidas em perigo.

O advogado que representa o governo americano, James Lewis, insistiu nas garantias dadas por Washington de que Julian Assange não será submetido a medidas especiais nem ficará detido no temido centro penitenciário de altíssima segurança ADX Florence, no Colorado, conhecido como "Alcatraz das Montanhas Rochosas".

O advogado James Lewis afirmou que a Justiça americana vai garantir que Assange receba os cuidados clínicos e psicológicos necessários e que poderá solicitar cumprir sua pena na Austrália, seu país de origem.

Assange está sob custódia no Reino Unido desde abril de 2019. Antes, ele tinha ficado sete anos na embaixada do Equador na capital britânica para evitar uma extradição para a Suécia, pedida em 2010, em um caso de agressão sexual que viria a ser arquivado em 2017. Ele está há dois anos e meio na penitenciária de segurança máxima de Belmarsh.

O australiano, considerado por seus simpatizantes uma vítima de ataques contra a liberdade de expressão, havia conquistado um resultado positivo em janeiro. Na ocasião, a Justiça rejeitou o pedido de extradição de Washington, alegando que existia a risco de Assange cometer suicídio. Nos Estados Unidos, ele pode enfrentar uma pena de 175 anos de prisão.

Em seu recurso, Washington questiona a confiabilidade de um especialista que testemunhou a favor de Assange sobre a fragilidade de sua saúde mental atual.

O psiquiatra Michael Kopelman reconheceu que enganou a Justiça ao "ocultar" o fato de que seu cliente se tornou pai durante seu confinamento na embaixada do Equador em Londres.

O australiano, que conta com o apoio de várias organizações de defesa da liberdade de imprensa, é procurado pelos Estados Unidos por espionagem, após a publicação de cerca de 700.000 documentos militares e diplomáticos confidenciais.

Ele foi detido pela polícia britânica em abril de 2019, depois de passar sete anos na embaixada do Equador em Londres, onde se refugiou quando estava em liberdade sob fiança. Ele temia a extradição para os Estados Unidos, ou para a Suécia, cuja Justiça o denunciou por estupro. Desde então, estas acusações foram retiradas.

WikiLeaks e as acusações contra Assange

O WikiLeaks ficou famoso em 2009 quando publicou centenas de milhares de mensagens enviadas por pagers em 11 de setembro de 2001, o dia do atentado nos Estados Unidos contra as Torres Gêmeas e o Pentágono. A ONG, fundada em 2006 por Julian Assange, permite a publicação online de documentos secretos sem identificar quem os vazou.

Pouco a pouco, suas revelações se tornaram mais controvertidas, como quando publicou um vídeo em que soldados americanos aparecem cometendo abusos no Iraque ou quando divulgou milhares de documentos militares sobre o Afeganistão.

Em novembro de 2010, o WikiLeaks publicou, com a ajuda de cinco jornais internacionais (The New York Times, The Guardian, Der Spiegel, Le Monde e El País), mais de 250 mil documentos secretos que revelavam segredos da diplomacia americana. Este episódio, depois batizado como "cablegate", transformou o australiano em inimigo número 1 dos EUA.

Ao todo, o WikiLeaks diz ter publicado "mais de 10 milhões de documentos" sobre vários assuntos, incluindo o mundo das finanças, do entretenimento e da política. (Com agências internacionais).

O Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês) confirmou 86 novos casos da Ômicron neste domingo (5) elevando o total para 246. Já na Dinamarca, as autoridades relataram 183 infecções pela cepa ante 18 contabilizadas na sexta-feira (3). Ambas as nações são amplamente vistas como líderes em sequenciamento e testes genômicos, o que lhes dá uma vantagem no rastreamento da disseminação do vírus e de suas mutações, publicou o The New York Times. Ainda de acordo com o jornal americano, a mutação da Covid-19 já foi identificada em 45 países.

Mais cedo, em entrevista à CNN americana, o conselheiro da Casa Branca para infectologia, Anthony Fauci, informou que cerca de um terço dos Estados americanos já registraram infecções pela Ômicron. No entanto, disse que os primeiros sinais sobre a gravidade da variante, vindos da África do Sul, são "um tanto encorajadores". "Até agora a cepa não parece ter um grande grau de severidade", afirmou, mas acrescentou que é muito cedo para tirar conclusões definitivas e que mais estudos são necessários.

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Henrik Ullum, diretor do Statens Serum Institut, centro de referência para doenças infecciosas na Dinamarca, vê com cautela o avanço da variante. "Estamos vendo um aumento preocupante no número de infectados com Ômicron na Dinamarca. Agora existem cadeias de infecção em andamento, onde a transmissão é observada entre pessoas que não viajaram ou têm ligações com viajantes", disse. (Com agências internacionais).

O Grupo de Conselho Científico para Emergências (Sage, na sigla em inglês), do Reino Unido, em reunião nesta sexta-feira (3) concluiu que a variante da Covid-19 Ômicron, identificada pela primeira vez na África do Sul, pode causar uma nova onda de infecções por coronavírus que pode ser ainda maior do que as ondas anteriores.

De acordo com os cientistas, embora os dados sobre a gravidade da doença associada à cepa ainda não estejam disponíveis, "uma grande onda de infecções será acompanhada por uma onda de casos graves" e pode sobrecarregar a capacidade dos hospitais locais. De acordo com o The Guardian, eles alertaram que, "mesmo que continue a haver uma boa proteção contra doenças graves para os indivíduos com a vacinação (incluindo reforços), qualquer redução significativa na proteção contra infecções ainda pode resultar em uma onda muito grande de infecções".

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Noruega

Enquanto isso, em meio à apreensão com a chegada do Natal e das festas de Réveillon, a Noruega registrou que pelo menos 50 pessoas foram infectadas com a Ômicron em recente festa de Natal de uma empresa, que aconteceu em um restaurante, segundo autoridades municipais, de acordo com a Sky News. O instituto norueguês de saúde pública disse que os afetados vivem na capital Oslo e municípios vizinhos, mas acrescentou que havia "alta cobertura de vacinação" no grupo.

O primeiro-ministro britânico Boris Johnson anunciou neste sábado (27) um endurecimento das medidas de entrada em seu país para conter a propagação da variante omicron do coronavírus, da qual dois casos já foram detectados no Reino Unido.

Por causa da nova variante, "temos que estabelecer um novo regime de testagem", disse Johnson em uma coletiva de imprensa. "Pediremos a qualquer pessoa que entrar no Reino Unido para passar por um teste de PCR" dois dias após sua chegada e "se isolar até que tenha o resultado", explicou.

Até o momento, só era exigido um teste de antígeno dois dias após a chegada dos viajantes, e o isolamento não era necessário até a obtenção dos resultados.

Esta mudança ocorre quando as autoridades de saúde britânicas confirmaram no sábado que haviam identificado no Reino Unido "dois casos de covid-19 com mutações compatíveis com B.1.1.529".

Ambos os casos estão “relacionados (entre si) e a uma viagem ao sul da África”, afirma o comunicado do Ministério da Saúde, publicado nesse mesmo dia.

Um deles foi detectado na cidade de Nottingham (centro da Inglaterra) e o outro em Chelmsford (leste de Londres), disseram as autoridades.

Para reforçar a "proteção contra esta variante”, Boris Johnson anunciou o retorno da máscara nas lojas, onde já não eram mais obrigatórias, ao contrário do transporte público.

A campanha de imunização será "intensificada", acrescentou, embora "ainda não saibamos qual será a eficácia da vacina contra a variante omicron".

As autoridades de saúde vão reduzir o tempo necessário entre a segunda e a terceira dose, bem como ampliar os grupos elegíveis tanto quanto possível, disse ele.

As medidas adotadas, que serão revistas a cada seis semanas, "são temporárias e prudentes", afirmou o primeiro-ministro, chamando-as de "um meio de ação responsável para impedir a propagação do vírus".

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse nesta sexta-feira, 26, que o premiê do Reino Unido, Boris Johnson, deveria "levar a sério" a crise migratória no Canal da Mancha ou "permanecer calado". O dia de fúria de Macron começou após Johnson publicar um plano de ação com cinco pontos no Twitter, em vez de recorrer aos canais diplomáticos tradicionais. "A comunicação de um líder com o outro, sobre questões tão graves, não pode ser feita por tuítes", disparou o francês.

No plano, Johnson sugere que a França receba de volta todos os imigrantes apreendidos em praias britânicas após a travessia do Canal da Mancha. Gabriel Attal, porta-voz do governo francês, chamou a carta do premiê britânico de "medíocre em termos de conteúdo e inapropriada no que diz respeito à forma". "Estamos cansados dessa conversa fiada e da terceirização de problemas do Reino Unido", disse Attal, em entrevista à BFM TV.

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A irritação de Macron fez o tom de agressividade entre os dois vizinhos subir ontem mais um degrau. Mas não ficou apenas na retórica. A França também retirou o convite à ministra do Interior do Reino Unido, Priti Patel, para participar de uma discussão com vários países sobre o assunto no domingo. O ministro do Interior francês, Gérald Darmanin, disse que a reunião com Holanda, Bélgica e Alemanha está de pé, mas sem a presença dos britânicos.

TRAGÉDIA

A mais nova troca de acusações entre os dois países começou na quarta-feira, após a morte de 27 imigrantes que se afogaram perto de Dunquerque, a caminho da Inglaterra. Paris reclama que o Reino Unido atrai imigrantes ilegais com uma política frouxa de fiscalização. Londres diz que autoridades francesas não têm se empenhado em conter os botes que partem de suas praias.

Macron e Johnson, segundo analistas, estariam se aproveitando da crise para marcar pontos políticos. O presidente francês disputa a reeleição em abril e precisa conter o avanço da extrema-direita, que deve explorar a questão migratória na campanha.

O premiê britânico enfrenta um fogo cerrado de radicais conservadores e nacionalistas, como Nigel Farage. Para eles, o objetivo do Brexit era retomar o controle das fronteiras. Em vez disso, milhares de imigrantes têm chegado às praias do país sob o olhar perdido de Johnson.

A oposição aproveitou a crise para atacar o premiê. Nick Thomas-Symonds, um dos líderes do Partido Trabalhista, disse que publicar uma carta no Twitter foi um "erro de julgamento grave". "Retirar o convite à ministra do Interior é uma humilhação para o primeiro-ministro, que perdeu completamente o controle da situação no Canal da Mancha", disse.

DISPUTAS

A questão migratória é apenas um capítulo na rápida deterioração da relação entre os dois vizinhos. Nos últimos meses, França e Reino Unido vivem às turras em disputas relacionadas ao Brexit, principalmente sobre licenças de pesca.

Nesta sexta, pescadores franceses ameaçaram bloquear o acesso a três portos no Canal da Mancha, e também ao Eurotúnel, para exigir a concessão rápida de autorizações pesqueiras, previstas após a saída dos britânicos da UE.

Macron também não engoliu o acordo militar que Johnson costurou com os EUA para fornecer submarinos nucleares para os australianos. A França, que tinha um contrato para a venda de submarinos convencionais à Austrália, teve um prejuízo de US$ 66 milhões. Paris considerou o episódio uma "punhalada pelas costas". (Com agências internacionais)

O bombeiro Adam Martin, 41 anos, de Cornwall, Reino Unido, precisou fazer uma cirurgia cardíaca depois que uma casquinha do milho da pipoca ficou presa em seu dente.

Adam disse ao jornal Cornwall Live que tentou tirar a casquinha com tampa de caneta, palito de dente, arame e até com um prego. Já sem resquícios da pipoca, começou a sentir fortes dores no local, apresentando sintomas de gripe como suor, fadiga e dores de cabeça.

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Diante disso, procurou ajuda no hospital. Examinado, descobriu que estava com um sopro no coração, consequência de uma infecção bacteriana, como endocardite, que é uma inflamação das estruturas internas do coração, causada por um agente infeccioso. 

"Os médicos me disseram que, se eu não tivesse ido ao pronto-socorro, poderia ter morrido em três dias", revelou Adam ao jornal. 

"Se eu tivesse ido ao dentista logo no início, nada disso teria acontecido. Foi a pior experiência da minha vida", complementa.

Os Estados Unidos e o Reino Unido anunciaram, nesta segunda-feira (15), mais sanções contra a Nicarágua, em resposta "à farsa das eleições nacionais" que reelegeram em 7 de novembro Daniel Ortega como presidente.

O Departamento de Tesouro americano impôs sanções ao Ministério Público da Nicarágua e a nove altos funcionários do governo, entre eles o vice-ministro das Finanças, José Adrián Chavarria Montenegro; o ministro de Minas e Energia, Salvador Mansell Castrillo; e vários prefeitos.

As medidas punitivas implicam no bloqueio de todas as propriedades e possíveis bens dessas pessoas nos Estados Unidos.

Os EUA acusam o Ministério Público nicaraguense de ter "prendido e investigado injustamente candidatos presidenciais e os impedido de concorrer a cargos públicos, minando a democracia na Nicarágua".

O presidente americano Joe Biden chamou as eleições de uma "farsa", na qual Ortega venceu pelo quarto mandato consecutivo, junto com sua esposa Rosario Murillo como vice-presidente, sem opositores relevantes.

O Reino Unido, por sua vez, coordenado com os Estados Unidos, sancionou oito altos funcionários nicaraguenses, incluindo Murillo, "por seu envolvimento na repressão às manifestações", e magistrados do alto escalão, como o presidente do Supremo Tribunal.

O presidente da Assembleia Nacional e oficiais da polícia também figuram na lista.

“O regime de Ortega está negando ao povo da Nicarágua seus direitos humanos básicos”, disse Wendy Morton, secretária de Estado do Reino Unido para a Europa e as Américas.

As sanções incluem a proibição de viagens e o congelamento de bens contra aqueles que, segundo Londres, são "responsáveis por comprometer os princípios e instituições democráticas da Nicarágua", por "graves violações dos direitos humanos e pela repressão da sociedade civil".

Os Estados Unidos e o Reino Unido estão trabalhando em ações coordenadas relativas à situação nicaraguense também com o Canadá e a União Europeia.

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