Nesta quinta-feira (14), o deputado federal Túlio Gadelha (PDT) entrou com uma representação na Procuradoria Geral da República solicitando o acompanhamento e a apuração dos gastos "excessivos" autorizados pelo Governo Federal da comitiva de 69 pessoas na Expo Dubai.

Membros dos Ministérios da Cultura e Turismo participaram do evento nos Emirados Árabes entre setembro e outubro deste ano e, de acordo com o Portal de Transparência, até então foram gastos R$ 1,7 milhão com passagens e hospedagens da comitiva.

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Túlio aponta que o governo tem um discurso contraditório quando afirma não ter verba para prestar assistência ao país em tempos de pandemia. Além disso, para ele essa viagem mostra o quanto os membros do governo "pouco se importam com as dificuldades que os brasileiros vêm passando diariamente".

O pedetista complementa que "são recursos retirados dos cofres públicos e, ao que parece, parte desta quantia foi utilizada para o confronto e entretenimento da equipe do governo que faz parte da comitiva. Enquanto uns fazem viagem de luxo às custas do povo brasileiro, milhares de pessoas estão enfrentando filas para comprar ossos para sobreviver", pontua o deputado.

Após dizer estar seguro que Lula havia conspirado pela queda de Dilma Rousseff em 2016, Ciro Gomes foi repelido pela própria ex-presidenta, não engoliu, e "virou seus canhões" contra ela. O ex-governador do Ceará disse que a petista foi uma das pessoas "mais incompetentes, inapetentes e presunçosas que já passaram pela presidência".

Em guerra para garantir sua viabilidade eleitoral em 2022, Ciro Gomes (PDT) afirmou que um dos seus erros foi ter lutado contra o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

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O pedetista salienta que, na época do afastamento da petista, para alívio de sua consciência, ele não estava defendendo o seu mandato em si.

"(Defendi) a integridade do cargo que você toscamente ocupava. Se hoje você prefere estar ao lado dos que a traíram, obrigado por me poupar da sua incômoda companhia", disparou Ciro Gomes.

Dilma alfinetou

A ex-presidenta Dilma não deixou barato a insinuação de que Lula teria conspirado para que o impeachment dela ocorresse. No seu twitter, a petista disse que o pré-candidato do PDT à presidência tenta de tudo para reagir à sua baixa aprovação popular.

"(Ciro) mais uma vez mente de maneira descarada, mergulhando no fundo do poço. O problema, para ele, é que usa este método há muito tempo e continua há quase uma década com apenas um dígito nas pesquisas", provocou Rousseff.

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O ex-governador do Ceará, Ciro Gomes (PDT), usou o Twitter, neste sábado (2), para disparar contra o presidente Jair Bolsonaro e confirmar presença nos atos que pedem a saída do mandatário nacional e estão marcados para este sábado (2). O pedetista declarou que se juntará às manifestações de São Paulo e Rio de Janeiro.

“Hoje é mais um dia de luta contra o governo genocida de Bolsonaro. Participarei dos atos no Rio de Janeiro e em São Paulo. Conto com a presença de todos e todas vocês que encarnam esta luta contra o despotismo, a corrupção e o retrocesso”, publicou.

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Na sequência, Gomes afirmou que para que o país volte a pautar assuntos como “emprego, desenvolvimento, redução das desigualdades” é preciso exigir a prisão do presidente, a quem chamou de “criminoso”.

“Infelizmente alguns setores da política, principalmente ligados ao que existe de mais atrasado, corrupto e marginal, preferem ver o Brasil seguir sofrendo a lutar por essa causa. Serão julgados pelo nosso povo e pela história como traidores da pátria”, finalizou.

Nomes como Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL), que disputaram as eleições presidenciais de 2018 ao lado de Gomes, também confirmaram presença no ato na Avenida Paulista, região central de São Paulo (SP).

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Na esteira de manifestações contra o presidente Jair Bolsonaro, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, convocou a população para marcar presença nos atos marcados para sábado (2). Em vídeo, Lupi diz que ele e o pré-candidato às eleições presidenciais de 2022 pelo partido, Ciro Gomes (CE), participarão dos protestos.

"O PDT precisa mostrar sua cara, suas bandeiras, prestigiar o Ciro e todos os Estados da federação", afirmou o presidente nacional da sigla. "Dia 2 é o dia do nosso grito, forte e alto, para todo o Brasil ouvir: Fora".

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Segundo Lupi, Ciro deve marcar presença nos atos no Rio de Janeiro, por volta das 11h e, logo depois, ele e o presidenciável viajam para São Paulo para participar dos atos na Avenida Paulista, a partir das 15h. "Estamos pedindo a todos os movimentos que organizam o PDT para estar na rua, com a bandeira do nosso partido, para pedir o impeachment desse profeta da ignorância. Chega de Bolsonaro", clamou Lupi.

Na intenção de apoio nas urnas em 2022, o pré-candidato do PDT, Ciro Gomes, aposta nos caminhoneiros insatisfeitos com o recuo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) após o ato de 7 de setembro. Nesta segunda-feira (20), o cearense publicou um vídeo pilotando uma carreta e disse que seu sonho de infância era ser caminhoneiro.

"Meu sonho na infância era entrar na boleia de um caminhão e sair pelas estradas, Brasil afora", inicia Ciro. Na legenda, ele critica que o "preço do diesel aumenta toda semana", o que considera uma injustiça a todos, especialmente à categoria. "Bolsonaro virou as costas para os caminhoneiros", acrescentou.

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O pedetista ainda prometeu que, caso eleito, "vai melhorar o país" e apontou que o fator de impacto nos reajustes dos combustíveis é a política de preços defendida pelo Governo Federal, que “está destruindo a Petrobras”, denunciou. “[...]"preferindo cobrar do brasileiro, em dólar, os combustíveis. E pior, importando do estrangeiro aquilo que poderia ser produzido aqui em matéria de derivados de petróleo", destacou.

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Lançado pelo PSL como pré-candidato à Presidência, o apresentador José Luiz Datena recebeu, nesta semana, um convite de filiação partidária ao PDT.

Em entrevista ao Estadão/Broadcast, Carlos Lupi, presidente da sigla, disse que deu a opção de o apresentador concorrer a vice-presidente, integrando uma chapa com Ciro Gomes na disputa pelo Palácio do Planalto em 2022. Além dessa opção, segundo Lupi, ele poderá concorrer ao governo de São Paulo ou a uma cadeira no Senado, pelo Estado.

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"Senti que ele gostou da ideia", avaliou Lupi sobre a proposta feita. Segundo o pedetista, apesar de Datena ter se filiado há pouco tempo no PSL, o apresentador disse estar insatisfeito com o partido devido a problemas internos e não quer permanecer na legenda.

Lupi conta que Ciro tem uma boa relação com o apresentador e eles já tinham tido conversas informais sobre o tema. Diante do convite oficial, o presidente do PDT disse que Datena "está para decidir", mas nenhum dos dois estabeleceu um prazo para a resposta.

Ciro é sondado como o possível candidato a representar a terceira via para o pleito de 2022, frente que faz forte oposição ao presidente Jair Bolsonaro. Sobre um possível impacto negativo de posicionamentos já feitos a favor de medidas do chefe do Executivo e de entrevistas concedidas, Lupi avalia que isso não é uma preocupação. "Ele é jornalista, entrevista todo mundo", comenta. "Faz parte do jornalismo".

De acordo com Lupi, a escolha de qual cargo Datena pode se lançar depende também das pesquisas eleitorais.

Na noite desta quinta-feira (17) a deputada federal pelo estado de São Paulo (SP), Tabata Amaral, fez o anúncio oficial de sua filiação ao PSB, durante uma entrevista no programa Conversa com Bial, exibido pela Rede Globo. A parlamentar estava sem legenda desde que rompeu com o PDT em 2019, após votar a favor da reforma da Previdência, contrariando a orientação do partido.

"Como alguém que acredita em partidos e ficou dois anos nessa luta para conseguir o direito de se filiar a um novo partido, eu vou para o PSB, foram muitas conversas, e vou muito feliz", disse, se referindo ao impasse na Justiça que resultou no parecer positivo do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em maio deste ano, autorizando a saída do PDT sem a perda do mandato.

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O namorado dela, João Campos (PSB), que é prefeito do Recife (PE), também participou da conversa. Contudo, quando perguntada se a entrada no partido teria ligação com as ambições de Campos, Tabata pontuou que sua “trajetória política é independente”, assim como foram as conversas com os partidos, e disse achar “natural” ambos estarem no “mesmo lugar”, pois o casal possui “uma visão de Brasil que é muito compartilhada”.

Segundo a deputada, a escolha do PSB foi tomada após muitas conversas e tem maior  relação com o caráter progressista da legenda. Para ela, o partido apresenta “muita clareza do seu papel no combate a esse governo tão autoritário, tão incompetente, tão corrupto que infelizmente lidera o nosso país”.

Tabata Amaral ainda pontuou o desejo de ver Luiza Trajano, dona da rede Magazine Luiza, como candidata à Presidência em 2022 e citou o nome do ex-governador Márcio França (PSB) como uma opção para assumir o comando do estado de São Paulo.

 

Um levantamento eleitoral divulgado nesta quinta-feira (16) mostra Ciro Gomes (PDT) em terceiro lugar, com 16,6%, no Ceará, na disputa pela presidência da República. Ciro é ex-governador do Estado, que é tido como curral eleitoral dos Ferreira Gomes. No 1º turno da disputa que aconteceu em 2018, Ciro foi o mais votado, mas não conseguiu avançar para o 2º turno.

Segundo o Paraná Pesquisas, com 45,2% das intenções de votos, o ex-presidente Lula (PT) é o melhor colocado, com ampla vantagem sobre o presidente Bolsonaro (sem partido), que aparece em segundo lugar com 20,3%. Na quarta posição aparece o ex-ministro Sérgio Moro (1,9%).

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Confira o resultado

Lula (PT): 45,2%

Jair Bolsonaro (sem partido): 20,3%

Ciro Gomes (PDT): 16,6%

Sergio Moro (sem partido): 1,9%

João Doria (PSDB): 1,4%

Luiz Henrique Mandetta (DEM): 0,6%

Simone Tebet (MDB): 0,5%

Não sabe/Não respondeu: 3,8%

Nenhum/Brancos/Nulos: 9,7%

A pesquisa ouviu 1.540 eleitores de 86 cidades do Ceará, por telefone, entre os dias 11 e 15 de setembro. A margem de erro é de 2,5% e o grau de confiança de 95%

No protesto convocado pelo Movimento Brasil Livre (MBL) contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o presidenciável Ciro Gomes (PDT) disse aos manifestantes na Avenida Paulista, em São Paulo, que o ato pró impeachment deste domingo (12) "é só o começo". Com baixa adesão em outras capitais, as mobilizações denunciaram os líderes das intenções de voto para reforçar a necessidade de um candidato da 'terceira via' para 2022.

A presença do pedetista confirmou a aliança com entidades de centro-direita após reiterados ataques contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Jair Bolsonaro. O PT se recusou a participar das movimentações e foi criticado mais uma vez por Ciro. "Haverá tempo para o PT amadurecer", declarou.

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Na contramão da orientação da esquerda, o ex-ministro do Esporte dos governos petistas, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) alfinetou o partido, mas não escondeu certo desconforto em dividir o palanque com siglas de correntes ideológicas opostas, como o Novo e o DEM.

"É um processo e no processo atrás dessa frente ampla há um misto de acomodação. Eu compreendo a situação do PT, mas as redes sociais estão polarizadas hoje. Temos que fazer um degelo. Eu nunca imaginei que estaria no carro do MBL. Mas estarei onde tiver de estar. Não existirá 2022 sem 2021. E a luta em 2021 é para tirar Bolsonaro. Nós temos que juntar gente. Só a esquerda isolada não derruba Bolsonaro, não ganha a eleição presidencial", assegurou.

Também ventilado para disputar à Presidência, o primeiro ministro da Saúde da gestão Bolsonaro, Luiz Henrique Mandetta (DEM), comentou sobre os prejuízos da polarização política que se fortaleceu desde a última eleição.

"Tem mais de 50% da população que não quer esses dois polos. Está muito fragmentado, espero que quando comece a definir o rosto. Nós vamos passar por muitas análises, a posição é coletiva. Quem quer apoio tem que se expor", apontou o ortopedista que iniciou o enfrentamento à pandemia no Brasil.

O pré-candidato João Amoêdo (Novo) e a ex-líder do Governo na Câmara, a deputada Joice Hasselman (PSL-SP), também se uniram aos líderes do MBL, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), o vereador Fernando Holiday (Novo-SP) e o deputado estadual Arthur do Val (Patriota-SP) na concentração da Paulista.

Nesta sexta-feira (10) o ex-ministro Ciro Gomes (PDT-CE) voltou a compartilhar um vídeo no qual defende o uso da palavra “traidor” para definir o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Segundo ele, “agora caiu a ficha até entre os mais ferrenhos bolsonaristas: o homem é um traidor completo”.

No vídeo, publicado originalmente em junho deste ano, Gomes afirma que Bolsonaro “traiu as Forças Armadas, traiu a democracia, traiu nosso País”. Na avaliação do pré-candidato à Presidência em 2022, o chefe do Executivo só não traiu a família e a si próprio "porque ele é a própria traição escancarada, a traição em pessoa".

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Em outra postagem, o pedetista também criticou a nota publicada por Jair Bolsonaro na tarde desta quinta (9). “A nota que Bolsonaro divulgou há pouco é a rendição mais ridícula e humilhante de um presidente em toda história mundial. E a prova de que ele não tem mais autoridade política nem moral de governar o país”, disse, no Twitter. 

 

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) afirmou, nesta sexta-feira (09), que a nota divulgada pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) "é a rendição mais ridícula e humilhante de um presidente em toda história mundial".

O pedetista aponta não saber se a nota "traz mais alívio ou vergonha. Não deixa de trazer certo alívio momentâneo, porque sua covardia, sendo maior que sua irresponsabilidade, nos livra temporariamente de um desenlace mais dramático", diz Ciro.

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Confira o fio da publicação.

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As falas de Ciro Gomes se referem à nota de Declaração à Nação, do presidente Bolsonaro, após os ataques ao STF e a democracia nos protestos do dia 7 de setembro. "Nunca tive nenhuma intenção de agredir quaisquer dos Poderes. A harmonia entre eles não é vontade minha, mas determinação constitucional que todos, sem exceção, devem respeitar", disse Bolsonaro.

O ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) afirmou nesta terça-feira (24), que o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), e o ex-presidente Lula (PT), "seguem abraçando bandidos conhecidos e atacando quem os enfrenta de cabeça erguida". O pedetista, que deve concorrer a vaga de presidente da República, declarou que sua missão é "livrar o Brasil de Bolsonaro e do lulopetismo".

As declarações de Ciro acontecem um dia depois de Haddad dizer em entrevista à revista Fórum que falta "vergonha e juízo" ao ex-governador. Na tarde de hoje, Ciro resolveu responder ao que foi dito sobre ele.

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"Aos puxa-sacos eu entendo, só não os respeito. Tudo que Haddad tem na vida política deve a Lula. Já eu, a ele não devo nada. Por isso sou livre para criticá-lo. Haddad, não! Tem que ser seu bajulador eterno, sempre da turma do amém", declarou.

O pedetista, que já foi ministro no governo Lula, assegurou que Haddad "aceitou ser poste. Eu jamais aceitaria. Sua subserviência, incompetência e falta de amor ao país, deu a presidência do Brasil ao Bolsonaro", pontua.

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Nessa sexta-feira (21), o pré-candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes, disse que era "limpo" e nunca respondeu por corrupção. Nos esforços para protagonizar a "terceira via" e enfrentar o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas urnas, Ciro vem atacando os adversários, mas aposta na sua experiência para 2022.

"Eu não tenho empresa, não tenho negócio, não tenho interesse em dinheiro. O que me apaixona é fazer história, mexer com o Brasil", afirmou em participação no podcast Inteligência Ltda.

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"Nunca respondi por corrupção"

Com objetivo de estimular o debate político, com foco na atual situação do Brasil, Ciro se mostrou mais pacificador e disse que não quer ser o senhor da verdade.

Com cerca de 40 anos de atuação, ele acredita que sua experiência política e idoneidade devem fortalecer sua campanha à Presidência. "Eu sou limpo, são 40 anos de experiência concreta, nunca respondi por corrupção, por nada nem para ser absolvido", destacou o pedetista.

Eleito prefeito de Fortaleza em 83, Ciro seguiu carreira com passagens pelo Governo do Ceará, na Câmara dos Deputados, e em duas cadeiras no Executivo como ministro da Integração Nacional e da Fazenda, nos governos Lula e Itamar Franco.

Ele aproveitou para comentar sobre seu livro lançado em 2020, 'Projeto Nacional: o dever da esperança', classificado pelo autor como 'uma declaração de amor ao país' em 274 páginas.

O ex-presidente Lula (PT) comentou sobre a relação turbulenta com Ciro Gomes (PDT), ex-governador do Ceará. Em entrevista veiculada nesta sexta-feira (20) no jornal O Povo, o petista classificou como “legítimo” o direito de Gomes criticá-lo, mas ressaltou que não vai se “preocupar em responder às agressões" do político.

"Ele diz o que ele quiser, e eu digo o que eu quero. Quando um não quer, dois não brigam", declarou Lula, que desembarca no Ceará no mesmo dia em que a entrevista foi publicada. O presidenciável, que aparece em primeiro lugar nas pesquisas de intenção de votos, está em caravana pela região Nordeste, onde define alianças para as eleições de 2022.

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Na semana passada, em mais um episódio de críticas públicas, Ciro Gomes acusou o ex-presidente de ser responsável pela “tragédia brasileira”, que, de acordo com o cearense, teria culminado na eleição de Jair Bolsonaro (sem partido) em 2018. A declaração foi dada ao programa “Conversa com Bial”, na Rede Globo.

"Os grandes amigos que ele [Lula] tinha, que diziam 'menos, Lula', morreram todos. Ele está cercado de bajuladores de quinto nível. O ego do Lula agora não tem reparo, não tem contradição, despirocou geral", continuou Gomes, que acredita ser o principal adversário do petista no próximo processo eleitoral.

Nesta quarta-feira (18), o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AM) visitou a sede do PDT, em Brasília, onde foi recebido pelo presidente da legenda, Carlos Lupi. Na ocasião, Lupi formalizou o desejo do partido em transformar o parlamentar em um de seus quadros.

Em suas redes sociais, o pedetista compartilhou uma fotografia do encontro. “Agora na sede do @PDT_Nacional com o amigo @randolfeap Sempre tendo boas reflexões com ele que é muito aguerrido e comprometido com o nosso Brasil”, publicou Lupi.

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De acordo com o colunista Ancelmo Góes, do jornal O Globo, políticos ligados a Rodrigues e a Lupi especulam que o senador deve disputar as próximas eleições pelo PDT. Ele é cotado pela imprensa do Amapá como um possível candidato ao governo do estado em 2022.

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Foi aprovado na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (10), o texto-base da Medida Provisória (MP) 1045, também chamada de "minirreforma trabalhista”. A versão proposta pela Câmara conta com mais de 96 prerrogativas que supostamente incentivam a contratação de jovens de 18 a 29 anos. O placar da votação foi de 304 parlamentares a favor e 133 contra.

Alguns parlamentares, no entanto, pontuam as problemáticas envolvendo o pacote de alterações. Para o deputado federal Tadeu Alencar (PSB-PE), a MP é “indefensável”, já que “em plena pandemia, sob o pretexto da retomada do crescimento”, “precariza ainda mais as relações de trabalho e inibe, desavergonhadamente, as atribuições do Ministério Público do Trabalho (MPT) e da Justiça do Trabalho”.

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Em linhas gerais, a iniciativa encabeçada pelo governo federal, que mais uma vez atua para modificar de maneira permanente a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), permite contratações com regras mais flexíveis, e apresenta também novos programas:

Priore (Programa Primeira Oportunidade e Reinserção no Emprego), que incentiva a contratação de jovens de 18 a 29 anos e de pessoas com mais de 55 que estão desempregadas há mais de um ano. O programa permitirá a contratação de trabalhadores por até dois salários mínimos e redução de recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Requip (Regime Especial de Trabalho Incentivado, Qualificação e Inclusão Produtiva), que flexibiliza a contratação de jovens de 18 a 29 anos. Sem vínculo formal de trabalho, o programa prevê o pagamento de uma bolsa - parte bancada pela empresa e parte pelo governo -, que poderá ser de até R$ 550, valor variável de acordo com a carga horária.

Programa Nacional de Prestação de Serviço Social Voluntário, que flexibiliza a contratação de jovens de 18 a 29 anos para trabalhos temporários pelas prefeituras, sendo a jornada máxima de 48 horas mensais, limitada a seis diárias e três dias por semana.

Em abril, quando as alterações foram discutidas pela primeira vez, o MPT, através de nota, condenou a MP: “Trata-se assim de uma modalidade de trabalho altamente precarizada, que criará uma espécie de ‘trabalhador de segunda classe’”. Ademais, o órgão destacou que não existe nenhum mecanismo que impeça os empregados atuais de serem substituídos pelos trabalhadores admitidos via Regime Especial de Trabalho Incentivado (Requip).

Classificada como “rolo compressor do Ministério da Economia e do governo Bolsonaro contra o trabalhador brasileiro” pela deputada federal Marília Arraes (PT-PE), a minirreforma torna permanente a redução das jornadas de trabalho com corte salarial em casos de calamidade pública, ação tomada inicialmente em 2020 em decorrência da pandemia do novo coronavírus.

Nestes casos, o governo pagará ao trabalhador o Benefício Emergencial, que corresponde ao valor do percentual reduzido tendo como base a parcela do seguro-desemprego a que o funcionário teria direito. Apesar da primeira aprovação da MP na Câmara, algumas alterações foram negociadas pelo relator Christino Áureo (PP-RJ). Um exemplo disso, segundo o deputado Túlio Gadelha (PDT-PE), foi a retirada do artigo 66 antes presente no documento.

“Uma emenda nossa foi acatada e, por isso, conseguimos reduzir os danos. As empresas continuarão precisando manter as vagas obrigatórias dos jovens aprendizes, previsto no artigo 429 da CLT, e o Requip não substituirá a aprendizagem profissional”, disse, ressaltando o caráter “danoso” do pacote de mudanças.

As demais propostas de mudança dos textos serão votadas no Plenário nesta quarta-feira (11). Na sequência, o projeto segue para apreciação do Senado.

 

 

A maior parte dos parlamentares pernambucanos na Câmara dos Deputados votou contra a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que buscava implementar o voto impresso como um suposto complemento às urnas eletrônicas brasileiras. A mudança foi derrotada durante a sessão realizada na noite desta terça-feira (10).

Para a deputada federal Marília Arraes (PT-PE), que fez oposição à PEC defendida pelo atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a votação “foi fundamental para defender a nossa democracia”. Ao LeiaJá, a parlamentar ressaltou ainda que “o atual modelo de votação é seguro e o objetivo de quem defende essa mudança no processo eleitoral é criar desinformação entre a população”.

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Também na mesma direção do que tem afirmado o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nas últimas semanas, Carlos Veras (PT-PE), foi outro parlamentar a votar contra e questionar as motivações por trás da defesa do voto impresso.

“A urna eletrônica é auditável, segura e não é conectada à internet, o que impede qualquer invasão de hacker. Acreditamos que arquivamos de vez esse retrocesso no Congresso Nacional, que consistia em voltar às contagens manuais de votos nos próprios locais de votação, como queria o texto do relator”, defendeu.

A sessão que decidiu por enterrar a possível mudança institucional ocorreu no mesmo dia em que as Forças Armadas desfilaram com blindados e tanques de guerra nos arredores da Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), a poucos metros de distância do Congresso.

Parte dos parlamentares interpretou o gesto como uma ação ofensiva do presidente, presente na manifestação, ao lado dos militares. O deputado Tadeu Alencar (PSB-PE), por exemplo, que também posicionou-se contra a proposta, ressaltou a importância de “discutir serenamente o aprimoramento do sistema”, “mas não sob ameaças”.

“Essa discussão poderia ter outra conotação, se deslocada das reiteradas manifestações do presidente da República, não só de desapreço pela democracia como de investidas golpistas que merecem o mais enérgico repúdio. Dizer que não haveria eleições se o voto impresso não fosse aprovado - com fraudes jamais verificadas - e ainda mais com tanques na rua, merecia, como mereceu, a manifestação da Câmara dos Deputados, como recebeu antes do STF e de amplos setores da vida brasileira”, pontuou, relembrando as mais recentes declarações de cunho antidemocrático feitas por Bolsonaro.

Em seu Twitter, Felipe Carreras (PSB-PE), também deputado, disse acreditar que “nosso sistema atual [urnas eletrônicas] é um sistema consolidado, que nunca foi questionado e que já elegeu presidentes de esquerda e de direita”. De acordo com ele, o voto impresso poderia custar até R$ 2,5 bilhões aos cofres públicos.

Outro político a fazer coro ao lado da oposição pernambucana foi Túlio Gadelha (PDT-PE), cujo entendimento é de que a PEC não tem “nenhuma relevância” para o país, sobretudo no ambiente de acirramento das crises social e econômica. “Primeiro eu gostaria de externar a tristeza de ter um projeto sem relevância nenhuma sendo debatido na Câmara em um momento como esse, de desemprego altíssimo, queimadas na Amazônia e boa parte da população, 18 milhões, estarem em situação de insegurança alimentar”.

“Infelizmente, nós tivemos ainda 229 parlamentares que votaram a favor do voto impresso e, inclusive, a gente questionou esses parlamentares: se eles desconfiam das urnas eletrônicas, deveriam ser coerentes com essas posições e renunciarem aos seus mandatos”, disse.

 

Fora do PDT após conseguir se desfiliar do partido com a autorização do Tribunal Superior Eleitoral (sem partido), a deputada Tabata Amaral deve se filiar ao PSB nas próximas semanas. O seu namorado e prefeito do Recife, João Campos (PSB) foi um dos principais responsáveis pelas tratativas com o partido.

Segundo o Estadão, Tabata quer uma sinalização do PSB de que vai poder disputar a Prefeitura de São Paulo em 2024. O PSD e o PSDB chegaram a sondar a deputada, mas as conversas não avançaram. 

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Tabata Amaral deve chegar ao PSB após o partido ganhar mais força com a vinda de suas lideranças de peso: o governador do Maranhão Flávio Dino, que trocou o PCdoB para disputar uma vaga ao Senado em 2022. e o deputado federal Marcelo Freixo, que deixou o PSOL para disputar o governo do Rio de Janeiro.

O PDT acionou o Supremo Tribunal Federal nesta terça-feira, 10, com uma representação que pede a interdição do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com a legenda, o presidente 'age na contramão dos atos que uma pessoa em plena saúde mental agiria', com a 'finalidade deliberada de causar danos à população'. O partido diz ainda que Bolsonaro conduz o País 'ao abismo com as suas condutas negacionistas e obscurantistas em detrimento da ciência, do regime democrático e da separação dos poderes'.

"O povo brasileiro que sofre as agruras das incapacidade mental do Presidente da República, no que, bem por isso, deve receber a salvaguarda dos influxos deletérios provenientes da mente do Senhor Jair Messias Bolsonaro", registra a petição.

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No documento, o PDT, o presidente da legenda Carlos Lupi e o ex-deputado Ciro Gomes listam diversas ações do presidente, as quais classificam como 'condutas que jamais seriam praticadas por pessoas em plenitude comportamental'.

A mais recente delas diz respeito ao 'desfile' de tanques de guerra na Esplanada dos Poderes nesta manhã, no mesmo dia em que a Câmara dos Deputados deve decidir sobre o voto impresso, bandeira do chefe do Executivo. "Obviamente que o desfile é uma tentativa de intimidação para o Poder Legislativo, o que é uma loucura, uma conduta que não guarda sintonia com o cargo de Presidente da República", registra a representação apresentada ao STF.

O documento cita ainda os ataques de Bolsonaro a ministros do Supremo Tribunal Federal e a cruzada do presidente contra as urnas eletrônicas. A ofensiva de Bolsonaro gerou uma reação em cadeia do Judiciário na última semana, com duas notícias-crimes apresentadas pelo Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente, além de duros recados dados por ex-presidentes da corte eleitoral e pelo chefe do STF, ministro Luiz Fux. Uma das peças encaminhadas pelo TSE ao Supremo culminou na abertura de mais uma investigação contra Bolsonaro, vinculado do inquérito das fake news.

O PDT fala ainda na 'atuação desastrosa' de Bolsonaro na pandemia apontando que o presidente tem uma 'estratégia na disseminação da covid'. De acordo com o partido, o presidente 'não tem o discernimento necessário, nem tampouco capacidades mentais plenas para seguir' no cargo 'pois não se afigura aceitável que um Presidente da República atue com a finalidade de conduzir a população à morte'.

"A população brasileira assistiu, incrédula, a condução genocida e ignóbil do Presidente da República, que insiste em entronizar o negacionismo e o obscurantismo em detrimento da ciência e da vida humana. Menoscabou-se a vacina, as medidas restritivas e os estudos científicos. Tudo isso com o cerne único e inabalável de satisfazer caprichos escusos e desejos de índole duvidosa", diz a peça.

Mirando a corrida presidencial de 2022, o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) chamou o atual chefe do Executivo, Jair Bolsonaro (sem partido), de “mentiroso mor da república”. A declaração foi feita nesta sexta-feira (30), um dia após Bolsonaro ter feito uma live alegando fraude nas eleições de 2018, mais uma vez sem apresentar provas.

"Enquanto outros governos trouxeram a corrupção para o centro do poder, o de Bolsonaro, além de mantê-la, colocou no seu eixo a mentira. Esta prática, que contamina todas suas ações e escalões, teve ontem um ritual supremo", disse o presidenciável em seu Twitter.

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Segundo Ciro, que continuamente critica a gestão bolsonarista, além de não cumprir com a promessa feita anteriormente de apresentar provas das supostas fraudes eleitorais, Bolsonaro ainda “soterrou qualquer possibilidade de uma modernização do sistema” de votação. Em maio deste ano, o pedetista chegou a defender a implementação do chamado voto impresso auditável.

"Este governo, que ampliou o sentido da corrupção, fazendo-a transbordar das órbitas política e financeira para a da corrupção da linguagem e dos significados, continua sua marcha de impunidade sem que o Congresso e o Judiciário acionem as ferramentas democráticas. Impeachment, já!", finalizou.

Conforme a reportagem do LeiaJá, o dispositivo central do sistema eleitoral no Brasil, a urna eletrônica, permite recontagem de votos, é rápida e passa por etapas de auditoria antes, durante e depois da eleição. Não há registro de fraudes desde a sua primeira utilização, em 1996.

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