Deborah Secco encantou seus seguidores no último sábado, dia 16. A atriz postou um vídeo ao lado de sua filha Maria Flor de 5 anos de idade fazendo uma coreografia enquanto se divertiam e no registro, as duas estão dançando em um tapete a música Coração Cachorro.

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"Amo dançar com ela!!!", escreveu a carioca na legenda.

Os internautas adoraram as imagens e rasgaram elogios na publicação.

"Lindona", comentou a humorista Maíra Azevedo.

Amo ver vocês dançando juntinhas, afirmou um fã clube.

"Essa menina vai longe com uma professora dessas", disse outro perfil.

Essa não foi a primeira vez que a musa compartilhou um momento fofo com a pequena. Como você já viu, elas recentemente também dançaram ao som de Passarinho Que Som É Esse e Não, não vou.

A modelo Cintia Dicker, esposa de Pedro Scooby, elevou a temperatura da internet, nesta sexta-feira (15), com um clique ousado em que aparece completamente nua, deitada na areia, apenas usando um chapéu de praia.

Na legenda, uma frase reflexiva e poética: “A beleza agrada aos olhos, mas é a doçura das ações que encanta a alma”. Aos 34 anos, Cintia demonstrou toda sua boa forma e deixou o maridão, ex de Luana Piovani e Anitta, babando. “Essa tá demais pro meu coraçãozinho”, escreveu o surfista.

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Em poucas horas, a publicação de Cintia já passava das 10 mil curtidas e milhares de comentários, elogiando a beleza da modelo. “Deusa da doçura”, escreveu um internauta. “Espetáculo”, disse outro.

Confira o clique de Cintia:

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Após Xuxa Meneghel elevar o tom das críticas ao Governo e pedir que apoiadores de Jair Bolsonaro (sem partido) deixem de segui-la nas redes sociais, nesta terça-feira (12), o próprio presidente rebateu a declaração da apresentadora em uma publicação no Twitter.

Diferente da habitual postura agressiva contra seus críticos, Bolsonaro respondeu ao pedido da Rainha dos Baixinhos ao responder um perfil de direita.

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"Se você apoia Xuxa, peço que nos siga. Seria uma satisfação apontar fatos omitidos para que possamos sempre melhorar e unir nosso país!", tuitou.

Ainda no confronto com o que chama de “Grande Imprensa”, Bolsonaro mantém seus canais diretos de comunicação com o eleitorado para manter o teor contraditório do seu discurso, como a proposta negacionista às medidas sanitárias de controle à Covid-19.

Após a investigação do Inquérito das Fake News no Senado encontrar indícios da atividade organizada do ‘Gabinete do Ódio’, veículos e blogueiros financiados pela ala bolsonarista sofreram um processo de desmonetização virtual por discursos de ódio e produção de notícias falsas.

Embora teça críticas contra profissionais do Jornalismo, por outro lado, o Governo Federal investe em repasses a apresentadores de emissoras alinhadas à gestão. Entre a lista de beneficiados estiveram Sikêra Jr. e Ratinho.

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Por meio da “engenharia social”, golpistas aplicam golpes diariamente através das redes sociais, em especial o WhatsApp, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Essa engenharia corresponde aos métodos para manipular pessoas e obter dados pessoais, corporativos ou que comprometam sistemas de computadores e celulares. Geralmente envolvem uma narrativa que envolva a família, segurança dos próprios dados, benefícios inexistentes ou mesmo falsa proteção aos dados financeiros. 

Ainda segundo a Febraban, os golpes virtuais, aplicados pelo computador ou o celular, explodiram desde o início da pandemia da Covid-19, com um aumento de 340%. Por dia, mais de 17 mil golpes financeiros são aplicados no País, e até o primeiro trimestre de 2021, foram registradas mais de 1,6 milhão de tentativas. 

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Com a pandemia e o crescimento de transações virtuais, os golpes também aumentaram, sobretudo através do WhatsApp, que agora também permite transações financeiras dentro do app; e ainda, com a implementação do Pix, que assegura transações instantâneas e ainda é novidade para muitos públicos. Dentre os golpes virtuais, o mais comum ainda é o bancário, através da clonagem no WhatsApp, no qual se destaca a falsa central telefônica, cuja incidência em 2021 foi 342% maior do que no primeiro bimestre de 2020. 

LeiaJá preparou uma lista com dicas e alertas sobre esses golpes, sendo estas práticas recomendadas pela Polícia Federal e pelas instituições financeiras. Confira: 

1. Cuidado com as suas senhas 

Não compartilhe sua senha com amigos e parentes ou encaminhe senhas por aplicativos de mensagens, e-mails ou SMS. Nunca utilize dados pessoais como senha (ex. data de aniversário, placa de carro etc.), nem números repetidos ou sequenciais (ex. 111111 ou 123456), nem anote senhas em papel, no celular ou no computador. 

2. Nunca clique em links desconhecidos 

Sempre confira a origem das mensagens ao receber promoções e e-mails que se dizem do banco. Nunca clique em links de promoções muito vantajosas ou que peçam sincronização, atualização, manutenção de token, app ou cadastro. O banco nunca envia e-mails informando que sua conta foi invadida e pede para enviar os seus dados. 

3. Cuidado em compras online 

Dê preferência a sites conhecidos e confira sempre se o endereço do site é o verdadeiro. Para garantir, não clique em links, digite o endereço no navegador. Sempre use o cartão virtual para realizar compras na internet. 

4. Cuidado com o que compartilha nas redes sociais 

Um simples post pode dar muitas informações sobre você para golpistas. O que você compartilha pode ajudar bandidos a conhecer seu perfil e comportamento. 

5. Cuidados com seu cartão 

Nunca entregue seu cartão a ninguém. Os bancos não pedem os cartões de volta, mesmo se houver a possibilidade de fraude ou defeito. Eles também não mandam um portador buscar seu cartão. 

6. Ative duplo fator de autenticação 

Sempre ative a função de segurança “duplo fator de autenticação” em suas contas na internet que oferecem essa opção: e-mail, redes sociais, aplicativos, sistemas operacionais etc. Golpistas têm convencido as vítimas, por ligação telefônica, a passarem os dados que facilitam a invasão do app, então é importante estar ciente de como recuperar a sua conta (leia mais abaixo).  

7. Confira seu cartão após uma compra 

Ao terminar de realizar uma compra na maquininha, verifique o nome no cartão para ter certeza de que realmente é o seu. Sempre confira o valor na maquininha antes de digitar a sua senha. E proteja o código de segurança. 

8. Cuidado nas operações bancárias 

Sempre confira o nome do recebedor ao pagar um boleto, realizar transferências ou Pix. 

9. Não fotografe ou filme a tela do caixa eletrônico ao usá-lo 

Nunca envie fotos, vídeos ou capturas de tela pelo celular. Se precisar de auxílio no caixa eletrônico, peça ajuda a um funcionário do banco devidamente identificado. 

10. Atenção com ligações 

Se receber contato em nome do banco solicitando para ligar para sua Central de Atendimento, ligue a partir de outro aparelho, assim evita que o golpista “prenda” a sua linha telefônica e nunca informe suas senhas. 

Conta roubada no WhatsApp - O que fazer? 

Nunca compartilhe seu código de registro do WhatsApp recebido por SMS com outras pessoas, nem mesmo com amigos ou familiares. Caso você tenha compartilhado seu código e perdeu o acesso à sua conta do WhatsApp, siga as instruções na página oficial de Ajuda do aplicativo ou entre em contato com support@whatsapp (e-mail). 

Se você suspeita que outra pessoa está utilizando sua conta do WhatsApp, notifique seus familiares e amigos, pois essa pessoa pode tentar se passar por você em conversas individuais e em grupos. Lembre-se de que o WhatsApp é protegido com a criptografia de ponta a ponta e suas mensagens são armazenadas em seu aparelho. Se alguma pessoa acessar sua conta de outro dispositivo, ela não poderá ler suas conversas. 

Golpes mais comuns, de acordo com a Febraban 

Golpe da falsa central de atendimento 

O fraudador entra em contato com a vítima se passando por um falso funcionário do banco ou empresa com a qual ela tem um relacionamento ativo. Informa que sua conta foi invadida, clonada ou outro problema e, a partir daí, solicita os dados pessoais e financeiros da vítima. E até mesmo pede para que ela ligue na central do banco, no número que aparece atrás do seu cartão, mas o fraudador continua na linha para simular o atendimento da central e pedir os dados da sua conta, dos seus cartões e, principalmente, a sua senha quando você a digitar. 

Golpe do falso motoboy 

O golpe começa quando o cliente recebe uma ligação do golpista que se passa por funcionário do banco, dizendo que o cartão foi fraudado. O falso funcionário solicita a senha e pede que o cartão seja cortado, mas que o chip não seja danificado. Em seguida, diz que o cartão será retirado na casa do cliente. O outro golpista aparece onde a vítima está e retira o cartão. Mesmo com o cartão cortado, o chip está intacto e os fraudadores podem utilizá-lo para fazer transações e roubar o dinheiro da vítima. 

Golpe do falso leilão 

Golpistas criam sites falsos de leilão, anunciando todo tipo de produto por preços bem abaixo do mercado. Depois pedem transferências, depósitos e até dinheiro via Pix para assegurar a compra. Geralmente apelam para a urgência em fechar o negócio, dizendo que você pode perder os descontos. Mas nunca entregam as mercadorias pagas. Além disso, os fraudadores podem se aproveitar para roubar informações importantes como CPF e número de conta das vítimas. 

Golpe no Whatsapp 

Os golpistas descobrem o número do celular e o nome da vítima de quem pretendem clonar a conta de WhatsApp. Com essas informações em mãos, os criminosos tentam cadastrar o WhatsApp da vítima nos aparelhos deles. Para concluir a operação, é preciso inserir o código de segurança que o aplicativo envia por SMS sempre que é instalado em um novo dispositivo. Os fraudadores enviam uma mensagem pelo WhatsApp fingindo ser do Serviço de Atendimento ao Cliente do site de vendas ou da empresa em que a vítima tem cadastro. Eles solicitam o código de segurança, que já foi enviado por SMS pelo aplicativo, afirmando se tratar de uma atualização, manutenção ou confirmação de cadastro. Com o código, os bandidos conseguem replicar a conta de WhatsApp em outro celular, tem acesso a todo o histórico de conversas e contatos. A partir daí, os criminosos enviam mensagens para os contatos, passando-se pela pessoa, pedindo dinheiro emprestado. Desconfie de pessoas pedindo dinheiro ou seus dados por aplicativos de mensagem. Geralmente os golpistas apelam para alguma urgência falsa e pedem depósitos e transferências via Pix para contas de terceiros ou então para pagar alguma conta. 

Golpe da troca de cartão 

Golpistas que trabalham como vendedores prestam atenção quando você digita sua senha na máquina de compra e depois trocam o cartão na hora de devolvê-lo. Com seu cartão e senha, fazem compras usando o seu dinheiro. O mesmo pode acontecer com desconhecidos oferecendo ajuda no caixa eletrônico. Eles se aproveitam de alguma dificuldade sua no terminal eletrônico para pegar rapidamente o seu cartão e depois devolver um que não é seu, ao mesmo tempo que espiam sua senha. 

O presidente Jair Bolsonaro reconheceu, nessa quinta-feira (7), em transmissão ao vivo nas redes sociais, que ampliou suas atividades no Telegram para evitar a regulação de conteúdo em outras plataformas. "Logicamente, ampliamos nossa rede para o Telegram. Não tem censura e tem que ser assim", afirmou. "Querem me tornar inelegível por fake news; é inacreditável", acrescentou. O chefe do Executivo já teve "lives" derrubadas em outras redes, como o YouTube, após propagandear medicamentos sem eficácia contra a Covid-19.

Bolsonaro voltou a defender o ineficaz "tratamento precoce", mas sem citar o nome dos remédios. Reiterou, também, declarações que vão na contramão da ciência, como a de que quem contraiu o novo coronavírus teria mais anticorpos em relação a pessoas vacinadas.

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Em manutenção de retórica voltada a seus apoiadores, o presidente fez novas críticas ao chamado "passaporte da vacina", à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, e ao prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). "Não vai cobrar o distanciamento social no carnaval, Eduardo Paes?", questionou o presidente. "São os contratos milionários?", ironizou em seguida a intenção de Paes, criticada por especialistas, de liberar o carnaval 2022 sem restrições sanitárias.

O chefe do Executivo ainda se equivocou, durante a live, ao dizer que a imprensa não questionou o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, se teria se medicado com remédios ineficazes para tratar a Covid-19. Na verdade, o ministro foi questionado, sim, sobre o tema assim que retornou dos Estados Unidos, onde fez quarentena, mas não respondeu - disse que se tratava de questão particular.

Eleições 2022.

De olho na corrida eleitoral, Bolsonaro fez críticas às gestões petistas na transmissão ao vivo, em especial ao ex-presidente Lula, que deve ser seu principal adversário nas urnas. "Alguns acham que, após decisão do STF, nosso amigo comprovou inocência", declarou.

Lula, que hoje lidera as pesquisas de intenção de voto, teve condenações anuladas pela Suprema Corte por questões processuais, mas o mérito não foi julgado pelos magistrados.

Paloma Duarte demonstrou, nesta quinta-feira (7), toda química que tem com o marido, Bruno Ferrari, em um carrossel de fotos no seu Instagram. Na publicação, várias fotos do casal aos beijos em dia quente e ensolarado.

Nas imagens Bruno aparece sem camisa, mostrando sua boa forma, enquanto Paloma, de bíquini, ostentou o belo corpo, no auge dos seus 44 anos. Na legenda, a atriz se declarou para o marido também ator. “Amor, sou louca por você”, escreveu.

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Bruno Ferrari por sua vez, não deixou passar e nos comentários demonstrou seu amor. “Paixão da minha vida”, escreveu. Rapidamente, em menos de 3 horas, a publicação alcançou mais de 20 mil curtidas e diversas reações de amigos e fãs. “Que casal”, declarou Larissa Manoela. “Maravilhosos”, disse Tatá Werneck no post.

Confira os cliques do casal:

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O 'apagão' mundial dos aplicativos WhatsApp, Facebook e Instagram por sete horas possibilitou que a plataforma Sexlog registrasse um aumento de 32% de cadastros, além de aumentar 24,8% as transações financeiras com assinaturas.

A informação foi divulgada nesta terça-feira (05), pela própria Sexlog, que é uma plataforma de sexo e swing do Brasil. A CMO da rede, Mayumi Sato, aponta que "só nos damos conta que estamos conectados quando esses problemas acontecem. Então, o Sexlog é a opção perfeita para conversar com alguém, trocar ideias e não cair no tédio - além do risco reduzido de ficar sem comunicação", diz.

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Thaila Ayala abriu uma caixinha de perguntas, nesse domingo (3), em seu Instagram e respondendo perguntas dos fãs, a atriz que está grávida, revelou estar vivendo sua terceira gestação, tendo perdido outros dois filhos, um em aborto espontâneo, outro por uma gravidez nas trompas.

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Questionada se teve medo de algum problema na gestação, Thaila fez o desabafo. "Então, uma coisa que vocês não sabem, eu já tinha perdido dois antes desta terceira gestação", iniciou. "Nesta terceira eu tive menos medo, porque como já tinha passado por essas duas situações, um aborto espontâneo e uma gravidez nas trompas, eu entendi que não estava fazendo um bolo, que era uma alma que estava vindo para a minha vida, que Deus manda pra gente", explicou a atriz.

Casada com Renato Góes, ela contou seu pensamento sobre o assunto: "Quando tivesse que vir ia dar certo. Se não tivesse que dar certo, não ia. Não é do nosso controle. Eu realmente acredito nisso. Então, na terceira eu estava mais tranquila".

Após a fala, Thaila tratou de logo explicar sua crença. “Esse é um pensamento meu, tá gente? Mas parando pra pensar, quantas mulheres saudáveis tentam engravidar e não conseguem. Outras não conseguem engravidar de jeito nenhum, engravida sei lá, no banheiro da balada. Tem mulher que engravida com DIU, com pílula do dia seguinte e mesmo assim, engravida, então é complexo”, explicou.

“Na minha primeira gravidez, eu não sabia que estava grávida e sofri um aborto espontâneo e na segunda eu já sabia e fiquei super nervosa, com esses medos todos, ao ponto de passar o papel higiênico pra ver se vinha sangue e veio, mas na terceira eu estava mais tranquila”, concluiu.

 

Suspensa pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e devolvida ao Governo pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM), a 'Medida Provisória (MP) das Fake News' ainda é um dos pontos polêmicos da política do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em torno do uso das redes sociais e do compartilhamento de informações falsas. A proposta dificulta a remoção de conteúdos das plataformas, que entram no debate criminal quando são tomadas por discurso de ódio.

Com a intenção de alterar o Marco Civil da internet, Bolsonaro justifica o projeto ao defender que as plataformas são arbitrárias ao excluir determinadas publicações. A cientista política Letycia Raila explica que a aprovação da MP iria impor barreiras à gestão das empresas de mídias sociais. 

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"Isso seria um ponto a se questionar no sentido de que seria muito mais fácil propagar mensagens que não são verdadeiras através das mídias sociais uma vez que as empresas que cuidam dessas redes sociais precisariam fazer uma análise que já não seria mais 'programada' para tirar determinadas informações. Para que existisse essa tal 'justa-causa', as mídias sociais precisariam de uma espécie de permissão para excluir e tornaria essa questão muito mais lenta", detalhou.

A estudiosa lembra que o Marco Civil da internet foi aprovado em 2014 para garantir direitos e deveres aos usuários, o que regulamentou o uso das plataformas. "Não é como se o ambiente virtual fosse uma 'terra sem lei', pelo contrário, a gente tem leis que regulamentam bastante a utilização das redes sociais", acrescentou.

Outra brecha seria o afrouxamento do ponto de vista penal, já que as publicações geralmente são compartilhadas com discurso de ódio e agressões direcionadas. "Não existiriam nenhum tipo de penalidade nessas questões, o que tornaria o sistema muito mais moroso". 

Aos usuários, a MP pode ser compreendida como um retrocesso, bem como à política pregada pelo Marco Civil, pois diminui a autonomia das empresas referente ao disparo de informações falsas no Instagram, Facebook, WhatsApp e outras redes. "Não vejo muitas evoluções visto que o próprio Marco Civil da internet já garante os direitos dos indivíduos que utilizam a internet. Ela é regulamentada, então não vejo grandes melhorias ao usuário”, pontuou a especialista.

A dupla recusa à proposta dá indícios de uma nova derrota de Bolsonaro no Congresso. No entanto, aprovada ou não, o processo eleitoral ainda deve sofrer com o disparo de informações falsas como estratégia para direcionar votos e atacar adversários.

"Não acho que isso enfraqueça de forma muito extensiva a campanha eleitoral. Supondo que a gente vai ficar da forma que estamos, as informações vão continuar sendo passadas pelo WhatsApp, pelo Facebook, pelo Instagram e pelos meios de comunicação”, sugeriu a cientista, que não prevê grandes efeitos para 2022.

A apresentadora Antônia Fontenelle foi condenada pelo crime de injúria praticado contra Felipe Neto. De acordo com a sentença dada pelo 9º Juizado Especial Criminal, da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, Fontanelle pagará uma multa no valor de R$ 63 mil, além de arcar com todos os gastos do processo.

O caso ocorreu em 2020, após a apresentadora publicou no Instagram ofensas contra Neto. Na postagem ela se referiu ao youtuber como "canalha" e "câncer da internet". Ao ter conhecimento da sentença, Felipe Neto usou as redes sociais para comemorar a decisão.

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"Grande dia. Eu falei pra vocês que eles cairiam um por um. Essa é a primeira condenação criminal nos processos que abrimos contra esta senhora bolsonarista. As coisas que ela disse, as associações da minha imagem com pedofilia e uso de drogas, as ofensas, são imperdoáveis. Decidimos dar a ela a chance de provar o que disse na justiça, mas já no primeiro processo ela não conseguiu. Agora vamos aguardar os outros", escreveu.

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De acordo com uma pesquisa realizada pela Sambatech, cerca de 62% das empresas brasileiras devem investir entre 10% e 30% de seu faturamento total em transformação digital durante o restante de 2021. Fatores como a pandemia de Covid-19 aceleraram o processo de digitalização em diversos setores corporativos, seja por meio de bancos digitais, que passaram de 14% para 31% em novos usuários, ou em empresas que passaram a aderir ao regime home office no período de isolamento social.

De acordo com João Gubolin, CEO da Ciatécnica, empresa que oferece consultoria empresarial voltada para a transformação digital, grande parte das organizações teve que encontrar maneiras de implementar soluções digitais que permitissem condições ideais para o trabalho remoto ser produtivo e eficaz. “O fato é que as visitas físicas praticamente desapareceram durante o período pandêmico, logo o único portal de encontro tornou-se o online. Como resultado, a digitalização das interações com clientes, das cadeias de suprimentos e das operações internas em todo o mundo avançou muito nesses últimos dois anos”, admite Gubolin.

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Devido à crescente transformação digital, existem tendências que podem ser vistas como consequência do efeito pandêmico no mundo, e segundo o especialista, inteligência artificial, automação e robotização serão tão importantes quanto a mecanização da agricultura e manufatura em tempos passados. Dessa forma, existem habilidades que serão exigidas aos trabalhadores do amanhã.

“A maior parte dos trabalhos mecânicos e repetitivos será desempenhada por sistemas automatizados e máquinas inteligentes, sendo assim, reunir competências que vão além e que agreguem valor será essencial”, esclarece o CEO.

Uma pesquisa realizada pelo Fórum Econômico Mundial (WEF) compilou os dez principais empregos que serão uma tendência no futuro, e dentre as opções, estavam ocupações como facilitador ou diretor de trabalho remoto, arquiteto de ambiente de trabalho, auditor de polarização de algoritmo, detetive de dados e profissionais que lidam como cyber segurança.

“São incontáveis as transformações que viveremos, mas precisamos nos adaptar assim como as civilizações pré-agrícolas se adaptaram a um novo paradigma”, ressalta o especialista. Gubolin conta que as máquinas e a digitalização já tornaram alguns empregos obsoletos, como os operadores de elevadores, as locadoras de filmes e bibliotecas.

“Profissões que tenham atividades exaustivas e repetitivas serão cada vez mais escassas. Porém, nem tudo está perdido, mesmo quando algumas tarefas são automatizadas, nem sempre aquela posição é extinta, mas sim ressignificada, ou seja, aquele profissional poderá desempenhar uma nova atividade” diz o especialista.

O CEO aifrma, ainda, que as profissões que visam gerenciamento de pessoas tendem a ser menos afetadas, já que as máquinas ainda não são capazes de tamanha complexidade de resposta e execução.

Prognóstico do cenário tecnológico

O especialista explica que criar qualquer tipo de cenário é uma tarefa difícil, visto que a tecnologia surpreende a cada dia. “Há pouco mais de dez anos não havia Snapchat, TikTok, Instagram e Uber. No início da década passada não ouvíamos falar de Inteligência Artificial e nem fazíamos ideia do que o 5G iria nos proporcionar. Atualmente, estamos indo em direção a mudanças ainda maiores que afetarão a sociedade como um todo”, projeta.

Assim, é possível citar que de alguma forma haverá grande evolução no que se diz respeito a veículos autônomos, computadores quânticos, robotização de ambientes comerciais e missões a Marte. Vale lembrar que também é possível projetar cenários em meio às redes sociais, já que continuará havendo uma grande procura por produções de vídeo, streaming e jogos. “Mesmo com todas essas previsões não sabemos ao certo o que esperar, mas tenho certeza que vamos nos surpreender no futuro assim como já acontece agora”, finaliza o especialista.

O Facebook deflagrou mais uma polêmica com sua proposta de criar um Instagram para crianças de menos de 12 anos, ideia na qual acabou recuando, mas que expôs uma nova realidade: a partir dos 13, os pré-adolescentes já são aceitos em redes sociais com pouca proteção e, às vezes, com trágicas consequências - criticam pais e especialistas.

Isso resulta de uma lei de duas décadas atrás, que estipula os 13 anos como maioridade legal na Internet. Este é o limite exigido de Facebook, Instagram e Snapchat, todos muito populares entre a garotada.

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Josh Golin, da organização Fairplay, afirma que a Lei de Proteção da Privacidade Infantil na Internet (COPPA, na sigla em inglês) buscava proteger a privacidade dos menores de 12 anos, mas foi criada muito antes das redes sociais e agora está perigosamente obsoleta.

"Aos 13 anos, a Internet basicamente trata você como um adulto", afirmou. "Duvido que muitas pessoas dissessem agora (...) que parece um bom momento para se jogar na toca do lobo", completou, em entrevista à AFP.

Senadores americanos convocaram uma audiência, nesta quinta-feira (30), para debater os "efeitos tóxicos do Facebook e do Instagram" nos jovens. A sessão incluirá um interrogatório à executiva do Facebook Antigone Davis.

As preocupações com o potencial dano que as plataformas podem causar nos jovens dispararam depois de que The Wall Street Journal revelou uma pesquisa feita pelo Facebook sobre o vício que o Instagram pode causar nos adolescentes.

Depois disso, o gigante das redes sociais anunciou, na segunda-feira (27), a suspensão do desenvolvimento de uma versão para crianças deste aplicativo de fotos, para consultar pais e grupos que lutaram contra este projeto.

Sobre esse recuo do Facebook, o presidente e cofundador do Centro para a Tecnologia Humana, Tristan Harris, fez um alerta.

"Isso não detém todas as crianças que já estão lá, cujas ideias suicidas, dismorfias corporais, ansiedade e depressão permanecem", afirmou, referindo-se à longa lista de danos atribuídos ao uso contínuo de redes sociais entre menores.

As preocupações são maiores para os adolescentes de 13 anos, aos quais ainda falta uma década para terem completamente desenvolvidas partes fundamentais do cérebro para tomar decisões e controlar impulsos.

O Facebook argumenta que os menores, que ganham telefones celulares cada vez mais cedo e mentem sobre sua idade, precisam de aplicativos projetados para eles.

Alex Stamos, ex-chefe de segurança no gigante das redes sociais, afirma, no entanto, que o problema on-line vai muito além de aplicativos e programas.

"Os pré-adolescentes provavelmente não deveriam ter celulares, mas os pais dão a eles, de qualquer maneira (...) Os jovens adolescentes não deveriam ter redes sociais, mas os pais permitem", tuitou.

Congressistas americanos apresentaram projetos de lei - incluindo um do senador Ed Markey, que ajudou a elaborar a COPPA -, mas sua lentidão contrasta com a velocidade do impacto da tecnologia nas vidas humanas.

- Crianças dependentes mais cedo -

A Comissão Federal de Comércio americana (FEC, na sigla em inglês) parece estar considerando reforçar a proteção da privacidade on-line, incluindo a das crianças. Estas mudanças podem, no entanto, levar anos.

"Aumentar a idade para 16 anos seria muito mais inteligente para todos os envolvidos", disse o fundador e diretor-geral do grupo Common Sense Media, James Steyer, à AFP.

Ele acrescentou que as companhias também precisariam investir recursos - na escala de centenas de milhões de dólares - para garantir o respeito da idade legal vigente.

Por trás do medo e da indignação nas redes sociais, há terríveis e dramáticos relatos de casos de assédio on-line, automutilação e obsessões tóxicas corporais exacerbadas pelas publicações.

Especialistas avaliam que as redes sociais também podem ter poderosos efeitos benéficos na vida dos adolescentes, como no caso de crianças LGBTQIA+ que vivem em áreas isoladas e encontram consolo on-line. O problema - ressaltam - é que a falta de proteção dos menores na Internet significa que continuarão sendo alvo das redes sociais, em particular os mais jovens.

Nesta quinta-feira (30), Thiago Lopes, ex-marido de Andressa Urach, foi as redes sociais e publicou foto com a modelo afirmando finalmente estarem conseguindo se entender.

Em sua casa, sentados distantes um do outro no sofá, Thiago esclareceu que mesmo se entendendo, não ficarão mais juntos, apenas dará todo auxílio que ela precisar.

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Recentemente Andressa, que está grávida, anunciou a separação e publicou prints de como seu relacionamento era abusivo, acusando Thiago de tentar controlar suas ações mesmo sabendo de seu passado como acompanhante de luxo. A modelo ainda relevou que o ex-marido a traia, abandonou a casa e cancelou o plano de saúde do filho.

Thiago se defendeu e publicou esclarecimentos nas redes sociais nessa quarta-feira (29). “Andressa está transtornada, nunca a trai”, iniciou. “Pelo que percebo, três motivos levaram Andressa a ficar assim: 1- espiritual; 2- transtorno crônico de personalidade (boderline); 3- gestação”, afirmou.

O ex-marido de Andressa criticou a fala da modelo que voltaria a trabalhar como acompanhante. “Quem em sã consciência, volta a se prostituir grávida?”, questionou. “Estou orando e jejuando pela vida do meu filho”, desabafou.

O Egito anunciou que pretende taxar blogueiros e outros "youtubers", funções não regulamentadas até agora, o que provocou reações neste domingo (26) nas redes sociais do país, muito populares entre os egípcios.

O serviço de impostos do ministério da Fazenda pediu no sábado em um comunicado que "blogueiros e 'youtubers'" declarem seus rendimentos caso tenham sido de "pelo menos 500.000 libras egípcias em 12 meses", ou seja, mais de 32.000 dólares.

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Os internautas se mostraram divididos com o anúncio. "Os pobres que vendem verduras têm que pagar impostos, assim podemos taxar os ricos", tuitou um usuário.

"Para conseguir microfones e câmeras de qualidade, os influenciadores têm que fazer compras caras com despesas de alfândega e impostos. Ao invés de ajudá-los, o Estado os esmaga", afirmou outro usuário do Twitter.

O astro da televisão Amr Adib, conhecido por suas posições alinhadas ao poder, se opôs publicamente às autoridades pela primeira vez. "Quantos influenciadores há?", perguntou. "Enquanto o ministro da Fazenda sabe muito bem que milhões de pessoas não pagam seus impostos, [mantendo] silêncio absoluto".

Por sua vez, um encarregado do serviço de impostos disse à TV pública que o governo mantém contato com as gigantes da internet, convocando Facebook e YouTube para tentar identificar os produtores de conteúdo que geram receita.

O Egito, o mais populoso dos países árabes, com 102 milhões de habitantes, tem cerca de 60 milhões de internautas, dos quais 49 milhões têm conta nas redes sociais, segundo a página na internet DataReportal.

Trata-se de um ambiente importante tanto para as marcas que recorrem aos influenciadores para promover seus produtos quanto para o Estado, que nos últimos anos aprovou leis para bloquear portais considerados uma ameaça à segurança nacional e para vigiar as contas pessoais com mais de 5.000 seguidores.

Mayra Cardi afirmou aos seus fãs, na manhã desta sexta-feira (24), que foi internada. A influenciadora digital explicou que antes de ir para o hospital, ela já não estava se sentindo muito bem e a causa disso poderia ter sido uma intoxicação alimentar.

"Eu comi um peixe cru... Eu acho que ele estava estragado. Estou com uma intoxicação, desde ontem estou mal. Mas a gente não tem tempo de ficar mal, ainda mais a gente que é mãe. Estou com calafrio, muito fraca. Não tem jeito", disse.

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Em seguida, Mayra Cardi foi internada e horas depois atualizou os seus fãs sobre o seu estado de saúde.

"Passei a madrugada internada, estou internada. Por esse motivo vou ficar ausente aqui. Estou fazendo todos os exames. Estou muito mal e por isso vou ficar internada", contou.

A influenciadora aproveitou ainda para fazer uma breve reflexão sobre o privilégio de ter uma rede de apoio.

"Fico pensando em quanto as mães são f***s, quem não tem estrutura... Quantas mães ficam doentes e elas não têm opção de parar. (...) Como estou sem a babá, fiquei passando um perrengão sozinha com a Sophia, mas eu tenho uma equipe. Peço ajuda para uma, para outra. Aqui em casa tem oito funcionários... Eu sou privilegiada, por muito trabalho duro. Ralei muito para chegar onde estou. Limpei muito chão, banheiro (...). O que eu quero exaltar é que, quando eu fico assim e tenho staff, e já é difícil... Quantas mulheres estão por aí. Vocês são f***s", bradou na rede social.

Virginia Fonseca voltou para as redes sociais após a morte de seu pai, Mario Serrão. No Instagram, a influenciadora digital exibiu o anel deixado por ele e afirmou que, a partir de agora, irá usá-lo sempre.

"Anel que meu pai não tirava do dedo... agora quem não vai tirar sou eu! Saudades eterna", escreveu, ela, mostrando em seguida que usará o anel como pingente de um colar, já que a peça está folgada em seu dedo.

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A influenciadora também mostrou que foi presenteada por alguns amigos famosos, como Kevinho, com algumas cestas de comida e flores, em homenagem ao pai, que morreu após meses internado em decorrência de uma pneumonia e outros problemas de saúde.

 

Especialistas em comércio acreditam que os robôs são essenciais para controlar a narrativa durante os debates políticos, em especial diante dos períodos eleitorais. No entanto, ainda não está claro até que ponto os bots automatizados controlados por inteligência artificial podem manipular a atividade de mídia social e que tipo de influência eles têm na opinião pública e nos resultados das eleições. Os robôs podem existir em todos os tipos de mídia social. Podem, por exemplo, estar ativos em várias formas de fóruns de discussão ou campos de comentários, como o Twitter. A ferramenta, que pode ser benéfica para políticos e seus engenheiros, entretanto, pode não ser necessariamente boa para a democracia. 

Apesar de estar em evidência pela última década, em várias democracias ao redor do mundo, o debate sobre a participação de contas inautênticas em manifestações de cunho político na internet ganhou maior destaque com a campanha do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que, como neopopulista, desde 2018 utiliza das redes sociais como principal plataforma eleitoral. A publicidade pré-eleições foi controversa pela quantidade de robôs utilizados para reforçar o discurso do mandatário. Ainda no ano das eleições anteriores, os bots ajudaram o presidente a acumular 70 mil menções em hashtag crescente no Twitter, durante debate na Band, enquanto algumas dessas contas estavam sediadas no Nepal e Chipre. Na mesma época, a agência responsável pela campanha do adversário de Bolsonaro, Fernando Haddad (PT), também confirmou a utilização de disparos de mensagens no WhatsApp. 

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De acordo com um estudo de 2020, com autoria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (FespSP), robôs foram responsáveis por mais da metade das publicações favoráveis ao presidente Jair Bolsonaro no Twitter. Por meio de ferramentas de ciência de dados, as professoras Rose Marie Santini, da UFRJ, e Isabela Kalil, da Fesp, demonstram que bots responderam por 55% dos 1,2 milhão de posts que usaram a expressão #BolsonaroDay para homenagear o presidente em 15 de março, dia de atos de rua pró-governo. 

Em episódios mais recentes, a plataforma BotSentinel registrou um aumento na utilização de contas sem autenticidade, que tentam amenizar os efeitos da crise na reputação do governo Bolsonaro. Segundo levantamento feito pelo Correio com base em números da plataforma, o número de postagens com hashtags de apoio a Bolsonaro deram um salto vertiginoso entre fevereiro e março. Se, há dois meses, a ferramenta mapeou pelo menos 13.206 posts produzidos por bots bolsonaristas, no mês passado foram contabilizados, no mínimo, 49.302. O crescimento foi de 273%. 

Para a pesquisadora especialista em questões eleitorais, Yasmin Curzi, essa estratégia representa uma forma de defender “plasticamente” determinadas pautas e de tentar dar legitimidade a discursos antidemocráticos, contando com o volume que essas contas não autênticas podem fazer na internet. 

“A utilização de robôs para alavancar determinados temas artificialmente é uma técnica bastante utilizada para, primeiro, chamar a atenção de outros usuários – pessoas que podem aderir à campanha propagada – de forma orgânica; e/ou continuar pautando plasticamente o debate sobre um tema, de forma a manter as atenções voltadas a ele”, comenta a cientista. 

A pauta pelo fim da urna eletrônica e a “volta” do voto auditável — que já existe — também teve apoio desse tipo de perfil. Além das manifestações pelo voto impresso no país, o presidente contou com a mobilização nas redes sociais de contas robôs, que fizeram postagens em prol de mudanças no formato das urnas. A hashtag #brasilpelovotoauditavel foi usada pelo menos 2.582 vezes no primeiro dia de mobilização, segundo a Bot Sentinel.   

Curzi, que é entrevistada pelo LeiaJá nesta reportagem, explica como mecanizar o debate político se tornou uma tendência e as formas pelas quais ele pode ferir a democracia. Confira: 

— Yasmin Curzi, pesquisadora do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS) da FGV Direito Rio 

LJ: A maior plataforma de campanha de Bolsonaro, desde o período eleitoral para 2018, é a internet. O uso diário de hashtags sobre 2022 (como a #Bolsonaro2022) e o uso de robôs podem configurar como campanha antecipada, já que há investimento nesse tipo de movimentação? 

YC: O TSE tem autorizado a menção à campanha, a veiculação da pretensão de eleição, dentre outras atividades nas redes sociais. O que não é permitido, e caracteriza campanha antecipada, é o pedido explícito de votos. Em relação à utilização de robôs e contas falsas para impulsionamento de campanhas, o TSE também declarou, em 2020, ter firmado parcerias com as principais redes sociais para que desativem contas inautênticas, seguindo suas próprias políticas para a moderação de conteúdo on-line.  

Qualquer candidato precisa declarar devidamente os custos de campanha ao TSE. Havendo constatação de que houve uso de investimentos financeiros para a disseminação de conteúdo malicioso, ou não havendo prestação devida, o TSE pode determinar a inelegibilidade daquela candidatura. O que é difícil de detectar, no entanto, são os atores "intermediários" deste tipo de atuação – que é o que vem sendo investigado no âmbito do inquérito das Fake News no Supremo Tribunal Federal e na CPMI das Fake News. 

LJ: Quais riscos à democracia e ao processo eleitoral de 2022 essas práticas podem representar? 

YC: O principal mal já está sendo feito, e não apenas por meio das redes sociais: aumentar a desconfiança da população em relação às urnas e às instituições públicas. É uma estratégia que tem como finalidade não apenas fazer pessoas aderirem à determinada candidatura, mas tem o condão de fazê-las questionar as instituições democráticas como um todo.  

LJ: Essa estratégia é mais comum entre candidatos populistas? 

YC: Candidatos neo-populistas de direita, usualmente tem como repertório: (1) a fala direta com "o povo", ou com a parcela do povo que o candidato quer manter a sua identificação, que representam sua base eleitoral fixa; (2) a idealização de que são "outsiders" do "sistema", que não fazem parte de articulações políticas e, por isso, não conseguem fazer seus trabalhos; (3) o questionamento do funcionamento das instituições públicas, porque são por elas "perseguidos"; (4) a criação de um inimigo para responsabilizar por ocasiões e gestões que deram errado. São narrativas que são fáceis de desenvolver na mentalidade de uma população majoritariamente conservadora que espera, muitas vezes, respostas fáceis de um líder que possa "colocar a casa em ordem".  

As redes sociais permitiram que líderes políticos pudessem ter contato direto com a população e com seus apoiadores e que pudessem disseminar, de muitas formas, essas narrativas. As redes passaram muitos anos tratando discursos nocivos desses líderes como "merecedores de notícia" (newsworthy) e, portanto, não os moderando – suspendendo, rotulando, ou removendo postagens que violam suas regras de comunidade. Esse tipo de postura vem sendo repensada, pelo menos desde 2018, e ainda mais, depois do episódio do Capitólio. Ainda há muitos problemas com a compreensão de contexto e muito refreamento sobre o que elas consideram conteúdo realmente nocivo, bem como uma investida legislativa para que elas parem de moderar conteúdos sem ordem judicial determinada (como vimos não apenas com a minuta de decreto da Secretaria de Cultura do governo federal, mas em diversos projetos de lei de deputados da base do governo). É imprescindível, no entanto, que elas continuem fazendo esse tipo de moderação para que o debate público siga de forma saudável nas redes e para a proteção de instituições da democracia.  

LJ: Esse tipo de conduta já foi observada em outras eleições? Como pode influenciar a opinião dos eleitores? 

YC: A criação de contas inautênticas para a influência no debate público eleitoral pode ser detectada aqui no Brasil pelo menos desde 2010, em diversas pesquisas sobre o tema. O real impacto no eleitorado, no entanto, é difícil de ser mensurado. Pesquisadores ainda procuram entender se há, de fato, uma tendência radicalizadora nos algoritmos, se a recomendação de conteúdo pode fazer com que pessoas sejam mais influenciadas a aderirem determinadas pautas, ou se isso tudo não apenas faz parte do acirramento de uma sociedade já historicamente muito polarizada, em que a comunicação apenas foi descentralizada. Não há resposta para essa segunda pergunta, mas há para: que tipo de redes sociais queremos construir e como assegurar que a participação no debate on-line seja mais equitativa e plural, respeitando os princípios constitucionais e as instituições democráticas? É preciso, sobretudo, que as plataformas assumam compromissos de transparência decisiva e da organização de seus conteúdos, para informar pesquisas, políticas públicas e checagem de fatos. 

 

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro vai enviar à Casa um projeto de lei sobre remoção de conteúdos de redes sociais. O texto será semelhante ao da Medida Provisória 1068/21, que foi devolvida ao Executivo nesta terça-feira (14) pelo presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, por ter sido considerada inconstitucional.

“Eu tenho a informação de que o governo vai mandar para esta Casa um projeto de lei com urgência constitucional tratando do assunto. Penso que esse tema será melhor esclarecido tanto na comissão especial que discute o tema [PL 2630/20, sobre fake news] quanto com a urgência constitucional que deve estar chegando nesta Casa na próxima semana”, disse Lira.

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A declaração foi feita na noite desta quarta-feira (15), durante a votação de dispositivo sobre tema semelhante no novo Código Eleitoral (PLP 112/21). O Plenário da Câmara aprovou, com o voto favorável de 309 deputados e 166 contrários, uma emenda do PT para dar às plataformas de mídias sociais a autonomia para retirar conteúdos no ar, dando ao autor a possibilidade de reivindicar na Justiça a restauração da publicação.

Para o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), o objetivo da medida é evitar as notícias falsas durante a campanha. “A pessoa que, porventura, tenha sido ou se sentido prejudicada pode mover uma ação para restituição daquele conteúdo. Mas a plataforma não pode conviver com conteúdo criminoso e estar impedida de removê-lo. Nós temos que colocar uma forma de limitação aos conteúdos criminosos, às fake news”, declarou.

Já o líder do PSL, deputado Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que discorda da devolução da medida provisória e defende o projeto de lei futuro. “Defendemos um texto equilibrado para que não haja, por parte dos provedores de internet, qualquer atitude que represente censura de caráter político, ideológico ou religioso”, afirmou.

*Da Agência Câmara de Notícias

Após uma breve pausa, o Twitter reabriu os pedidos de verificação de perfil na noite da segunda-feira (13). Os usuários agora têm uma nova oportunidade de solicitar o cobiçado crachá azul para perfis na rede social. O processo havia sido interrompido em agosto de 2021, para "fazer melhorias no processo de revisão e verificação". Isso aconteceu após denúncias de que o Twitter verificou como legítimas contas que pertenciam a robôs, que tinham pouco tempo de vida na rede e nem sequer haviam feito postagens nos perfis.

Em maio, oito dias após a abertura dos pedidos de verificação, a rede havia feito uma outra pausa e blogs mencionaram que a SN não havia se preparado para a grande demanda. Em sua conta oficial, o Twitter disse que a interrupção poderia durar alguns dias ou semanas, dependendo do volume de solicitações. Não está claro se o Twitter tem uma programação definida para iniciar e interromper o procedimento de verificação de conta.

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“Pausamos temporariamente a implementação do acesso para solicitar a Verificação para que possamos fazer melhorias no processo de inscrição e revisão.

Para aqueles que estavam esperando, sabemos que isso pode ser decepcionante. Queremos acertar as coisas e agradecemos sua paciência.

[...] Estamos de volta à implementação do acesso para solicitar um selo azul. Se você planeja se inscrever e ainda não tem acesso, continue verificando as configurações de sua conta. Obrigado por ficar com a gente.”

Novidades no processo

Com o programa de verificação recente da rede social, qualquer pessoa pode se inscrever para obter o selo azul em seu perfil. O usuário precisa seguir todas as regras da plataforma e ter atividades registradas em sua conta nos últimos seis meses.

Anteriormente, apenas seis categorias de contas eram qualificadas para verificação: governos; empresas, marcas e organizações sem fins lucrativos; jornalismo; treinamento; esportes e jogos; e ativistas e influenciadores. Conforme relatado pelo Twitter, novas classes foram adicionadas ao formulário de inscrição nos próximos meses. Entre eles estão cientistas, acadêmicos e líderes religiosos.

Após receber uma resposta irônica de Neymar nesta segunda (13), a atriz Patrícia Pillar não perdeu tempo e fez novos comentários em direção ao craque brasileiro. “Questão de empatia e respeito. [...] São essas delicadezas da vida que talvez você ainda não tenha aprendido”, afirmou em trecho.

Na última quinta-feira (9), após a vitória do Brasil por 2x0 contra o Peru, a atriz publicou críticas em referência a fala de Neymar em entrevista sobre ultrapassar Pelé na artilharia histórica com a camisa da seleção. “Falar em passar o Pelé na artilharia foi absolutamente lamentável”, twettou. “Neymar me decepciona mais a cada dia”, dizia em outro.

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Questionada por internautas sobre o porquê da crítica, Patrícia destacou a empatia e explicou que por Pelé estar internado por conta de retirada de tumor no cólon direito, Neymar foi mal na sua resposta.

Na manhã desta segunda, Neymar se manifestou de forma irônica a Patrícia Pillar. “Ah pronto, tenho que parar de fazer gol agora”, respondeu, junto com emoticons de risada.

Sem perder tempo, Patrícia voltou a explicar, dessa vez a Neymar, o motivo de suas críticas e já que foi respondida com deboche, cutucou o jogador. “Por uma questão de empatia e educação, não era hora para dizer que passaria o Pelé na artilharia”, iniciou. “São essas delicadezas da vida que talvez você ainda não tenha aprendido”, respondeu a atriz.

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