No mês de agosto, Pernambuco apresentou um saldo positivo de 17.215 contratações, segundo informações da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação (Seteq-PE). O Estado apresentou o segundo melhor resultado, ficando atrás apenas da Bahia, que obteve 17.882 postos. Em Pernambuco, houve 47.637 admissões e 30.422 desligamentos, e em relação a 2020 o estado apresentou um acréscimo de 4.795 contratações. O resultado foi o melhor desde 2011, mesmo com algumas diferenças na metodologia de avaliação do Caged.

As cidades que mais se destacaram foram Recife, com 3.891 postos; Igarassu, com 2.385; Petrolina, com 1.845; Lagoa de Iatenga, com 1.642; e Caruaru, com 698 postos. A grande maioria dos contratados foi de nível médio. Já em termos de setor, o que apresentou o maior crescimento foi a indústria, com a contratação de 6.348 profissionais. Em seguida, tem o setor de serviços, com 5.155 contratações; comércio, com 2.763; agropecuária, com 2.638 e contrição civil com 311.

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“Alcançamos um acumulado de mais de 45 mil empregos gerados este ano e estamos confiantes que as ações do Plano Retomada vão contribuir para que mais postos de trabalho sejam criados até o fim do ano", avaliou o governador Paulo Câmara em texto do Seteq. Para Alberes Lopes, secretário do Trabalho e Qualificação do Estado, é marcante o estado conquistar o melhor resultado no mês de agosto em 10 anos: “Em 2011, a situação do Brasil era diferente, vivíamos pleno emprego, não enfrentávamos esta crise. Então, os números deste mês são positivos para Pernambuco, porque mostram as políticas públicas do governo Paulo Câmara e o empenho constante de manter parcerias com a iniciativa privada”, afirmou o secretário.

Em nível nacional, o emprego celetista apresentou crescimento no Brasil no mês de agosto de 2021, tendo o saldo positivo de 372.265 postos de trabalho. Foram 1.810.434 admissões e 1.438.169 de desligamentos em todos país. Em agosto, todas as 27 unidades federativas registraram saldos positivos.

O último levantamento feito pelo Datafolha mostra que 91% dos brasileiros entrevistados avaliam que o uso da máscara deve ser obrigatório enquanto a pandemia não estiver totalmente controlada no país.

A pesquisa revela ainda que, em meio ao avanço da vacinação, cresce a percepção das pessoas de que a pandemia está controlada. Para 71%, a pandemia está controlada em parte e 9% acredita que a situação está totalmente controlada no Brasil.

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Outros 20% acreditam que a pandemia da Covid-19 está totalmente fora do controle. O levantamento foi feito com 3.667 pessoas de forma presencial, em 190 cidades do país, entre os dias 13 e 15 de setembro. A margem de erro do Datafolha é de dois pontos percentuais.

O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE) realizou um levantamento para avaliar a infraestrutura em aproximadamente 800 escolas dos 184 municípios do estado. Do total, 60% delas apresentaram problemas estruturais. O cômodo mais afetado são os banheiros que nem todas unidades apresentaram e, em algumas, os equipamentos não estavam funcionando.

No levantamento, foi apontado que apenas 34% das escolas possuem banheiros exclusivos para o uso de alunos e somente em 32% das unidades eles estão divididos por gênero. O trabalho também constatou que pias, assentos e descargas sanitárias na metade dos banheiros não estava funcionando. Em 63% as portas dos banheiros não estavam em condição de uso e apenas 46% apresentou sabão ou sabonete para higiene das mãos. Em 90% das unidades  o banheiro adaptado para cadeirantes é inexistente. Os banheiros das escolas atendem cerca de 53 mil alunos da rede municipal.

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Outras estruturas levantas foram as paredes que em mais de 90% eram de alvenaria, gesso ou similar. Em todas as salas existiam bancas, carteiras ou cadeiras. A maioria dos estabelecimentos apresentou abastecimentos de água por meio de cisterna ou poço artesiano e 85% possui sistema de esgotamento sanitário por fossa, sumidouro ou similar. Em 5% não há fornecimento de energia elétrica. Com relação a acessibilidade, 57% não possui rampa e 53% não tem espaços de aula acessíveis a cadeirantes.

Segundo o TCE, o objetivo é, a partir dos dados levantados, identificar os estabelecimentos que necessitam de mudanças e melhoras e, a partir disso, elaborar soluções juntamente com a gestão: “A ideia é expor a situação atual e contribuir diretamente na regularização das escolas, conforme os relatórios de auditoria produzidos. Encaminharemos ofícios de ciência de falhas e, se necessário, alertas de responsabilização ou Termos de Ajuste de Gestão (TAGs)”, afirmou conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior, presidente do TCE, ao portal do Tribunal de Contas.

Mais da metade dos brasileiros querem o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), apontou nova pesquisa do Datafolha. Os perfis que mais defendem a retirada do mandatário do Planalto são os mais pobres (62%), jovens (67%), nordestinos (67%) e estudantes (68%).

O levantamento feito entre os dias 13 e 15 de setembro ouviu presencialmente 3.667 pessoas de 190 cidades. Foi identificado que 56% dos participantes defende a destituição de Bolsonaro, enquanto 41% é contra a medida e 3% não soube opinar.

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O índice contra Bolsonaro vem em crescente. Em maio, 49% queria a abertura do processo e, em julho, 54% pediu o impeachment, conforme o Datafolha.

No novo estudo, 76% dos entrevistados frisaram que se ele passasse a não cumprir ordem judiciais, como anunciou durante o ato pró-golpe do último 7 de setembro, em São Paulo, já merecia que a Câmara dos Deputados iniciasse o debate.

O público que não quer a abertura do impeachment é representado pelos mais ricos (55%), empresários (69%) e evangélicos (53%). Por outro lado, 41% dos religiosos de matriz pentecostal e neopentecostal se mostrou frustrada com o Governo Federal.

Considerada a maior mudança nas regras eleitorais dos últimos anos, o projeto do Código Eleitoral em discussão no Congresso, que pode alterar 900 artigos de uma vez, não é novidade nas discussões legislativas. Levantamento feito pelo Instituto Millenium em parceria com a Neocortex mostra que deputados federais deram aval para 76 projetos que mudaram a legislação eleitoral ou a dos partidos nos últimos 11 anos - média de 7 por ano.

Apesar de alto, o número representa apenas 3% do total de propostas apresentadas com essa finalidade desde 2010. Segundo dados da Câmara reunidos na pesquisa, o total de proposituras chegou a 2.243 no período, pouco mais de 200 por ano. Metade foi arquivada, devolvida ao autor ou ainda carece de relator e parecer para poder ser pautada em plenário.

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A quinta edição do Millenium Analisa demonstra de forma empírica a impressão de que os parlamentares têm "obsessão" em mudar as regras eleitorais. Quando se volta mais no tempo, a tendência se comprova: foram 3.671 propostas protocoladas dentro da temática reforma política desde 1947. Ou seja: 49 por ano, 4 por mês ou 1 por semana. A partir da série histórica é possível também identificar os picos de interesse, iniciados com a promulgação da Constituição Federal de 1988.

"O período democrático acentua de forma significativa os debates sobre as reformas políticas", afirmou o cientista de dados Wagner Vargas, da Neocortex.

Especialista no desenvolvimento de políticas públicas, Vargas destaca que, na lista de projetos que aguardam liberação, chama atenção a demora para a designação de um relator. "São quatro anos, em média", disse. Hoje, 112 proposituras estão nessa condição, e com tendência de alta.

Já o trâmite total de um projeto de lei pode durar décadas. Apresentado com a intenção de assegurar a policiais militares em serviço o direito de votar trânsito e em qualquer seção eleitoral, o PL 2424 é de 1989 e segue à espera de votação ou arquivamento.

Em seguida, na fila está a Proposta de Emenda à Constituição nº. 20, de 1995, que visa a estabelecer o parlamentarismo como sistema de governo no Brasil, no qual o presidente vira chefe de Estado e um primeiro-ministro definido pelo Parlamento passa a gerir o dia a dia da administração.

Arquivamento

Nos últimos 11 anos, a Câmara arquivou, de forma automática ou não, um total de 946 projetos de reforma político-eleitoral. Nesse aspecto, a tendência é de queda, explicada por uma outra característica que vem ganhando corpo ao longo dos anos, a tramitação de leis em conjunto.

"Há um esforço por parte do Parlamento em reduzir o número de projetos que tratam do mesmo tema na última década, o que, provavelmente, influencia na queda do número de projetos arquivados no período", ressaltou Vargas.

Apenas no ano passado, a Câmara deu andamento a 68 projetos de forma conjunta, na qual textos que tratavam do mesmo tema (reforma eleitoral), apesar de apresentados por deputados distintos, foram apensados em um só e, por isso, passaram a ter mais chance de avançar.

A estratégia é vista com bons olhos por permitir a otimização dos recursos públicos. Nesse modelo, a Casa não precisa abrir uma comissão para cada proposta, por exemplo, bem como economiza com a realização de audiências públicas.

Para a presidente do Instituto Millenium, Priscila Pereira Pinto, a tramitação em conjunto dos projetos também possibilita um debate maior, com mais transparência e sem pressa. "Avaliamos que não é necessário ficar 20 anos discutindo um mesmo projeto, claro, mas é preciso um padrão, que seja de quatro, cinco anos, para que o assunto não fique voltando o tempo todo e se faça um reforma ideal", afirmou.

A realidade, no entanto, é diferente. O novo Código Eleitoral foi aprovado pela Câmara no último dia 16, após apenas sete meses de debates e com audiências públicas restritas ao modo remoto. O projeto consolida, em um único texto, toda a legislação eleitoral e temas de resoluções do Tribunal Superior Eleitoral, que também define normas das eleições.

Criticada por especialistas, a proposta está em análise no Senado, com poucas chances de ser aprovada na Casa e sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro a tempo de valer para a eleição de 2022. Entre os pontos aprovados pelos deputados estão o veto à divulgação de pesquisas de intenção de voto na véspera da votação.

Números revelados pelo Datafolha nesta sexta-feira (17), mostram 57% das pessoas entrevistadas desconfiam do discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). No último levantamento realizado em julho, 55% das pessoas desconfiavam das palavras do presidente - o atual patamar configura um recorde de desconfiança dos brasileiros.

Apenas 15% dos entrevistados disseram confiar no que é dito por Bolsonaro, enquanto 28% revela que às vezes confiam. Número recorde de desconfiança anda lado a lado com as fake news do chefe do Executivo, que chegou a afirmar na última semana que "Fake news faz parte da nossa vida. Quem nunca contou uma mentirinha para a namorada? Se não contasse, a noite não ia acabar bem", revelou durante uma cerimônia no Palácio do Planalto.

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Pesquisa

A pesquisa Datafolha foi realizada entre os dias 13 e 16 de setembro e ouviu, de forma presencial, 3.667 pessoas com mais de 16 anos, em 192 cidades do Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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Datafolha: Bolsonaro bate recorde de rejeição com 53%

Estudos realizados pela Deloitte, organização de serviços profissionais, mostram como a pandemia do novo coronavírus impactou as mulheres e profissionais Millennials e pertencentes à Geração Z. O primeiro levantamento, intitulado "Women @ Work", contou com a participação de 500 brasileiras. Já o segundo teve 500 entrevistados Millennials (25 a 40 anos) e 300 da Geração Z (até 24 anos).

Os dados apontados no estudo Women @ Work expõem que 46% das trabalhadoras brasileiras entrevistadas não se sentem otimistas em relação à vida profissional. Além disso, mostra-se que, durante pandemia, 19% das entrevistadas cogitaram deixar os postos de trabalho devido à sobrecarga, consequência da conciliação dos trabalhos domésticos e vida profissional. Ainda de acordo o levantamento, apenas 35% das profissionais alegaram ter apoio institucional na crise sanitária.

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Na pesquisa que envolve trabalhadores Millennials e pertencentes à Geração Z, se ressalta que a maioria dos participantes relata que está estressada na maior parte do tempo e tem como fatores o futuro financeiro, bem-estar familiar e a perspectivas no trabalho. Com relação às ações promovidas pelas empresas no período de panemia, as gerações alegaram que os empregadores fizeram um trabalho ruim para promover a boa saúde mental. Entretanto, o Millennials se sentem menos apoiados, comparando-se à Geração Z, no ambiente corporativo.

 

Levantamento realizado pela TutorMundi, plataforma de reforço escolar, aponta que a maioria dos estudantes brasileiros, dos ensinos fundamental II e médio, apresenta mais dificuldades nas disciplinas de matemática, física e química.

Na pesquisa, 32,5% dos discentes relataram dúvidas acerca dos conteúdos matemáticos. Já física e química aparecem, respectivamente, no segundo e terceiro lugares (19,7% e 13,6%). Os dados se referem ao segundo semestre de 2021 e foram colhidos a partir de dúvidas dos usuários da plataforma.

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Os assuntos indicados pelos entrevistados como sendo o de maior dificuldade são os seguintes: em matemática, equações elementares, conjuntos numéricos e análise combinatória; em física, cinemática, leis de Newton e dinâmica impulsiva; e em química, fisíca-química, química inorgânica e estequiometria. 

O estudo feito pela plataforma ainda mostra que outras disciplinas, presentes nos currículos escolares, também foram indicadas pelos entrevistados. Entre elas estão biologia (10,4%), redação (9,4%) e língua portuguesa (4,6). Confira o ranking completo

O deputado federal Marcelo Freixo (PSB) lidera a corrida ao governo do Rio de Janeiro nas eleições do ano que vem, com 27% das intenções de voto. É o que mostra o levantamento feito pela FSB Pesquisa.

O vice-presidente da República Hamilton Mourão (PRTB) aparece na segunda colocação, com 24% das intenções de voto do eleitorado fluminense. Em terceiro lugar está Cláudio Castro (PL), atual governador do Rio de Janeiro e candidato à reeleição.

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O ex-prefeito de Niterói Rodrigo Neves (PDT) e Felipe Santa Cruz (PSD), atual presidente da OAB, aparecem, respectivamente, com 8% e 2%. Brancos e nulos somam 6%. 

A participação de Mourão na disputa ainda não é certa. Por isso, o levantamento simulou ainda um cenário sem Mourão no páreo. Nesta condição, a candidatura de Freixo ganha ainda mais impulso e o deputado chega a 34%, contra 17% de Castro, 12% de Neves e 5% de Santa Cruz.

De acordo com o levantamento feito pela Quaest Consultoria e Pesquisa e pelo banco Genial Investimentos, divulgado nesta terça-feira (4), o ex-presidente Luiz inácio Lula da Silva (PT) tem grandes chances de vencer as eleições de 2022 ainda no primeiro turno. A sondagem entrevistou 1,5 mil pessoas e tem margem de erro de três pontos para mais ou menos.

Em um dos cenários projetados no levantamento, com Lula, Jair Bolsonaro (sem partido), Ciro Gomes (PDT) e João Doria (PSDB), o petista tem 44% frente os 44% dos três candidatos somados.

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Com isso, o ex-presidente só não vence no primeiro turno se ao invés de Doria, o candidato for o ex-juiz Sergio Moro (quando Lula teria 44% contra 46% dos demais, na margem de erro) ou o apresentador José Datena (Lula com 44% contra 47% da soma de Bolsonaro, Ciro e Datena).

A Quaest preparou ainda seis outros cenários possíveis:

1. Lula 46%, Bolsonaro, 29%; Ciro, 12%

2. Lula 44%; Bolsonaro, 27%; Ciro, 9%; Sergio Moro, 10%

3. Lula 44%; Bolsonaro, 27%; Ciro, 10%; Datena, 10%;

4. Lula 44%; Bolsonaro, 29%; Ciro, 10%; Doria, 5%;

5. Lula 45%; Bolsonaro, 29%; Ciro, 10%; Eduardo Leite, 4%;

6. Lula 45%; Bolsonaro, 29%; Ciro, 11%; Mandetta, 3%;

Já no segundo turno, Lula derrota todos os adversários recebendo entre 53% e 58% das intenções de voto.

A pesquisa demonstra também os motivos de o presidente Bolsonaro entregar uma fatia cada vez maior do comando político do governo ao Centrão: sem apoio dos aliados, a derrota em 2022 fica cada vez mais próxima.

Segundo o Quaest, a economia é outro ponto de atenção para os presidenciáveis. Mais da metade dos 1.500 entrevistados se disseram muito (19%) ou um pouco (31%) otimistas com a economia nos próximos doze meses. Em condições normais, essa seria uma boa notícia para o governo, mas ainda não é possível afirmar isso, já que o otimismo é compartilhado de maneira similar pelos eleitores de Bolsonaro (41%) e de Lula (38%), o que pode significar que parte da boa perspectiva é de eleitores que acham que Bolsonaro vai deixar o Planalto.

Ainda de acordo com o levantamento, 21% acham que a economia ficará como está e 24% que vai piorar. Na direção oposta, 47% da população acha que a economia piorou muito.

Perguntados sobre quais os maiores problemas do país, 23% dos eleitores disseram a pandemia, 16% o desemprego, 13% o atendimento de saúde, 13% economia e 11% a corrupção, todas agendas nas quais o governo está defasado.

Entre os entrevistados, não houve citações relevantes ao projeto de lei de impressão do voto, maior preocupação do atual presidente no último mês.

Três de quatro cenários divulgados, nesta quinta-feira (29), pelo Instituto Paraná Pesquisas, mostram o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e o ex-presidente Lula (PT) tecnicamente empatados na corrida presidencial de 2022. 

No quarto cenário, no estimulado entre Lula, Bolsonaro e Datena, o petista está um pouco à frente do atual chefe do Executivo, fora da margem de erro do levantamento, que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. 

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A pesquisa foi contratada pelo PSL e testou o nome do apresentador José Luiz Datena. A "novidade" é a boa colocação do apresentador, que dos quatro cenários, aparece em terceiro lugar em três deles, desbancando o ex-ministro Ciro Gomes (PDT). O Instituto ouviu 2.010 eleitores entre os dias 24 e 28 de julho.

Confira os cenários levantados pelo Instituto Paraná Pesquisas para o primeiro turno

Cenário 1

Lula (PT): 33,7%

Bolsonaro (sem partido): 32,7%

Datena (PSL): 7%

Ciro Gomes (PDT): 6,8%

João Doria (PSDB): 3,9%

Mandetta (DEM): 1,8%

Simone Tebet (MDB): 0,7%

Rodrigo Pacheco (DEM): 0,6%

Nenhum/Branco/Nulo: 9,4%

Não sabe/Não respondeu: 3,3%

Cenário 2

Lula (PT): 33,8%

Bolsonaro (sem partido): 32,8%

Datena (PSL): 7%

Ciro Gomes (PDT): 6,9%

João Doria (PSDB): 4,3%

Mandetta (DEM): 2,1%

Nenhum/Branco/Nulo: 9,6%

Não sabe/Não respondeu: 3,4%

Cenário 3

Lula (PT): 33,9%

Bolsonaro (sem partido): 32,8%

Ciro Gomes (PDT): 7,3%

Datena (PSL): 7,2%

Eduardo Leite (PSDB): 2,7%

Mandetta (DEM): 2,6%

Nenhum/Branco/Nulo: 10%

Não sabe/Não respondeu: 3,5%

Cenário 4

Lula (PT): 39,5%

Bolsonaro (sem partido): 34,2%

Datena (PSL): 11,8%

Nenhum/Branco/Nulo: 11%

Não sabe/Não respondeu: 3,4%

Na pesquisa para o segundo turno foi perguntado em quem a pessoa votaria nos confrontos Lula x Bolsonaro, Bolsonaro x Datena e Lula x Datena. Confira:

Cenário 1

Lula (PT): 43,3%

Bolsonaro (sem partido): 38,2%

Nenhum/Branco/Nulo: 15%

Não sabe/Não respondeu: 3,4%

Cenário 2

Bolsonaro (sem partido): 38,4%

Datena (PSL): 35,5%

Nenhum/Branco/Nulo: 22,3%

Não sabe/Não respondeu: 3,8%

Cenário 3

Lula (PT): 43,1%

Datena (PSL): 31,5%

Nenhum/Branco/Nulo: 22,3%

Não sabe/Não respondeu: 3%

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-> Em pesquisa estimulada, Lula tem 33,8% e Bolsonaro 25,2%

O otimismo do empresariado pernambucano se mantém em bons níveis. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), produzido pela Federação das Indústrias do Estado de Pernambuco (FIEPE).

O crescimento na comparação de junho para julho de 2021 foi de quatro pontos, atingindo a marca de 61,7. O entendimento que se faz sobre os dados é que, mesmo com a instabilidade do cenário devido à pandemia do novo coronavírus, a perspectiva é de melhora econômica nos próximos meses.

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Cézar Andrade, economista da FIEPE, avalia os resultados alcançados como positivos, visto que desde o início da crise sanitária, em março de 2020, os números não eram tão positivos assim. “É tanto que o resultado deste mês se aproximou do patamar de antes da pandemia”, sinalizou Andrade.

Em fevereiro de 2020, o ICEI estava em 62,30. A evolução é perceptível no comparativo com outros meses. Enquanto que em julho de 2020 o índice no Estado estava em 52,7 pontos, junho de 2021 já havia passado desse patamar, com 57,7 pontos. De acordo com a pesquisa divulgada, quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminado é o índice de confiança. Isso tem como efeito o maior número de investimentos, além do aumento da necessidade de mão de obra contratada.

Segundo os resultados apontados pelo levantamento, o aumento do índice do ICEI se dá pela boa expectativa que os empresários têm para os próximos meses. O dado que aponta esse indicador apresentou um aumento de 4,1 pontos, alcançando 64,7. Ainda em comparação com os dados de 2020, os números estão 10,9 pontos acima, levando em consideração que em julho do ano passado os negócios estavam tentando uma recuperação após o freio compulsório desde março. No geral, apesar do decréscimo, a confiança em relação às condições correntes está acima da média histórica que é de 48,05 pontos.

Com informações da assessoria

Um levantamento realizado pela It’sSeg, corretoras de seguros do país especializada em gestão de benefícios, apontou que houve aumento de 17% no número de palestras realizadas sobre saúde e qualidade de vida nas empresas por ela atendidas, saltando de 211 eventos em 2019 para 248 no período entre julho de 2020 e junho de 2021.

Entre os temas, os mais procurados foram: saúde da mulher, saúde geral, saúde mental, saúde do homem, informações sobre a Covid-19 e como lidar com questões emocionais em casa e no teletrabalho.

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“Notamos um aumento significativo na demanda por esses eventos, tanto por parte dos clientes que já realizavam ações de boas práticas e qualidade de vida para seus colaboradores antes da pandemia, quanto por parte daqueles que não promoviam esses eventos e se interessaram a fazer visando uma aproximação com os funcionários em teletrabalho”, comenta Marcio Tosi, diretor da It’sSeg, segundo enviado da assessoria de imprensa.

Segundo o levantamento, houve também um aumento na interação de colaboradores nos eventos promovidos de julho de 2020 a junho de 2021 no formato online comparado às sessões realizadas presencialmente em 2019. A média que antes era de 30 a 40 pessoas por evento, passou a ser, de no mínimo, 60 a 70 participantes.

O diretor acredita que a flexibilidade de horários e a facilidade de realizar os eventos de forma remota contribuíram para o aumento na participação dos colaboradores: “O formato online acaba atraindo mais participantes por possibilitar aos colaboradores que não se desloquem até um auditório, por exemplo, para acompanhar uma palestra, além de permitir que os eventos aconteçam em horários flexíveis, dando mais liberdade aos funcionários para participarem”, acrescenta.

A pesquisa Datafolha realizada entre a quarta (7) e a quinta-feira (8) constatou que 59% do eleitorado garantiu que não vai escolher o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na eleição de 2022. Em relação aos concorrentes, ele é o candidato mais rejeitado.

Comparado ao resultado do último levantamento, foi verificado o aumento de 5 pontos percentuais na rejeição do presidente, que era de 54% em maio.

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A lista de desaprovação divulgada pelo Datafolha segue com o empate entre o ex-presidente Lula (PT) e o governador de São Paulo, João Dória (PSDB), com 37% dos eleitores.

O estudo também apresentou resultados adquiridos por Ciro Gomes (PDT), com 31%, e pelo ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), com 23%.

Os dados apresentados pelo Datafolha foram obtidos em entrevista presencial com 2.074 votantes. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou menos, informa.

A mais recente pesquisa de intenção de voto divulgada pelo 'PoderData' mostra que o ex-presidente Lula (PT) venceria todos os seus prováveis adversários em um possível segundo turno, nas eleições presidenciais. Contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), seu principal adversário, o petista venceria por 55% a 32%, aponta a projeção.

No confronto com João Dória (PSDB), Lula teria 51% dos votos contra 17% do tucano. Na simulação com Ciro Gomes, o ex-presidente venceria com maior folga: 48% contra 15%. 

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Para que um candidato vença no primeiro turno é preciso ter mais da metade dos votos válidos, superando a soma de todos os seus adversários. E, segundo o PoderData, por pouco o petista - neste último levantamento - não conseguiu atingir esse patamar.

Os resultados desta rodada sobre o primeiro turno mostram que Lula tem 43% das intenções de votos. Os outros candidatos somados marcaram 44%. No entanto, considerando a margem de erro, o petista poderia ganhar no primeiro turno se as eleições fossem hoje. 

Esta pesquisa foi realizada entre os dias 5 e 7 de julho de 2021, sendo ouvidas 2.500 pessoas em 421 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou, nesta quinda-feira (8), os resultados da pesquisa "Resposta educacional à pandemia de Covid-19 no Brasil". Os dados foram obtidos por meio de questionários aplicados, durante a segunda etapa do Censo Escolar 2020, entre fevereiro e maio de 2021.

Os resultado do levantamento aportaram que 99,3% das escolas brasileiras suspenderam as aulas presenciais devido ao agravamento da pandemia do novo coronavírus. Além disso, o apontamento mostra que boa parte dos colégios, públicos e privados, teve que ajustar o calendário letivo. Ainda segundo o Censo Escolar, mesmo com a flexibilização e retomada das aulas, mais de 98% das instituições optaram por estratégias não presenciais de ensino.

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Adaptação de professores e alunos

Os números divulgados pelo Inep também se referem à adptação ao sistema remoto de alunos e profesores. De acordo com o órgão, reuniões virtuais de planejamento, coordenação e monitoramento das atividades foram as principais estratégias adotadas durante a suspensão das atividades presenciais.

Com relação aos discentes, o levantamento revela que os principais canais de comunicação com os docentes foram redes sociais, e-mail, telefone e aplicativo de mesnsagens.

Questionário

O objetivo do documento é realizar o levantamento de informações e estratégias adotas pelas instituições de ensino brasileiras para garantir o ano letivo durante todo ano de 2020. “A pesquisa permite compreender as estratégias adotadas pelas escolas para continuar ensinando e avaliando os estudantes da educação básica. Os resultados, de caráter censitário, podem auxiliar o Ministério de Educação (MEC) e os secretários estaduais e municipais de ensino na tomada assertiva de decisões. É este o papel do Inep: gerar informações relevantes para o planejamento de ações de enfrentamento e políticas educacionais”, ressalta o presidente do Inep, Danilo Dupas, através da assessoria do Instituto.

Há 15 meses atuando na linha de frente da covid-19, profissionais de saúde no Brasil ainda se sentem despreparados para lidar com a pandemia, mostra estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV). Entre as mulheres, 72,2% das entrevistadas disseram não ter informações suficientes para trabalhar. Essa condição atinge 61,1% dos homens. Para profissionais negras, o percentual é ainda maior e chega a 78,22%. Os pesquisadores destacam que os indicadores de sensação de despreparo refletem os dados sobre quem recebeu mais treinamento, orientações ou recursos.

“Essas desigualdades têm marcas de gênero e de raça. As mulheres estão em situação pior e essa diferença vem aumentando em relação aos homens ao longo do tempo [da pandemia]”, diz Gabriela Lotta, uma das pesquisadoras responsáveis pelo trabalho. O relatório foi produzido com dados de uma enquete online, com 1.829 profissionais de saúde, entre os dias 1º e 20 de março deste ano.

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Esta é a quarta rodada da pesquisa e faz parte de uma série realizada pelo Núcleo de Estudos da Burocracia (NEB-FGV), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Rede Covid-19 Humanidades. A proposta é compreender as percepções dos profissionais que atuam na linha de frente da pandemia sobre as condições de trabalho nesse período

Sobre o recebimento de equipamentos, treinamento e testagem, também observam-se disparidades. Enquanto 57,93% dos homens brancos disseram ter recebido equipamentos de forma contínua, o percentual cai para 38,12% entre os homens negros. Em relação ao treinamento, 43,9% dos homens brancos relataram ter recebido, e as mulheres negras foram as que menos receberam, com 20,94%. A testagem de forma contínua foi citada por 22,5% dos homens brancos e 11,5% das mulheres negras.

“A gente achava que ao longo do tempo essas desigualdades fossem amenizadas, mas, pelo contrário, elas foram se acentuando”, afirma a pesquisadora. Gabriela explica que a análise por gênero e raça se mostrou fundamental ao longo do trabalho. “Nas outras etapas ficou cada vez mais evidente que embora a pandemia afetasse a todas as pessoas, e especialmente os profissionais de saúde, ela atingia de maneira diferente mulheres e homens, especialmente as questões de raça.”

A desigualdade aparece também nas áreas de saúde mental e divisão do trabalho doméstico. Para 67,3% dos homens entrevistados, a saúde mental teve impacto durante a pandemia. Entre as mulheres, o índice chega a 83,7%. Mais da metade das profissionais de saúde disseram dedicar mais de 14 horas por semana às tarefas domésticas, contra 39% dos homens.

Em termos comparativos das etapas do levantamento Gabriela mostra que, no geral, os indicadores se mantiveram ruins. “O sentimento de despreparo diminuiu um pouco, o acesso a equipamentos de proteção individual aumentou, o acesso à testagem aumentou, o suporte e orientação aumentaram mas outros indicadores se mantiveram muito ruins o tempo inteiro.”

Gabriela chama atenção para o esgotamento dos profissionais de saúde. “Estamos com alto percentual de adoecimento, mortalidade muito alta também, especialmente antes da vacinação, profissionais que estão com a saúde mental abalada e precisam continuar cuidando dos pacientes. Eles não estão tendo descanso, não têm férias, não têm licença e estão no limite.”

A pesquisadora destaca a necessidade de políticas que observem as desigualdades estruturais. “Essas políticas deveriam ser para todos os profissionais, elas precisariam ter um olhar muito cuidadoso, pois o estudo revela os reflexos também dessa desigualdade estrutural de gênero na sociedade", diz. Para ela, as políticas sempre devem ter um olhar diferenciado para homens e mulheres, porque "se elas tratam todo mundo igual, a gente está só reproduzindo desigualdades.

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) realizou um levantamento de dados e apontou um crescimento de 128% no número de desligamentos de profissionais da área de educação por mortes nos primeiros quatro meses de 2021, se comparado com o mesmo período do ano passado.

Conforme o levantamento, foram 1.479 desligamentos por morte entre janeiro e abril deste ano, e 650 no mesmo período de 2020. O balanço ainda aponta que o quantitativo de mortes entre os trabalhadores da Educação foi mais acentuado nos três estados com as maiores taxas de mortalidade por Covid-19: Rondônia, Amazonas e Mato Grosso.

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Entre os mais afetados da área estão os professores e coordenadores, que tiveram, em 2021, 612 vínculos encerrados por morte. Os servidores que ajudam nas atividades das instituições de ensino foram o segundo grupo mais afetado. Os dados revelam que 263 trabalhadores de serviços, como faxineiros, porteiros, zeladores e cozinheiros, foram desligados por motivo de morte este ano.

Fonte: Dieese

Professores com nível superior que ministram aulas para estudantes do ensino médio tiveram, entre os profissionais da educação, o maior aumento no número de desligamentos por morte. Segundo o levantamento, no início de 2021, essa quantidade mais que triplicou em relação a 2020. Os educadores com nível médio que atuam na educação infantil e fundamental também tiveram um grande aumento: 238% nos quatro primeiros meses de 2021.

Fonte: Dieese

O balanço revelou também que trabalhadores com menos de 30 anos foram menos afetados. Ainda assim, nos primeiros quatro meses de 2021, os desligamentos por morte entre pessoas com idade entre 25 e 29 mais que dobrou. Entre os profissionais na faixa etária entre 30 e 39 anos, o aumento foi de 148%.

Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) confirma que metade das cidades do Brasil está com a ocupação de leitos de UTI gerais e destinados à Covid-19 acima de 90%.

Já 15% afirmaram estar acima de 80%; 14% entre 60% e 80%; 8% abaixo de 60% de ocupação. O levantamento ocorreu entre os dias 21 e 24 de junho e ouviu 2.747 gestores municipais - o que corresponde a 49% dos 5.568.

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A CNM aponta ainda que o Sul e o Sudeste são as regiões com a situação mais crítica. O Estado do Mato Grosso do Sul, no entanto, no Centro-Oeste, é o que apresenta maior percentual de municípios com ocupação acima de 95%.

Em relação ao número de novos casos de Covid-19, 28% dos municípios apontaram aumento nesta semana; 39% afirmaram que se manteve estável; 30% queda; e 2% destacaram que não houve novos casos confirmados.

Quanto ao óbito pela doença, 1.043 Municípios (38%) afirmaram não ter ocorrido nenhum caso. Já 20% apontaram aumento; 29% estabilidade; e 12% queda. Medidas restritivas de circulação de pessoas ou de atividades econômicas se mantêm em 76% das cidades.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registrou mais que o dobro de intenções de voto do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na pesquisa do instituto Inteligência em Pesquisa e Consultoria (Ipec), divulgada nesta sexta-feira (25). Disparados à frente dos demais candidatos, a dupla reforça a polarização política, que novamente deve ser levada às urnas em 2022.

O Ipec reafirmou a ascensão do petista conferida em outros estudos. Ainda que somem os resultados dos quatro principais adversários incluídos na estatística, Lula possui uma folga de 11 pontos percentuais.

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Ele lidera o material com 49% dos votos; Bolsonaro com 23%; Ciro Gomes (7%); João Doria (5%) e Luiz Henrique Mandetta (3%). Brancos e nulos representam 10% dos eleitores, enquanto 3% disse que não sabe ou não respondeu. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

'Tem meu voto garantido'

A entidade criada por ex-executivos do Ibope Inteligência questionou 2.002 pessoas de 141 municípios, entre os dias 17 e 21 de junho. O eleitorado também foi perguntado em quem votaria com certeza ou poderia votar e quem não votaria de jeito nenhum.

Nesse recorte, Lula volta a assumir os melhores índices com 61% dos votos 'certos'. Um aumento de 11% em comparação a fevereiro, quando marcou 50%. Bolsonaro obteve 33% dos votos. Antes, a marca era superior, com 38%.

'Não voto de jeito nenhum'

Em relação aos candidatos com maior rejeição, 62% garantiu que não votaria em Bolsonaro de jeito nenhum. Há quatro meses, ele era rechaçado por 56% do eleitorado.

Apesar de figurar como contraposição ao atual presidente, Lula recebeu a menor reprovação dos cinco candidatos. Conforme a pesquisa, 36% disse que não votaria nele. Anteriormente, a taxa era de 44%.

Avaliação da gestão Bolsonaro

A motivação para a derrocada do presidente Bolsonaro pode ser explicada pela baixa avaliação da sua gestão, exposta pela adesão em protestos por todo o país. Segundo o Ipec, só 24% considerou o Governo Federal ótimo ou bom - em fevereiro era 28%. Já 49% dos entrevistados afirmou que a atividade do chefe do Executivo é ruim ou péssima. Na pesquisa anterior o percentual era de 39%.

Ainda conforme o estudo do Ipec, 66% reprovou o governo Bolsonaro, contra 30% que aprova. Sobre a confiança no presidente, 68% dos entrevistados sugeriu que desconfia dele, enquanto 30% reafirmou que acredita em Bolsonaro.

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