Na noite dessa quinta-feira (14), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) admitiu que chora no banheiro do Palácio da Alvorada. A revelação foi feita em uma igreja evangélica. No feriado do dia 12, Bolsonaro foi criticado pela vertente religiosa por visitar o Santuário de Aparecida, no Interior de São Paulo.

"Cada vez mais nós sabemos o que devemos fazer. Para onde devemos direcionar as nossas forças. Quantas vezes eu choro no banheiro em casa? Minha esposa nunca viu. Ela acha que eu sou o machão dos machões. Em parte acho que ela tem razão", disse o presidente ao comentar sobre a intimidade com a primeira-dama Michelle.

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No encontro dentro da igreja Comunidade das Nações, Bolsonaro voltou a destacar o 'fardo' que é liderar o Executivo e minimizou a participação individual dos legisladores.

"O que me faz agir dessa maneira? Eu não sou mais um deputado. Se ele errar um voto, pode não influenciar em nada. Um voto em 513. Mas uma decisão minha mal tomada, muita gente sofre. Mexe na bolsa, no dólar, no preço do combustível", descreveu ao questionar os fieis sobre a possibilidade de privatizar a Petrobras.

Vários movimentos que fazem parte da Via Campesina realizaram manifestação, nesta quinta-feira (14), ocupando a sede da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprojosa), em Brasília, com ao menos 200 pessoas denunciando ações que o agronegócio faz ter relevância no crescimento da fome, da miséria e o aumento dos valores alimentícios no país. Nas placas e pichações estão expostas críticas ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). “Bolsonaro financia a fome”, escreveram os manifestantes.

Participaram do protesto o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento pela Soberania Popular na Mineração (MAM), o Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), a Pastoral da Juventude Rural (PJR), o Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), o Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), a Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (CONAQ) e Movimento das Pescadoras e Pescadores Artesanais (MPP).

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Nas redes sociais, o MST publicou nota e chamou os simpatizantes da causa para participar de um tuitaço com a hashtag #ContraAFomeForaBolsonaro. “O agronegócio tem estimativa de lucro na faixa de R$ 1 trilhão ainda em 2021. A soja ocupa 4% do território brasileiro, equivalente a 36 milhões de hectares. Tudo isso em meio a uma pandemia que já matou mais de 600 mil pessoas. Em um país que sofre com mais de 20 milhões de trabalhadoras e trabalhadores famintos”, diz o texto.

“Bolsonaro vetou o Projeto de Lei 823/2021 (PL Assis Carvalho), uma iniciativa organizada pelos movimentos populares do campo para garantir a Soberania Alimentar no país através de subsídios e investimentos na agricultura familiar e camponesa. Isso demonstra que o governo Bolsonaro é o culpado pela miséria e pela fome dos brasileiros”, explicou a nota. “Bolsonaro se alimenta da nossa fome! BolsoAgro é fome, é tóxico, é fogo, é morte”, concluíram de forma dura.

 

O presidente Vladimir Putin disse nesta quinta-feira (14) que mencionar a questão de sua sucessão é um tema "desestabilizador" para a Rússia e lembrou que uma recente reforma da Constituição permite-lhe concorrer às eleições presidenciais de 2024.

"Temos tempo antes das próximas eleições, e as discussões sobre este tema desestabilizam a situação", disse ele à rede de televisão americana CNBC, em entrevista transmitida na quarta-feira à noite.

"A situação tem que permanecer tranquila, estável, para que os órgãos do Estado, as estruturas do Estado, trabalhem e olhem serenamente para o futuro", afirmou Putin, ressaltando que a Constituição dá a ele o direito de se candidatar mais uma vez.

Putin disse, no entanto, que ainda não tomou uma decisão a esse respeito. Com a reforma constitucional, o presidente russo pode tentar buscar a reeleição até 2036.

No poder desde 2000, Putin se orgulha de ter tirado a Rússia da crise econômica e política aberta após a desintegração da União Soviética. O preço desta estabilidade foi a concentração de poderes nas suas mãos e nas dos seus serviços de segurança.

As autoridades russas intensificaram a repressão contra a oposição e os veículos de comunicação independentes este ano. Proibiram, por exemplo, que o movimento do principal crítico do Kremlin, Alexei Navalny, pudesse se candidatar às eleições legislativas de setembro.

Com menos de cinco meses no cargo, o superintendente da Polícia Federal (PF) do Distrito Federal, Hugo de Barros Correia, foi retirado do posto. A PF do Distrito investiga os inquéritos que miram na CPI das Fake News e em Jair Renan, filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A decisão foi do diretor-geral da PF, Paulo Maiurino, indicado pelo próprio Bolsonaro e quarto líder da instituição ao longo da gestão.

O posto do DF apura os inquéritos de relatoria do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, aqueles que foram solicitados no âmbito da CPI da Fake News - relacionada à atividade do ‘gabinete do ódio’ nas redes sociais para organizar atos antidemocráticos e amplificar os ataques de Bolsonaro às urnas eletrônicas -, além da investigação contra Jair Renan sobre tráfico de influência e sua ligação com lobistas envolvidos no esquema de superfaturamento de imunizantes.

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A superintendência foi responsável pela operação que apurou desvios de recursos no Ministério da Saúde. Correia assumiu o cargo em maio, mas de acordo com a Folha de S. Paulo, nunca teve proximidade com Maiurino.

O Diretor-Geral teria se irritado com o superintendente nos seus primeiros dez dias de nomeação por cumprir mandados de busca e apreensão contra o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles.

O responsável pela investigação em torno do então ministro, o delegado Franco Perazzoni foi indicado por Correia para um cargo de chefia, mas a promoção foi encerrada.

Desde que assumiu a Polícia Federal, Paulo Maiurino tirou do quadro gestores que não se enquadram ao seu modelo.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva usou as redes sociais, na manhã desta sexta-feira (8), para convocar os eleitores do PT para irem às ruas conversar com as pessoas, mostrar que o partido está de cabeça erguida e de volta ao embate.

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Para Lula, aparecer na rua e conversar com as pessoas pode ser crucial para abrir a mente das pessoas que estão as escuras ou até mudar o pensamento de outros. “Vamos para as ruas e praças”, convocou.

Em sua publicação, o ex-presidente e provável candidato ao comando do país em 2022, falou sobre a importância dos petistas se mostrarem. “Companheiros e companheiras, de agora em diante, vamos pra rua conversar com as pessoas. É importante que a gente tire a cabeça pra fora. O PT conquistou o direito de andar de cabeça erguida”, iniciou. “Todo fim de semana, vamos conversar. Pega sua camisa do PT, se não tiver vai com a do Corinthians mesmo. O PT tem a obrigação de não deixar esse país ficar assim”.

Lula finalizou sua convocatória provocando os adversários com bom humor. “Nós já provamos que é possível! Vamos pras ruas e praças. Botar a cara pra fora e dizer “Ói Nóis Aqui Trá Veis!”, concluiu.

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A CPI da Pandemia deve ouvir, nesta quarta-feira (6), o diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Paulo Roberto Rebello Filho.

A convocação foi requerida pelo vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e tem a ver com as denúncias de más práticas médicas pela operadora de saúde Prevent Senior. Antes de ser diretor-presidente da ANS, Rebello comandava a Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras. Ele foi também chefe de gabinete do Ministério da Saúde entre 2016 e 2018, na gestão do deputado Ricardo Barros (PP-PR), que é investigado pela CPI.

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Randolfe Rodrigues afirma que a CPI já reuniu evidências de “inúmeras e gravíssimas irregularidades” cometidas pela Prevent Senior contra seus segurados e funcionários. Agora, precisa cobrar da agência reguladora do setor explicações sobre quais providências foram tomadas para coibir ou punir essas ações, diz o senador.

As cobranças da CPI sobre a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) se intensificaram após o depoimento da advogada Bruna Morato, representante de um grupo de médicos que trabalha na Prevent Senior. Segundo ela, os profissionais eram obrigados a receitar o “kit covid” para pacientes, e os riscos dos medicamentos não eram informados.

O relator da CPI, senador Renan Calheiros (MDB-AL), suspeita que a Prevent Senior foi blindada pela agência enquanto executava o protocolo de "tratamento precoce" contra a Covid-19.

"Há muitos documentos e comentários de que os diretores executivos da Prevent Senior, quando sentiam alguma insatisfação de algum médico para pôr em prática o "protocolo" e aplicar o 'kit covid', diziam: 'Olha, fica tranquilo que a ANS não chegará aqui'",disse ele, na terça-feira (5).

O diretor-executivo da Prevent Senior, Pedro Benedito Batista Júnior, afirmou em seu depoimento à CPI que a empresa foi investigada pela ANS e os processos foram arquivados

Paulo Roberto Rebello Filho é diretor-presidente da ANS desde julho. Sua indicação chegou a ser retirada pelo presidente Jair Bolsonaro na véspera do dia em que seria analisada pelo Senado, mas Bolsonaro retrocedeu e o Senado aprovou a condução de Rebello.

*Da Agência Senado

Por ordem do Palácio do Planalto, o Conselho de Administração do Banco do Nordeste (BNB) exonerou, nesta quinta-feira (30), o servidor Romildo Carneiro Rolim da presidência da instituição. A demissão foi uma cobrança do Centrão, a um ano das eleições de 2022. A saída se dá em meio à disputa pelo controle do programa de microcrédito, uma referência dessa modalidade de financiamento em todo o País.

Os empréstimos de pequena monta - em torno de R$ 2 mil a R$ 5 mil, em média - têm potencial eleitoral no Nordeste, região onde o presidente Jair Bolsonaro precisa melhorar seu desempenho. São 3,5 milhões de clientes ativos e R$ 15 bilhões aplicados ao todo, espalhados em mais de 2 mil municípios.

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Essa carteira bilionária é cobiçada não apenas por políticos, mas por lobistas do mercado financeiro, que há anos tentam convencer parlamentares cearenses a pressionarem politicamente pela venda da operação mais lucrativa do BNB à iniciativa privada. O Banco do Nordeste é sediado em Fortaleza e costuma abrigar apadrinhados de políticos do Ceará.

O Conselho de Administração foi convocado a pedido do Planalto para fazer a mudança. A Casa Civil, chefiada pelo ministro Ciro Nogueira, negou a recondução do mandato de Rolim. Na véspera, Rolim havia feito um aceno público a Bolsonaro. Afirmou em uma transmissão ao vivo na internet que o BNB era "um braço de governo" e que recebia todo o apoio dele para ampliar a liderança no mercado nacional com seus programas de microcrédito.

Ciro Nogueira, também presidente do Progressistas, maior partido do Centrão, mantém boas relações com o novo presidente interino e diretor de negócios do BNB, o advogado Anderson da Cunha Possa, também avalizado pelo PL. O partido, no entanto, fez chegar ao Palácio do Planalto que seu novo indicado para presidir o banco é Ricardo Pinto Pinheiro, consultor do setor regulatório de energia e saneamento.

A troca no comando do Banco do Nordeste, entregue por Bolsonaro ao PL, ocorreu três dias depois de o presidente nacional do partido, Valdemar Costa Neto, cobrar em público a substituição de toda a diretoria. Em vídeo, ele afirmou que Bolsonaro o questionou sobre o contrato de R$ 583 milhões, justamente no setor de atendimento ao microcrédito, com o Instituto Nordeste Cidadania (Inec), cuja parceria com o BNB foi firmada em 2003, no primeiro ano do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para apoiadores do atual governo, isso empodera politicamente os adversários de Bolsonaro.

Condenado e preso no escândalo do mensalão em 2012, Costa Neto falou em tom de moralização e levantou suspeitas sobre o contrato vigente há 18 anos, sem indícios anteriores de irregularidades. "Não podemos ter uma ONG contratada num banco da importância do Banco do Nordeste", disse ele, que aos poucos abandona a discrição e começa a reaparecer em público ao lado de Bolsonaro. O ex-deputado nunca deixou de comandar o partido de fato e sempre seguiu articulando as principais decisões nos bastidores. O Inec afirmou que os recursos da parceria com o BNB são aplicados na operacionalização dos programas e que não recebe remuneração.

Recursos

Como revelou o Estadão, a disputa política pelo controle do BNB oculta um interesse pela carteira de microcrédito avaliada internamente em cerca de R$ 30 bilhões. O agora ex-presidente se opunha à venda da operação de microfinanças. Rolim é servidor de carreira do BNB e havia chegado à presidência no governo Michel Temer, mas se amparou em diferentes apoios políticos para permanecer na direção. Fontes do governo informaram que a equipe de Guedes não se opõe à venda da carteira de microcrédito.

Parlamentares precificaram o suposto elo com o PT como o "bode na sala" para convencer Bolsonaro a promover a troca da diretoria. Isso abriria espaço para uma diretoria politicamente favorável e promover a cisão das operações de fomento do desenvolvimento regional. Primeiro, a nova diretoria promoveria uma licitação do microcrédito, que tem potencial eleitoral, e depois permitiria a venda para um banco privado.

Por meio da operação, o BNB atende micro e pequenos empresários sem acesso a créditos em quantias baixas em outras instituições financeiras. Políticos da bancada cearense afirmam que o programa "Crediamigo", para áreas urbanas, é o mais lucrativo e que alcança vendedores ambulantes, tapioqueiros e bordadeiras. O valor médio dos empréstimos é de R$ 2,7 mil. No programa "Agroamigo", que tem como público-alvo o segmento rural, focado em agricultores familiares, o valor médio dos financiamentos fica em R$ 5 mil. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Um decreto assinado por Jair Bolsonaro pode acabar prejudicando o Santa Cruz. O presidente alterou, na última segunda-feira (27), a seleção dos clubes de futebol na Timemania, organizado pela Caixa Econômica Federal, o que impacta diretamente no caixa do tricolor de Recife.

Com a nova norma, apenas clubes que disputaram as Séries A e B do Campeonato Brasileiro em 2019 e 2020 estão aptos a concorrer ao sorteio, tornando dessa forma o Santa Cruz fora da lista da loteria.

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As perdas podem ser enormes já que a para o Santa Cruz a verba era um valor importante do orçamento. Constantemente a equipe realizava campanhas para se manter no G20 da Timemania e receber uma porcentagem a mais dos valores do que os que ficavam da 21ª posição à 40ª.

No caso do Santa Cruz, o déficit pode alcançar a casa dos R$ 3 milhões. Em 2014, apenas com o Timemania, segundo dados divulgados pelo clube, o clube faturou R$ 3,04 milhões, em 2015 R$ 2,4 milhões, 2016 R$ 1,9 milhão e 2017 R$ 1,7 milhão. Com a pandemia, em 2020 os valores caíram bastante, R$ 1,12 milhão, mas com previsão de fechar 2021 em alta.

Para apostar na Timemania, deve-se escolher 10 entre os 80 números disponíveis, além de um time do coração. Assim, sete números e um clube são sorteados por concurso. Os apostadores que acertarem de três a sete números, ou a equipe do coração, levam o prêmio. Os sorteios acontecem três vezes por semana, nas terças, quintas e sábados. O Clube selecionado como time do coração, terá um redirecionamento de verba da porcentagem das apostas que ele foi escolhido. Conforme o regulamento, 22% da verba arrecadada com as apostas, vão para as equipes nacionais.

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que permite a reunião de dois ou mais partidos políticos em federações. As siglas podem se associar até a data final do período de convenções e devem permanecer unidas por pelo menos quatro anos. A Lei 14.208, de 2021, foi publicada nesta quarta-feira (29) no Diário Oficial da União.

A norma é resultado do projeto de lei (PLS) 477/2015, sugerido pela Comissão da Reforma Política do Senado. O texto foi aprovado pelo Poder Legislativo em agosto deste ano, mas sofreu veto integral (VET 49/2021) de Jair Bolsonaro.

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Segundo o presidente da República, a matéria contrariava o interesse público porque “inauguraria um novo formato com características análogas à das coligações partidárias”. Senadores e deputados derrubaram o veto na última sessão do Congresso Nacional, realizada na segunda-feira (27).

O que diz a lei 

O texto acrescenta um novo artigo à Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096, de 1995). Segundo o dispositivo, dois ou mais partidos podem se reunir em federação, que passa a atuar como se fosse uma única sigla. Os partidos que integram o grupo mantêm e identidade e autonomia, mas os parlamentares eleitos devem respeitar a fidelidade ao estatuto da federação.

As federações devem cumprir todas as normas que regem as atividades dos partidos políticos que atuam isoladamente: escolha e registro de candidatos, arrecadação e aplicação de recursos em campanhas, propaganda eleitoral, contagem de votos e convocação de suplentes, por exemplo. O detentor de cargo eletivo que se desfilia sem justa causa de um partido da federação perde o mandato.

Segundo a Lei 14.208, de 2021, a federação só pode ser celebrada entre partidos com registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles devem ficar ligados por pelo menos quatro anos, com abrangência nacional.

Se um partido decidir abandonar o grupo antes do tempo ficará impedido de ingressar em nova federação ou de participar de coligações nas duas eleições seguintes. A legenda também perderá o direito de utilizar o dinheiro do fundo partidário até que se complete o prazo de mínimo de quatro anos.

Uma federação pode continuar em funcionamento, mesmo que haja desligamento de partidos integrantes. A nova lei exige, no entanto, a permanência de pelo menos duas siglas.

Da Agência Senado

Na manhã desta terça-feira (28), o presidente do Sport, Leonardo Lopes, em coletiva de imprensa, anunciou a destituição de todo departamento de futebol e também a demissão de pessoas do administrativo.

A motivação foi uma sequência de erros. Primeiro a perda do prazo para inscrição na Série A dos atletas Saulo, Vander e Nicolas Aguirre. Alem disso, o Sport escalou irregularmente o zagueiro Pedro Henrique, que havia atuado por cinco vezes pelo Internacional, alem de dois cartões como reserva, o que caracteriza sete jogos.

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"A gente verificou as situações, entendeu onde é que estão as falhas, procurou ser minucioso para chegar numa decisão justa", disse o presidente do Leão.

"Diante de todos os fatos apresentados, de tudo que a gente apurou, a diretoria de futebol em sua totalidade entregou seus cargos. Em paralelo haverão também mudanças no staff administrativo do futebol do Sport", completou.

 

O atacante Mbappé será o grande reforço do Real Madrid na próxima temporada. Ao menos é o que garantiu o presidente do clube, Florentino Pérez, a torcedores após o empate com o Villarreal, pelo Campeonato Espanhol, neste sábado. O dirigente foi direto ao dizer que o atacante francês vestirá a camisa do clube merengue "no próximo ano."

A notícia surgiu num momento inusitado para o presidente do Real Madrid. Logo após deixar o estádio Santiago Bernabéu, em Madri, frustrado com o empate sem gols diante do Villarreal, Florentino Pérez ainda levou um susto quando seu motorista colidiu com um carro parado na sua frente.

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Imediatamente reconhecido por torcedores do Real que deixavam o palco do jogo, o dirigente acabou cercado. Mas nada de violência. Os merengues queriam apenas saber sobre reforços e a possibilidade de contratação do francês após tentativas frustradas antes de a janela fechar nesta temporada.

"No próximo ano", garantiu o presidente, sem se prolongar no assunto. A informação foi captada por jornalistas espanhóis que também deixavam a casa do Real Madrid. O diário Sport ainda informou que Florentino Perez não sofreu lesões com a pequena colisão.

Mbappé já estaria apalavrado com o Real Madrid e até forçou para ser negociado agora. Mas o Paris Saint-Germain não quis liberá-lo pelo projeto "Liga dos Campeões". O clube de Paris sonha em conquistar a Europa pela primeira vez e não quis liberar seu atacante. Acredita que ao lado de Neymar e Messi, pode erguer o cobiçado troféu.

O Real Madrid vai tentar que Mbappé já assine um pré-contrato no primeiro dia de 2022, como permite o regulamento de transferências da Europa. Será uma maneira de não ter concorrência na negociação e garantir que o atacante cumprirá com sua palavra.

O presidente da República, Jair Bolsonaro, fez sua tradicional live nesta quinta-feira (23) e pediu para os brasileiros economizarem energia elétrica em meio à crise hídrica que atinge o país. Por conta de uma média menor de chuvas e do aumento do desmatamento das áreas de mata, especialmente da Amazônia, o Brasil pode ver a situação se agravar cada vez mais até 2022.

"Aqui [no Palácio da Alvorada] são três andares. Quando tem que descer, mesmo que o elevador esteja aberto na minha frente, eu desço pela escada. Se puder fazer a mesma coisa no seu prédio. Ajude a gente. Quanto menos mexer no elevador, mais economia de energia nós temos", disse em um dos trechos da live.

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Durante a fala, Bolsonaro ainda pediu que as pessoas "tomem banho frio" porque "é muito mais saudável" e para que desligassem os ar condicionados ou se "está com 20ºC, passa para 24ºC, gasta menos energia".

"Até faço um pedido para você agora: tem uma luz acesa a mais na sua casa? Por favor, apague. Nós estamos vivendo a maior crise hidrológica dos últimos 90 anos. Se você puder apagar uma luz na sua casa, apague", disse ainda.

Essa é a segunda vez que o presidente toca nesse assunto durante suas lives semanais, sendo a primeira no fim do mês de agosto.

Especialistas vem alertando há meses que o governo precisava tomar medidas para evitar o agravamento da crise ou apagões energéticos. No entanto, nos mais de dois anos de governo de Bolsonaro, a destruição da Amazônia vem batendo recordes, segundo o Imazon e o Inpe. A floresta amazônica é fundamental para o ciclo das chuvas no resto do país.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) criou uma bandeira especial de tarifa para a conta de luz, a "bandeira de escassez hídrica", que ficará em vigor até 30 de abril de 2022.

Nela, há uma taxa de R$ 14,20 a cada 100 kWh consumidos. O valor é quase 50% maior do que a bandeira vermelha patamar dois, que estava vigente.

Da Ansa

Uma mulher, que ainda não foi identificada, atacou outras mulheres que vendiam camisetas com imagens do ex-presidente Lula (PT) e da ex-vereadora do PSOL, Marielle Franco, assassinada em 2018. O caso aconteceu no Largo do Machado, na área central do Rio de Janeiro.

A barraquinha também vendia panos de chão com a imagem do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A agressora parece não ter gostado do que viu e chegou a dizer que, na sua opinião, as vendedoras "deveriam morrer de fome" e que duvidava se elas conseguiriam vender alguma coisa do que estava exposto ali.

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Confira o vídeo

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O diagnóstico de Covid-19 do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, acarretou no pedido da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que a comitiva presidencial que cumpriu agenda na Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova Iorque, seja isolada ao desembarcar no Brasil. A chegada dos integrantes à Brasília ocorre nesta quarta-feira (22).

Sem citar Bolsonaro, o documento enviado à Casa Civil da Presidência recomenda o isolamento da comitiva, que conta com a primeira-dama Michelle.  O contato do chefe do Executivo com Queiroga pressupõe que a necessidade de quarentena de 14 dias também recai sobre o presidente. 

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Um diplomata da comitiva, que não teve a identidade revelada, também contraiu o vírus. Por isso, permaneceu nos Estados Unidos junto com o ministro da Saúde, onde devem cumprir o período de observação.

Entre as recomendações à comitiva, a Anvisa aponta que os integrantes se exponham ao mínimo de ambientes e pessoas ao desembarcar no Brasil, fiquem isolados por 14 dias após o último contato com Marcelo Queiroga, cumpram a quarentena no local de desembarque para evitar deslocamentos e sejam testados novamente ao chegar em solo brasileiro.

No fim da tarde desta quarta (22), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) tem compromisso agendado com o subchefe de assuntos jurídicos da Secretaria-Geral da Presidência, Pedro Cesar Sousa.

Em Nova Iorque para acompanhar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Assembleia Geral da ONU, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, perdeu a cabeça com um protesto contra o Governo Federal e fez gestos obscenos aos manifestantes. De dentro de uma van, o cardiologista se mostrou descontrolado e, de forma enérgica, direcionou o dedo do meio aos presentes no ato.

Mesmo com a irregularidade do Brasil no controle a pandemia, sobretudo no eixo de distribuição de imunizantes aos Estados, o gestor da Saúde deixou o país para compor a extensa comitiva de Bolsonaro, que desembarcou nos Estados Unidos (EUA) no domingo (19).

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Após a polêmica de ter comido pizza na rua porque o presidente está proibido de entrar em restaurantes, pois ainda não foi vacinado contra a Covid-19, Queiroga protagonizou a cena desrespeitosa em reação ao grupo que protestava contra o governo brasileiro nos EUA. Ele chegou a se levantar do assento para rebater os militantes.

Seu comportamento, distante da compostura esperada por um ministro de Estado, foi endossado pelo ministro das Relações Exteriores, Carlos França, que estava na van, mas, sem se levantar, posicionou os dedos em forma de 'arminha' - símbolo propagado por Bolsonaro na campanha de 2018 - em resposta ao ato.

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Em Brasília para oficializar seu interesse em disputar a Presidência pelo PSDB, nesta segunda-feira (20), o governador de São Paulo, João Doria, publicou a carta de inscrição como candidato ás prévias da sigla. Ele atacou os governos do PT e apontou que o Brasil atravessa "tempos de retrocesso". Antes de ser confirmado no pleito, o gestor precisa derrotar o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite, dentro do próprio PSDB.

Sem citar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o governador expôs uma percepção contrária à atual Administração Federal. "Os tempos são de retrocesso. Retrocesso institucional, democrático, econômico, ambiental, social, político e moral. Nossas instituições têm sido atacadas, mas dão provas de independência e coragem ao defenderem o que temos de mais sagrado: respeito à Constituição, ao Estado Democrático de Direito, com eleições livres, diretas e com voto eletrônico", escreveu.

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Doria parabenizou a última gestão nacional do partido com Fernando Henrique Cardoso, que já se posicionou em defesa da participação do paulista nas eleições. Sem se desprender do PT, criticou os governos dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef.

“Infelizmente, os anos que se seguiram com os governos de Lula e Dilma representaram a captura do Estado pelo maior esquema de corrupção do qual se tem notícia na história do País. Fazer políticas públicas para os mais pobres não dá direito, a quem quer que seja, de roubar o dinheiro público. Os fins não justificam os meios”, disparou.

O documento sugere que o pioneirismo na vacinação contra a Covid-19 no Brasil será um dos pontos de apoio da eventual campanha. Doria também prometeu compromisso ‘inarredável’ com a democracia e liberdade de expressão.

Em relação à agenda econômica, o governador afirma que seu projeto de país "baseia-se na pacificação nacional e em pilares sólidos: proteção aos mais vulneráveis, geração de empregos e distribuição de renda; educação em tempo integral e ensino técnico de qualidade; crescimento sustentável com equilíbrio das contas públicas; reformas que favoreçam o ambiente de negócios e a atração de investimentos; preservação do meio ambiente e integração com o agronegócio".

Em nome da França, o presidente Emmanuel Macron "pediu desculpas" aos harkis nesta segunda-feira (20), as tropas muçulmanas que lutaram junto com o Exército francês durante a guerra da Argélia, e anunciou a promulgação, em breve, de uma lei de "reparação".

"Quero dar nosso reconhecimento aos combatentes. Não esqueceremos de vocês. Peço-lhes perdão. Não esqueceremos de vocês", declarou o presidente, em uma cerimônia de homenagem, realizada no Palácio do Eliseu.

O evento contou com a presença de ex-harkis, descendentes, líderes de associações e personalidades.

Macron também prometeu apresentar, até o fim do ano, "um projeto destinado a inscrever no mármore das nossas leis o reconhecimento e a reparação para os Harkis".

"A honra dos harkis deve ficar fixada em nossa memória nacional", acrescentou, pedindo que "se cure as feridas", as quais devem ser "fechadas com palavras verdadeiras, gestos de memória e atos de justiça".

Os harkis são os ex-combatentes - em torno de 200.000 - recrutados pelo Exército francês durante o duro conflito entre os nacionalistas argelinos e a França de 1954 a 1962.

No final da guerra, alguns deles, abandonados pela já ex-metrópole, sofreram represálias na Argélia.

Dezenas de milhares deles, muitos acompanhados de suas famílias, foram transferidos para a França, onde foram alojados em "campos de trânsito e de reclassificação". Nestes locais, viveram em condições indignas, precárias e traumáticas.

Hoje, os harkis e seus descendentes fazem parte de uma comunidade de centenas de milhares de pessoas na França. Passaram por uma difícil integração no novo país, assimilados aos imigrantes e rejeitados por eles.

Em 2000, o então presidente argelino, Abdelaziz Buteflika, classificou-os como "colaboradores". Embora criticasse suas condições de vida na França, descartou seu retorno à Argélia, afirmando que "não era seu país".

Sem ter tomado vacina anticovid, o presidente Jair Bolsonaro e sua comitiva tiveram que comer pizza com a mão, nas ruas de Nova Iorque. Os restaurantes da cidade impedem a entrada de pessoas que não foram imunizadas. 

Como tradição, o Brasil abre a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) e Bolsonaro foi liberado para entrar na sede, considerada uma área internacional. Porém, não terá o mesmo tratamento fora do edifício e já sofre as restrições relacionadas à pandemia, sobretudo nos estabelecimentos comerciais de Nova Iorque.

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A comitiva presidencial desembarcou nos Estados Unidos nesse domingo (19) e comeu pizza em uma rua próxima ao local onde está hospedado. Na foto publicada pelo ministro do Turismo Gilson Machado, ele aparece acompanhado por Bolsonaro, pelo presidente da Caixa Econômica, Pedro Guimarães, dos ministros da Justiça, Anderson Torres; da Saúde, Marcelo Queiroga; da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Eduardo Ramos, e outros. 

Na publicação, Machado escreveu: “Vamos de Pizza com Coca Cola".

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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na tarde desta sexta-feira, 17, ser impossível criticar seu "time" do primeiro escalão na Esplanada dos Ministérios. "Alguns podem criticar o técnico do time, que sou, mas não podem criticar meus 23 ministros", disse o chefe o Executivo na cerimônia de início das obras da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (FICO). A rota vai integrar Goiás a Mato Grosso.

Nas palavras do presidente, que retomou elogios ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, presente no evento, seus ministros são honestos e têm "grande capacidade" administrativa. "Não foi fácil formar um ministério, as pressões políticas foram muitas, mas formamos grande ministério", afirmou. Quem também elogiou Tarcísio foi o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), recebido por vaias no evento. "É um dos mais competentes ministros desse país que já passou na pasta da infraestrutura".

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Bolsonaro reconheceu os trabalhos da chamada "ala política" da Esplanada - citando nominalmente os ministros da Casa Civil, Ciro Nogueira, e da Secretaria de Governo, Flávia Arruda. "Aos políticos, o cargo político. Aos ministérios terminativos, as nossas pessoas competentes e preparadas para desempenhar essa função. É um casamento também perfeito", declarou. "Alguns ainda querendo a volta da velha política, isso deixamos para trás, todos nós ganhamos com isso".

Contudo, a chegada de Ciro Nogueira, um cacique do Centrão, à Casa Civil, o coração do governo federal, foi interpretada justamente como uma "rendição final" de Bolsonaro à velha política. "Quando se fala em corrupção, são poucos aqueles que chegam ao Executivo, municipal, estadual ou federal, e têm realmente coragem de botar essa promessa de campanha para frente", seguiu o presidente, no evento, deixando de lado aspectos delicados de seu mandato como as denúncias de corrupção envolvendo a compra de vacinas contra a covid-19 e o fim da Operação Lava-Jato.

Em uma insistência na retórica de combate à corrupção, Bolsonaro prometeu, mais uma vez, levar o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES), Gustavo Montezano, a uma de suas lives para comentar os supostos escândalos de corrupção na instituição em governos anteriores. Uma auditoria interna feita no BNDES em 2020, porém, não encontrou irregularidades ao abrir a "caixa-preta" prometida pelo chefe do Planalto na campanha de 2018.

No evento, o presidente elogiou a Vale, que será responsável pela construção da ferrovia. "O ressurgimento desse modal era sonhado por muitos no Brasil, mas ninguém faz nada sozinho. Sempre temos que ter alguém do nosso lado, nesse caso, a iniciativa privada, a Vale. A eles, nosso reconhecimento, nossa gratidão", declarou.

O presidente da Vale, Eduardo Bartolomeo, que discursou pouco antes de Bolsonaro, afirmou o compromisso da empresa com a "segurança das pessoas e o meio ambiente". A companhia era detentora das barragens de Mariana e Brumadinho, que romperam e causaram grande dano ambiental.

A última pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (16), mostra que a reprovação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) segue crescendo e chegou ao seu pior índice, com 53% de rejeição. Em julho deste ano, o Datafolha tinha confirmado que 51% das pessoas entrevistadas não gostavam do governo Bolsonaro. 

O presidente foi avaliado positivamente como "bom" ou "ótimo" por 22% dos eleitores ouvidos, o que representa uma oscilação negativa de 2% dos 24% registrados na última pesquisa. 

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O Datafolha detalha que Bolsonaro sofreu um aumento expressivo de rejeição entre as pessoas que ganham de 5 a 10 salários mínimos, saltando de 41% para 50%. Entre os que ganham até dois salários mínimos, 56% consideram o governo do presidente ruim. 

Já entre os mais ricos do país, a reprovação de Bolsonaro saiu de 58% em julho para 46% neste mês. A pesquisa foi dos dias 13 a 15 de setembro. Segundo o Datafolha, 3.667 pessoas com mais de 16 anos foram entrevistadas em 190 municípios do Brasil. A margem de erro é de dois pontos.

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