O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) publicou, nessa segunda-feira (5), o resultado dos aprovados no Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020. No total, 1.085 médicos diplomados no exterior poderão dar entrada na validação do seu certificado e exercer a profissão no Brasil.

A lista foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e também pode ser verificada na página do participante no sistema Revalida. Os aprovados devem se encaminhar para a instituição de ensino superior que indicaram na inscrição para solicitar a emissão do diploma validado.

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O prazo de espera é de, no mínimo, um ano. Já os participantes que não foram aprovados poderão realizar apenas a segunda fase nas próximas duas edições, tendo a aprovação na primeira fase garantida por esse período.

As provas da segunda fase da edição de 2020 foram aplicadas nos dias 10 e 11 de julho de 2021. O calendário foi modificado devido à pandemia do novo coronavírus. A edição de 2021 teve sua primeira fase aplicada no dia 5 de setembro, e a segunda fase ainda terá as datas divulgadas.

Médicos removeram mais de um quilo de pregos e parafusos do estômago de um paciente, que engolia os objetos metálicos após parar de beber. O caso aconteceu em Klaipeda, na Lituânia, na semana passada.

O rapaz, que não teve o nome divulgado, foi internado com fortes dores abdominais e uma radiografia do estômago mostrou pedaços de metal, que chegavam a medir 10 cm.

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"Durante a operação de três horas com controle de raios-X, todos os corpos estranhos, mesmo os menores, do estômago do paciente foram retirados”, disse o cirurgião Sarunas Dailidenas.

 

A advogada Bruna Morato afirmou nesta terça-feira, 28, na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid, no Senado, que os médicos que acusam a rede Prevent Senior de cometer irregularidades e fraudes tinham "medo" de denunciar a operadora de saúde aos conselhos regionais e federal de Medicina. Segundo ela, o receio ocorreu por uma suposta relação entre integrantes das associações e a empresa e porque eles seriam obrigados a se identificar nos conselhos para acusar a rede.

O presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), criticou a atitude dos médicos. O senador disse que não estava fazendo um "juízo de valor" ou "julgamento" dos profissionais, mas que eles "não fizeram o papel e o dever deles". Para Aziz, os médicos deveriam ter denunciado a obrigatoriedade de recomendação de medicamentos com ineficácia comprovada, como hidroxicloroquina, contra a covid-19 a pacientes da Prevent Senior.

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"O fato é que a Prevent Senior usou um tratamento que não é comprovado cientificamente, mas existe um outro fato também", disse. "Esses profissionais de saúde, mesmo pelo juramento que eles fazem, fizeram quando receberam o diploma, eles tinham o dever e a obrigação de fazer a denúncia ao CRM e ao CFM, que eles estavam sendo obrigados, dentro de uma unidade de saúde, a prescrever medicamentos que não estavam salvando ninguém e, pelo contrário, estava matando gente."

Bruna Morato defendeu os médicos e os classificou como "pessoas muito boas", "idôneas" e que "detêm minha máxima confiança". Ela comparou a situação dos médicos a pessoas que são vítimas de violência doméstica. "Eles têm extrema resistência em se identificar e fazer denúncia, justamente por conta da política de opressão. Se você trabalha numa empresa cujo lema é a lealdade, não existe qualquer possibilidade técnica de você fazer uma denúncia identificada como é o caso do CRM e CFM", afirmou a advogada.

Bruna negou à CPI que os dados do dossiê disponibilizado ao colegiado tenham sido obtidos ilegalmente. A acusação foi feita pelo diretor executivo da operadora de saúde, Pedro Benedito Batista Júnior, durante depoimento à CPI na semana passada. Segundo ele, profissionais responsáveis pelo documento invadiram prontuários de pacientes para coletar as informações.

A advogada afirmou que os prontuários foram entregues pela Prevent Senior ao Conselho Federal de Medicina (CFM) em razão de um processo movido contra um médico que supostamente teria vazado informações.

No depoimento, Bruna Morato também reafirmou que, quanto a política de incentivo ao uso de remédios do "kit covid", a Prevent Senior teria colaborado com dados de pesquisa que apontavam a prescrição como eficaz.

A CPI da Pandemia ouve na terça-feira (28), a partir das 10h, a advogada Bruna Morato, representante dos médicos que trabalharam na Prevent Senior e elaboraram um dossiê entregue à comissão com diversas denúncias sobre o tratamento da empresa aos pacientes com Covid-19, inclusive com a alteração de prontuários.

O requerimento de convocação de Morato foi apresentado pelo senador Humberto Costa (PT-PE). Nos últimos dias, a CPI tem se dedicado a mais uma linha de investigação: eles apuram, a partir do dossiê dos médicos, se a operadora usou indiscriminadamente em pacientes da rede remédios sem eficácia comprovada pela ciência, como a hidroxicloroquina. Eles ainda apuram se a Prevent Senior realizou experimentos com pacientes sem autorização das famílias e da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e se esses estudos teriam sido usados pelo Ministério da Saúde por meio do "gabinete paralelo”.

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Na última quarta-feira (22), quando a CPI ouviu o diretor-executivo da operadora Pedro Benedito Batista Jr, senadores denunciaram que relatos e mensagens apresentados por médicos que trabalharam na empresa de saúde indicam que a Prevent Senior alterava atestados de óbitos para ocultar a morte de pacientes por Covid-19. Eles também afirmaram que o dossiê apontava para indícios de que os médicos da rede seriam orientados a fraudar os prontuários, alterando a CID (Classificação Internacional de Doença) dos pacientes que deram entrada com Covid-19 e colocando no lugar qualquer outra doença.

Em seu depoimento, Batista Jr. chegou a admitir alteração da CID em prontuários médicos, mas negou as acusações contidas no dossiê, que classiicou de “fraudulento”. Os senadores querem agora esclarecer os detalhes do documento junto a representante dos médicos e confrontar os dados.

*Da Agência Senado

Por meio da Secretaria Municipal de Administração e da Secretaria Municipal de Saúde, a Prefeitura de Caruaru (PE) recebe inscrições para processo seletivo público simplificado que visa à contratação para o cargo de médico. Os interessados devem realizar a candidatura exclusivamente de forma eletrônica, por meio da página, até o dia 22 de setembro.

A seleção será composta por etapa única, de análise curricular, com caráter eliminatório e classificatório, em que será realizada análise da documentação comprobatória das informações prestadas no formulário de inscrição.

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São ofertadas cinco vagas – sendo quatro destinadas à ampla concorrência e uma para pessoa com deficiência (PCD)- para o cargo de médico clínico geral plantonista. Para concorrer, é necessário ter curso superior completo em medicina e registro no conselho de classe.

Os profissionais cumprirão carga horária semanal de 24 horas e receberão remuneração mensal de R$ 8.454.40. A seleção será válida por seis meses, podendo ser prorrogados por igual período, a partir da data de homologação do resultado final. Mais informações sobre a seleção simplificada podem ser encontradas no edital, disponível no endereço eletrônico.

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Um grupo de 15 médicos que dizem ter trabalhado na Prevent Senior encaminhou para a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid no Senado um dossiê no qual informa que integrantes do chamado "gabinete paralelo" do governo de Jair Bolsonaro usaram a operadora de saúde como uma espécie de laboratório para comprovar a tese de que o chamado "kit covid" (hidroxicloroquina e azitromicina) era eficiente contra a doença. Eles revelaram também que pacientes não foram informados do tratamento experimental, o que é ilegal.

O documento assinado pelos profissionais foi revelado na quinta-feira pela GloboNews. O jornal O Estado de S. Paulo também teve acesso. Em entrevista à emissora de TV, médicos acrescentaram que a operadora de saúde omitiu mortes pela doença em estudo no qual pretendia comprovar a eficácia do kit covid.

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Segundo eles, nove pacientes vieram a óbito, mas o estudo relata que foram apenas dois casos. Essa pesquisa foi citada por Bolsonaro como prova da sua falsa tese de que as pessoas não precisavam fazer quarentena ou usar máscara porque a combinação de cloroquina e azitromicina curaria a doença, o que contraria a Organização Mundial de Saúde (OMS).

O documento sob análise da CPI não é apócrifo. Dele constam os nomes dos 15 médicos e uma série de mensagens de WhatsApp apresentadas como prova. Uma delas é do diretor da Prevent, Fernando Oikawa. "Iremos iniciar o protocolo de HIDROXICLOROQUINA + AZITROMICINA. Por favor, NÃO INFORMAR O PACIENTE ou FAMILIAR, (sic) sobre a medicação e nem sobre o programa", orientou o executivo no grupo de médicos, segundo revelou a GloboNews.

O dossiê apresentado aos senadores alerta que o estudo foi feito com mais de 700 pacientes - e não os 200 declarados no projeto inicial. Informa ainda que a média de idade das pessoas que foram submetidas à pesquisa é superior a 60 anos, o que sugere a inclusão de grande número de idosos "e, portanto, grupo considerado de maior risco da covid-19".

A denúncia levada pelos médicos à CPI afirma ainda que, no ano passado, após críticas do ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta a subnotificações de mortes de pacientes e ao atendimento da Prevent Senior a idosos, a diretoria da operadora "fez um pacto com o gabinete paralelo para livrar a empresa das críticas".

Segundo o dossiê, a médica oncologista Nise Yamaguchi "frequentava a Prevent Senior para alinhar os tratamentos precoces". Os médicos afirmam que ela "assessorava pacientes internados na Prevent Senior que eram considerados 'especiais' pelo governo".

Nise, que chegou a ser cotada para assumir o Ministério da Saúde após a demissão de Mandetta, é apontada como integrante do "gabinete paralelo", grupo extraoficial que aconselhou Bolsonaro sobre ações a serem tomadas no combate à covid-19.

A existência de uma equipe fora da estrutura do Ministério da Saúde que era ouvida para definir políticas públicas foi revelada por Mandetta, demitido pelo presidente após se negar a assinar protocolos que recomendavam o uso de medicamentos com ineficácia comprovada, como cloroquina, hidroxicloroquina e ivermectina, contra a doença.

A Prevent Senior anunciou, em março do ano passado, que faria o estudo para testar a eficácia da hidroxicloroquina associada ao antibiótico azitromicina contra a covid-19. A pesquisa foi suspensa logo em seguida, em 20 de abril, pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep). O órgão descobriu que os testes com pacientes haviam começado antes de a operadora receber o aval para a pesquisa, o que é proibido no País.

Apoio

Em 5 de abril do ano passado, Bolsonaro divulgou em seu Twitter uma "live" sobre hidroxicloroquina em que participaram Pedro Batista Junior, diretor executivo da Prevent Senior, e o médico virologista Paolo Zanotto, suspeito de fazer parte do gabinete paralelo. "Esclarecedores dados e pró-atividade (sic) contra o covid-19", escreveu o presidente.

Na transmissão ao vivo, Zanotto e Batista Jr. são questionados sobre o motivo de o governo Bolsonaro não ter adotado, até então, um protocolo para medicar hospitalizados com hidroxicloroquina.

Zanotto diz que, naquele momento, Nise e o médico Luciano Dias Azevedo - também apontado como integrante do gabinete paralelo - estavam com o "high brass" (alto escalão) do governo, em Brasília, discutindo a questão "muito mais perto do que vocês imaginam".

O grupo de médicos que apresentou a denúncia contra a operadora relatou à CPI que, no ano passado, a Prevent Senior comprou mais de 3 milhões de comprimidos de medicamentos do tratamento precoce, como cloroquina e ivermectina. "Quantidade suficiente para medicar cerca de 500 mil clientes da operadora", dizem no documento.

Em 18 de abril, Bolsonaro publicou em uma rede social que a Prevent Senior havia lhe informado sobre alguns resultados do estudo. Segundo o presidente, 412 pacientes haviam optado por tomar hidroxicloroquina, 8 foram internados e nenhum intubado. "O número de óbitos foi zero. O estudo completo será compartilhado em breve", registrou Bolsonaro.

O grupo que denuncia a Prevent afirma que o médico Rodrigo Ésper, da operadora, sugeriu, em um áudio no WhatsApp, revisar os números do estudo citado por Bolsonaro. Na mensagem, ele afirma que os dados precisam ser "assertivos e perfeitos porque o mundo está olhando para a gente". "Até o presidente da República citou a gente. Esse áudio tem que ficar aqui, não pode sair."

Operadora diz que vai processar ex-funcionários

A Prevent Senior divulgou nota na quinta-feira em que "nega e repudia denúncias sistemáticas, mentirosas e reiteradas que têm sido feitas por supostos médicos que, anonimamente, têm procurado desgastar a imagem da empresa". "Em decorrência disso, está tomando as medidas judiciais cabíveis para investigar todos os responsáveis por denunciação caluniosa (e outros crimes) sejam investigados e punidos. Os médicos da empresa sempre tiveram a autonomia respeitada e atuam com afinco para salvar milhares de vidas", afirma a operadora.

A empresa informou, na nota, que vai pedir investigações ao Ministério Público para apurar "as denúncias infundadas e anônimas levadas à CPI por um suposto grupo de médicos". "Estranhamente, antes de as acusações serem levadas à comissão do Senado, uma advogada que representa esse grupo de médicos insinuou que as denúncias não seriam encaminhadas se um acordo não fosse celebrado. Devido à estranheza da abordagem, a Prevent Senior tomará todas as medidas judiciais cabíveis", afirmou a operadora.

O diretor executivo da operadora, Pedro Benedito Batista Júnior, tinha depoimento marcado na quinta-feira na CPI, mas ele não compareceu. A empresa alegou "falta de tempo hábil".

O médico Paulo Zanotto afirmou à reportagem que "ninguém disseminou o tratamento" precoce, como afirma o dossiê entregue aos senadores. "Foi perguntando para nós o que estava acontecendo em termos de tratamento precoce. Foi perguntado pelo Arthur Weintraub (ex-assessor da Presidência da República)", disse. "O tratamento precoce não foi implementado como política de Estado, não houve essa realização. O que aconteceu no Brasil foi a disponibilização de fármacos em alguns lugares do País", afirmou.

Procurada, Nise Yamaguchi disse ao jornal O Estado de S. Paulo desconhecer que a Prevent Senior fosse validar protocolos do governo.

A médica afirmou ainda que não tem nenhum vínculo científico com a operadora e nem interferência nos protocolos de pesquisa que eles realizam.

O Palácio do Planalto não se manifestou até a conclusão da edição de sexta-feira do jornal O Estado de S. Paulo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

A aplicação da primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2021 teve início às 8h (horário de Brasília) de hoje (5), em oito capitais brasileiras: Brasília, Campo Grande, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Salvador e São Paulo. Os participantes realizam provas objetiva e discursiva, nos turnos matutino e vespertino, respectivamente.

Pela manhã, os participantes terão cinco horas para responder 100 questões de múltipla escolha, que envolvem situações-problema e apresentação de casos. O conteúdo do exame aborda temas das cinco grandes áreas da medicina: ginecologia e obstetrícia, medicina clínica, cirurgia geral, pediatria, medicina da família e comunidade. A aplicação da prova objetiva termina às 13h.

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Já à tarde, as provas discursivas compostas de cinco questões têm início às 15h30. A divulgação dos gabaritos preliminares está marcada para terça-feira (7). O resultado final da primeira etapa está marcado para sair no dia 19 de novembro. 

Revalidação de diploma

Aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) desde 2011, o Revalida busca subsidiar a revalidação, no Brasil, do diploma de graduação em medicina expedido no exterior. O exame é composto por duas etapas (teórica e prática).

As referências do exame são os atendimentos no contexto de atenção primária, ambulatorial, hospitalar, de urgência, de emergência e comunitária, com base na Diretriz Curricular Nacional do Curso de Medicina, nas normativas associadas e na legislação profissional.

O objetivo é avaliar as habilidades, as competências e os conhecimentos necessários para o exercício profissional adequado aos princípios e necessidades do Sistema Único de Saúde (SUS).

Apesar de ser aplicado pelo Inep, o ato de revalidação do diploma é uma atribuição das universidades públicas que aderem ao instrumento unificado de avaliação representado pelo Revalida.

 

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta sexta-feira (27), o resultado preliminar da prova de habilidades clínicas do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020. Os participantes desta edição podem consultar o resultado por meio do Sistema Revalida.

O prazo de solicitação de recurso vai de 27 a 30 agosto. Para isso, o Instituto disponibilizará, através da plataforma do Revalida, o espelho do resultado preliminar e as filmagens das dez estações da prova de habilidades clínicas.

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A divulgação do resultado final está previsto para o dia 17 de setembro e contará com a justificativa, realizada pela banca especializada do exame, da acatação ou não do recurso.

 

Médicos alertaram nesta quarta-feira (25) para os riscos do "desafio da caixa de leite", que consiste em caminhar sobre uma pirâmide formada por caixas de plástico para transportar galões de leite, e que viralizou nos Estados Unidos.

Centenas de vídeos foram publicados nos últimos dias no Twitter, Instagram e Tik Tok acompanhados da hashtag #milkcratechallenge, nos quais homens e mulheres tentam subir e descer uma escada formada por caixas instáveis. A maioria acaba caindo, ao som dos gritos daqueles que filmam as tentativas.

"Você corre o risco de cair e bater com a cabeça, quebrar o pescoço e ficar paralisado. Pode quebrar o pulso", enumerou no Facebook Chad Cannon, médico do sistema de saúde da Universidade do Kansas.

"Com as hospitalizações por Covid-19 aumentando no país, verifique se o hospital mais próximo tem leitos disponíveis antes de tentar o #milkcratechallenge", tuitou o Departamento de Saúde da cidade de Baltimore.

A hashtag foi removida do Tik Tok. No Twitter e Instagram, centenas de vídeos circulavam mostrando as quedas. "Acho que é apenas algo bobo que as pessoas estão fazendo porque parece estúpido", comentou Chad Cannon.

Outros recorreram às redes sociais para ironizar o desafio. "Você vai tentar o desafio, mas não vai se vacinar. Entendi", publicou o astro de "Jornada nas Estrelas" George Takei nesta quarta-feira. Metade da população americana se vacinou contra a Covid, apesar de o imunizante estar disponível ampla e gratuitamente.

A Prefeitura de Abreu e Lima, ciade da Região Metropolitana do Recife, está com edital aberto de seleção simplificada para a contratação temporária de oito médicos. As inscrições poderão ser feitas gratuitamente de 26 a 30 de agosto, unicamente pelo preenchimento do formulário virtual.

Das oportunidades disponíveis, sete são para ampla concorrência e uma é reservada para pessoas com deficiência (PcD). A carga de trabalho é de 40 horas semanais, e o salário oferecido é de R $9.500.

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De acordo com o edital, publicado no Diário Oficial do município nesta quarta-feira (25), a seleção será feita por meio de avaliação curricular e análise de experiência profissional. Os candidatos deverão apresentar diploma ou declaração de conclusão do curso de graduação em medicina e o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). É necessário ter experiência comprovada de, no mínimo, seis meses.

A contratação tem duração de 12 meses, havendo a possibilidade de estender o vínculo por igual período. O resultado preliminar será divulgado no dia 1º de setembro, e a listagem final dos contratados está prevista para ser publicada no dia 10 do mesmo mês.

A Prefeitura de Olinda, por meio da Secretaria de Saúde do município, anuncia novo processo seletivo com 28 vagas. A seletiva é destinada para os cargos de médico clínico de urgência e emergência plantonista (7), médico pediatria de urgência e emergência plantonista (6), médico intervencionista Samu (3) e médico PSF/EAP (12).

As inscrições ocorrem por meio do envio de documentação específica (currículo, CPF, RG, diploma, certificado de conclusão de pós-graduação, entre outros), de 17 a 23 de agosto, para o e-mail secretariasaudeolindarh@yahoo.com. Entre os requisitos presentes no edital estão a exigência de escolaridade compatível com o cargo desejado e registro ativo no respectivo conselho de classe.

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Os candidatos serão avaliados mediante títulos. O resultado preliminar tem previsão de divulgação em 31 de agosto, já o resultado final sai no dia 14 de setembro. Os selecionados trabalharão sob um regime de 24 a 40 horas e receberão uma remuneração que varia de R$ 6.500 a R$ 7 mil. 

 

Internado com Covid-19, Zeca Pagodinho parece se recuperar bem da infecção do vírus. Segundo o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o cantor até fez a alegria de enfermeiros e médicos que estavam de plantão no último domingo, dia 15, na Casa de Saúde São José, no Humaitá, onde está hospitalizado.

Zeca Pagodinho, que está com 62 anos de idade, mostrou o lado seresteiro e cantou algumas músicas do repertório de Lupicínio Rodrigue e de Silvio Caldas, segundo o colunista.

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Ele ainda afirmou que está se sentindo bem, sem apresentar sintomas da doença, e que está feliz com as mensagens que tem recebido dos amigos.

O senador Otto Alencar (PSD-BA) mostrou documentos na CPI da Covid comprovando que a Vitamedic, uma das fabricantes da ivermectina no Brasil, pagou bonificações a médicos para incentivar o tratamento precoce, na contramão das evidências científicas.

A empresa aumentou os lucros com a venda do medicamento durante a pandemia de Covid-19, mesmo sem eficácia comprovada cientificamente, após o uso do remédio ser incentivado pelo presidente Jair Bolsonaro. Durante depoimento do diretor executivo da Vitamedic, Jailton Batista, na CPI, Otto Alencar apresentou documentos mostrando pagamento de R$ 10 mil para médicos.

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De acordo com o senador, os profissionais que receberam a bonificação promoveram o uso do medicamento como forma de prevenir a Covid-19, embora não haja nenhuma comprovação científica nesse sentido. O mesmo discurso foi adotado pelo presidente Jair Bolsonaro.

Em resposta ao senador, o diretor da empresa negou relação entre o pagamento e a receita dos medicamentos. "O pagamento não foi para estimular, foi só para levantar informações", disse Batista. De acordo com ele, os médicos foram financiados para levantar informações sobre estudos em andamento.

Movimentações atípicas

Além do pagamento aos médicos, a CPI apontou para movimentações atípicas nas contas da empresa, conforme informações do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) citadas pela senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA). "Nós desconhecemos qualquer pagamento atípico. Nossa empresa, ela é muito...Nós somos uma empresa que é auditada por auditorias internacionais e não podemos ter esse tipo de procedimento na nossa companhia", afirmou o diretor.

'Placebo'

O vice-presidente da CPI da Covid, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), classificou como manobra da Vitamedic a troca de depoentes na sessão desta quarta-feira - do empresário José Alves Filho pelo diretor executivo Jailton Batista. "Infelizmente, hoje teremos acesso ao 'placebo', não ao 'princípio ativo'", ironizou o parlamentar.

O requerimento original, protocolado na CPI, previa a oitiva de Alves Filho, que teve sigilos telefônico, telemático, fiscal e bancário quebrados pela CPI. No entanto, em ofício enviado à comissão, o empresário argumenta que, como acionista da Vitamedic, responderia apenas sobre "investimentos fabris e novas aquisições". Ele, então, sugeriu que a CPI tomasse o depoimento de Batista, a quem caberia a administração da empresa.

"A troca do depoente da Vitamedic, de José Alves (acionista) p/ Jailton Batista (superintendente), ao nosso ver, foi uma manobra da empresa tendo em vista que o mesmo sabe bem do que se tratam as acusações", declarou Randolfe no Twitter.

Sete em cada dez médicos entrevistados em um levantamento do Conselho Brasileiro de Oftalmologia (CBO) identificaram progressão de miopia em crianças durante a pandemia. Outros três em cada dez não constataram esse problema entre pacientes.

A pesquisa entrevistou 295 médicos oftalmologistas com diversas subespecialidades, como pediatria, córnea, catarata, glaucoma e retina. O estudo foi realizado em abril e junho deste ano.

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Entre os que verificaram aumento dos graus de miopia, 6% apontaram o problema em 75% dos pacientes, 27% relataram a situação em 50% dos pacientes e 67% registraram o quadro em cerca de 25%.

Dos profissionais ouvidos, 75,6% avaliaram que o uso de diversos dispositivos eletrônicos pode agravar o quadro de miopia. Outros 22% entenderam que esse fator pode influenciar, mas apenas com uso de tablets e celulares. Apenas um pequeno percentual não viu relação entre os dois fenômenos.

Celular, televisão e videogames

Quase todos os profissionais ouvidos (98,6%) disseram que a redução do tempo gasto em telas (como celular, televisão e videogames) pode ajudar no caso de crianças míopes. Seis em cada dez entrevistados defenderam as recomendações da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) sobre o tema.

A SBP orienta que seja evitada a exposição de menores de dois anos a telas, mesmo que passivamente. Para crianças entre dois e cinco anos, o limite deve ser de uma hora de tela, com supervisão. Para a faixa entre seis e dez anos, o tempo não deve ser superior a duas horas, também com supervisão.

Também quase a totalidade dos médicos consultados (96,3%) respondeu que considera o aumento de atividades fora de casa como um fator que pode contribuir para reduzir os graus de miopia em crianças.

Já quanto ao tempo ideal em atividades externas, os entrevistados se dividiram, com a maioria (43,2%) indicando pelo menos duas horas por dia, 31% considerando pelo menos uma hora diária adequada e 10% recomendando pelo menos quatro horas por dia.

O que é a miopia

Miopia é o nome dado a um erro de refração, quando a imagem se forma antes da retina. Ela causa uma visão embaçada, prejudicando a visualização de objetos e imagens que estão mais longe do indivíduo.

Conforme a Organização Mundial de Saúde (OMS), há 59 milhões de pessoas com essa condição no Brasil, mais de 25% da população. Em todo o mundo, o número de pessoas com miopia chega a 2,6 bilhões.

Uma atitude temerária. Assim pode ser definida a liberação de público, mesmo que restrito, para a final da Copa América entre Brasil e Argentina, que acontece neste sábado, no Maracanã, em meio à pandemia de covid-19 que assola o País. Num cenário em que mais de 530 mil pessoas foram vitimadas pela doença, o Estadão ouviu especialistas da área de saúde para saber até que ponto essa medida pode agravar ainda mais a questão sanitária neste momento, com a preocupação de uma noca cepa, a Delta Indiana.

O infectologista José Ribamar Branco, Fundador do Instituto Brasileiro da Segurança do Paciente, afirma que os números de mortos pela pandemia no Brasil não permitem uma ação que pode provocar a aglomeração de pessoas, mesmo que seja 6.500 num estádio para 65 mil.

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"Estamos estabilizando num patamar muito alto de óbitos. O número de mortes diárias em São Paulo, por exemplo, aumentou cinco vezes em relação a outubro do ano passado", comentou. Branco disse que entende a pressão econômica e esportiva de uma final envolvendo Brasil e Argentina, mas comentou que num período crítico como o atual, o gestor precisa optar por alternativas que favoreçam a população.

"Temos a variante Delta do vírus, que já circula no Brasil. E os jovens são os maiores disseminadores dela. Eles contraem a doença e depois vão para casa. O resultado de uma aglomeração é que o número de mortes pode explodir e até colapsar o sistema. Podemos ter hospitais lotados e pessoas morrendo por falta de atendimento." O Brasil já viveu situações parecidas em outros momentos da pandemia, em pancadões nas metrópoles, férias em praias ou em cidades turísticas.

Para o pneumologista Arthur Feltrin essa liberação, além de inadequada, é preocupante em todos os sentidos. "Sabemos que o futebol é uma das maiores paixões do brasileiro, mas isso não justifica liberar. Essa decisão vai na contramão do que o Comitê Olímpico Internacional (COI) vem fazendo, por exemplo. O órgão proibiu o público nos Jogos de Tóquio e por aqui acontece justamente o contrário", comparou.

Feltrin apontou ainda outros fatores que condenam a decisão da Conmebol e do prefeito do Rio, Eduardo Paz. E a lenta escala de vacinação da população é um deles. "Nos últimos meses, esse número aumentou, mas sabemos que é muito baixo ainda. Apenas 20% da população foi vacinada, sendo que o índice ideal para começar a liberar público seria na escala de 60 a 70%."

Outro ponto analisado pelo especialista são as variantes que o vírus tem apresentado nesse período. "Estamos com um ano e meio de pandemia. E a covid-19 tem um outro fator perigoso. Entre o período de incubação e os primeiros sintomas vai um intervalo de 14 dias. Então, a pessoa pode ter o contato com o vírus e só depois começar a sentir os sintomas. É muito difícil controlar isso", comentou"

FORA DO MARACANÃ - Para o cardiologista e médico do esporte Nabil Gorayeb, de 74 anos, o problema não vai ser dentro do estádio, mas ao redor do Maracanã, na movimentação de pessoas, na entrada e saída do público. "O problema não é ver o jogo, pois vão estar dentro de um espaçamento previsto. O que não pode permitir é aglomerar. O cuidado tem de ser grande. As pessoas tem de estar vacinadas, usar máscaras e ficarem distantes uma das outras. Sem dúvida de que, se pudesse evitar, seria bem melhor", alertou o médico.

Ele lembrou que mesmo na Europa, onde a situação está mais branda do que no Brasil, os casos de covid-19 aumentaram com a liberação do público para assistir aos jogos da Eurocopa. "O número de casos teve um aumento lá fora", lembra.

Mais de um ano após o início dos casos do novo coronavírus ao redor do mundo, a comunidade médica segue investigando as sequelas deixadas pela doença. De acordo com o resumo de políticas da OMS (Organização Mundial da Saúde) e do Observatório Europeu de Sistemas de Sistemas e Políticas de Saúde, cerca de uma em cada 10 pessoas apresentam problemas persistentes 12 semanas após o início da infecção.

Alterações nos sentidos do olfato, paladar, audição (perda; zumbido; tontura) e visão são alguns dos comprometimentos que podem ser provenientes da Covid-19. "De maneira geral, quando se fala em Covid-19, logo vem à mente febre, tosse seca e problemas respiratórios. Mas não podemos esquecer que as manifestações oculares (conjuntivite viral, lesões na retina) e as alterações de olfato, paladar, tontura e zumbido também estão associadas não só aos sintomas, mas às sequelas deixadas pela doença”, explica a médica otorrinolaringologista do Hospital de Olhos de Pernambuco (HOPE), Kátia Virgínia.

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Olfato e paladar

Não é raro, de acordo com a médica, a ausência de paladar e olfato por até três meses após o acometimento pelo vírus Sars-CoV-2. Além disso, os pacientes também podem relatar dificuldade em distinguir odores, levando o portador a sentir cheiros inexistentes naquele momento, o que demonstra o mau funcionamento das células olfativas. Desta forma, o chamado “Teste do Olfato”, desenvolvido na Universidade da Pensilvânia (EUA), e já disponível no Brasil, tornou-se uma das alternativas mais eficientes na elaboração de terapias olfatórias.

“Para um diagnóstico mais completo, o exame pode ser feito acompanhado de uma videonasolaringoscopia, que observará estruturas da boca, orofaringe e laringe”, acrescenta Kátia Virgínia, que acompanha a realização do teste no HOPE. De fácil aplicação e alta confiabilidade, o exame reúne 40 substâncias ativadoras do olfato. Elas vêm em cartelas, onde o paciente pode cheirar e marcar sua percepção para posterior avaliação do médico. Cada pessoa demora cerca de 15 minutos para concluir. Assim, é possível identificar de forma precisa o tipo de cheiro que foi perdido e acompanhar, com a mesma cartela, a evolução da recuperação.

Audição

Quando o assunto é audição, uma análise publicada na revista “International Journal of Audiology” revelou que a Covid-19 pode não só piorar a percepção sonora como também causar ou agravar a sensação de vertigem e zumbido no ouvido. As pesquisas afirmam que isso ocorre, pois o vírus costuma atingir as células ciliadas da cóclea, responsáveis pela codificação de estímulos sonoros.

“São relatos de zumbidos e uma surdez súbita, que consiste na perda repentina da audição ou a piora abrupta de um problema pré-existente, com a diminuição do limiar auditivo em 30dB em três frequências diferentes" enfatizou a otorrinolaringologista. O exame audiométrico, que avalia a saúde da audição e a capacidade de receber estímulos sonoros do paciente, é imprescindível para estes casos. 

Visão

Embora pouco visibilizados em debates sobre sequelas da Covid-19, problemas oftalmológicos também estão inclusos na lista de possíveis sequelas da doença. A conjuntivite, por exemplo, presente nos relatos iniciais de inúmeros pacientes infectados, pode dar lugar a um acometimento dos vasos da retina, conhecidos como lesões retinianas. 

“É como se o paciente tivesse maior propensão a ter uma lesão da musculatura ocular, fazendo com que a capacidade de enxergar de perto prejudicada seja prejudicada”, explica o oftalmologista Pedro Leonardo, apontando para casos onde há o diagnóstico de presbiopia, ou a popular “vista cansada”. Além disso, o uso de corticóides para combater a inflamação vascular sistêmica ocasionada em casos graves ou moderados da Covid-19 também pode afetar a visão, reforçando a necessidade de acompanhamento médico especializado e repetição de exames.

A realização do primeiro período da segunda fase do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2020 teve o horário antecipado em uma hora. A alteração estabelecida pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) foi discriminada em edital de retificação divulgado no Diário Oficial da União (DOU), nesta terça-feira (6). A prova será realizada em 13 municípios do País, nos dias 10 e 11 de julho.

O Ministério da Educação (MEC) orienta, em seu site oficial, que os participantes do Revalida atentem-se às informações contidas no Cartão de Confirmação de Inscrição – que, inclusive, já possui os novos horários atualizados. Também por meio do documento que os médicos serão instruídos para a prova, principalmente em relação aos horários e locais dos exames.

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Os participantes do Revalida serão distribuídos em dois grupos e realizarão o exame em dois períodos diferentes. A alteração de horário foi feita somente no primeiro período e nos dias da prova os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, sendo a avaliação iniciada às 13h10. Às 17h, será liberada a saída dos participantes que finalizaram o exame. Já para o segundo grupo, os portões serão abertos às 16h e fechados às 17h, com o início da prova previsto às 17h10 e a saída do local assim que concluírem o exame. É importante destacar que a realização das provas obedecerá ao horário de Brasília.

Veja mais detalhes nos documentos abaixo:

Retificação com os horários da 2ª fase do Revalida 2020

Edital de retificação com o cronograma da 2ª fase do Revalida 2020

Edital da 2ª fase do Revalida 2020

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) receberá até esta sexta-feira (25) pedidos de revisão da análise do diploma dos candidatos inscritos na primeira etapa do Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Superior Estrangeira (Revalida) 2021. Os inscritos devem se atentar aos motivospelos quais suas solicitações foram indeferidas. O recurso é válido para documentação, solicitações de atendimento ou tratamento de nome social.

Segundo o Inep, apenas diploma médico expedido por instituição estrangeira é aceito para a comprovação do título acadêmico. “Quem teve o diploma recusado deve enviar novo diploma para análise. O documento original deve ser digitalizado (frente e verso), em formato PDF, PNG ou JPG, com tamanho máximo de 2 MB. Certificados ou declarações de conclusão de curso, bem como qualquer outro documento em substituição ao diploma, não serão aceitos”, informa o instituto.

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Os candidatos que tiveram o pedido de acessibilidade negado deverão anexar novas informações no sistema, assim como documentações que comprovem a necessidade do atendimento especializado. “Para ser considerado válido para análise, o documento deve informar o nome completo do participante; o diagnóstico com a descrição da condição que motivou a solicitação e o código correspondente à Classificação Internacional de Doença (CID 10); assinatura e identificação do profissional competente, com respectivo registro do Conselho Regional de Medicina (CRM), do Ministério da Saúde (RMS) ou de órgão competente", explica o Inep.

Participantes que solicitaram tempo adicional deverão apresentar, além dos documentos comprobatórios de atendimento especializado, nova documentação que especifique a necessidade de tempo adicional para realizar o exame. Ao ser deferido, o candidato tem direito a 60 minutos acionais em turno da primeira etapa do Revalida 2021.

Para a solicitação de tratamento pelo nome social é necessário que seja encaminhada documentos como: foto atual, nítida, individual, colorida, com fundo branco e que enquadre desde a cabeça até os ombros. A imagem deve mostrar o rosto inteiro do participante, sem uso de óculos escuros e artigos de chapelaria (boné, chapéu, viseira, gorro ou similares). Também deve ser anexada, no Sistema Revalida, cópia digitalizada (frente e verso) de um dos documentos de identificação oficiais com foto.

A primeira aplicação das provas do Revalida 2021 está prevista para 5 de setembro nas capitais Brasília (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Confira o edital para mais informações.

O resultado das análises dos diplomas dos interessados em realizar o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituição de Educação Estrangeira (Revalida 2021) já foi divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). Os resultados podem ser consultados por meio do sistema do Revalida. Os interessados que tiveram os pedidos indeferidos poderão realizar a interposição do recurso até a próxima sexta-feira (25).

Quem desejar recorrer da decisão deve observar os motivos pelos quais os documentos foram reprovados. Só a partir dessa análise, o participante poderá inserir novas informações que comprovem seu exercício da medicina e atendimento especializado ou nome social, se solicitados. Os resultados dessa nova análise poderão ser consultados no sistema Revalida, a partir de 30 de junho.

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Os resultados referentes às solicitações de atendimento especializado e de tratamento por nome social para primeira etapa do exame também já estão disponíveis no sistema. A aplicação das provas, uma objetiva e outra discursiva, está prevista para ser realizada no dia 5 de setembro em Brasilia (DF), Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e São Paulo (SP). Para mais informações sobre a primeira etapa do Revalida 2021 acesse o edital do processo seletivo.

A Prefeitura de Caruaru, situada no Agreste de Pernambuco, está ofertando um novo processo seletivo que visa contratar quatro médicos pediatras. As inscrições vão até o dia 25 de junho por meio do endereço eletrônico da seleção.

Para concorrer a uma das oportunidades, os candidatos devem atender alguns requisitos como ter ensino superior completo em medicina e ter o registro no conselho de classe. Dentre o quantitativo de vagas, há uma chance para Pessoa com Deficiência (PcD).

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A seleção dos candidatos será composta, unicamente, pela análise curricular. Os profissionais admitidos trabalharão 24 horas semanais e ganharão salários no valor de R$ 5.124,43. Confira mais informações por meio do edital do processo seletivo.

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