O Brasil registrou 390 novas mortes pela covid-19 nesta sexta-feira, 21. A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 257, mantendo sua tendência de crescimento pelo décimo dia consecutivo.

O número de novas infecções notificadas foi de 168.820, o terceiro maior da pandemia. A média móvel de testes positivos atingiu um novo pico e está em 118.516, o que representa um aumento de 295% em relação à de duas semanas atrás. No total, o Brasil tem 622.643 mortos e 23.757.741 casos da doença.

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Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 21,8 milhões de pessoas se recuperaram da doença desde o início da pandemia.

São Paulo teve 145 mortes e 11.159 novos casos nas últimas 24 horas. A maior quantidade de testes positivos para o coronavírus no período veio do Minas Gerais, que notificou quase 27 mil novas infecções e 23 vítimas fatais da doença. O Acre não registrou mortes nesta sexta e Pernambuco não divulgou os dados do dia.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O Ministério da Saúde informou que foram registrados 166.539 novos casos e mais 358 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 23.751.782 pessoas infectadas e 622.563 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

A pressão no sistema de saúde do País, causada pela disseminação da variante Ômicron, está nas filas dos postos de saúde, na falta de medicamentos antigripais nas farmácias, na escassez de testes para detecção de Covid-19 nos laboratórios privados e, em janeiro, após longo represamento de dados, nos levantamentos do Ministério de Saúde. A explosão de casos diários, que já passam de 200 mil, eleva as internações. A média móvel de mortes aumentou 121% em duas semanas.

Especialistas alertam que a chegada e a evolução da Ômicron, ao longo de dezembro, não foram registradas pelo Ministério da Saúde. Alguns usam a expressão "voo cego" para ilustrar a situação dos gestores públicos e dos hospitais privados. Quando os sistemas da pasta sofreram um ataque hacker, em 10 de dezembro, o número de casos, hospitalizações e mortes por Covid-19 estava no nível mais baixo do ano. Isso foi antes das celebrações de fim de ano, do surto de gripe em várias cidades e do avanço da Ômicron.

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Em janeiro, o ministério informou que quatro de suas plataformas haviam sido restabelecidas ainda em dezembro e a instabilidade não teria interferido na vigilância de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave. Isso é o oposto do que dizem os pesquisadores. "Tivemos um apagão epidemiológico importante. Esses números estabilizados, segundo o Governo Federal, envolvem os dados retrospectivos? Para chegarmos à média móvel recorde de 100 mil deve ter havido uma variação importante em janeiro", opina Domingos Alves, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP.

O especialista se refere à média móvel de 100 mil diagnósticos diários registrada na quarta-feira. Foi a primeira vez que esse número foi atingido desde o início da pandemia. Em comparação à média de 14 dias atrás, a variação foi de +487%, segundo dados do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde.

Mesmo sem os dados oficiais, o avanço da doença é flagrante. Com o surto de gripe misturado ao crescimento de casos de covid-19, pessoas com sintomas gripais lotam as unidades de saúde neste início de ano. Com isso, as vendas de medicamentos antigripais nas farmácias dispararam.

A recuperação dos dados do Ministério de Saúde não resolveu o problema da subnotificação de casos, na opinião de Julio Croda, pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical. Para o especialista, a questão é recorrente. "Desde outubro, o e-Sus não reportou adequadamente os testes de antígeno. Ainda não sabemos o real impacto da Ômicron. Os números ainda são subestimados. A maioria dos resultados é da rede privada."

Outro entrave é a falta de testes de detecção de covid-19. Em várias partes do Brasil, gestores públicos e laboratórios privados têm dificuldades para conseguir mais exames.

O número de casos neste início do ano impressiona na comparação com os períodos anteriores. Apenas nos primeiros 19 dias do ano, o número de casos de covid (1.135.488) equivale a 30% do total de casos confirmados ao longo de todo o segundo semestre de 2021 (3.726.209).

Impacto nas mortes

A curva de mortes começou a subir recentemente por conta do tempo entre o contágio, hospitalização, óbito, confirmação da causa e, finalmente, o registro. Em 31 de dezembro, a média móvel registrava 97 óbitos diários. No dia 19, essa mesma métrica registrava 215 óbitos diários - aumento de 121% em pouco mais de duas semanas. Dessa forma, a média móvel de vítimas atingiu agora um patamar acima do que estava às vésperas do ataque hacker, quando a média indicava 183 mortos pela doença a cada dia. Desde o dia 3 de dezembro de 2021, o País não ultrapassava as 200 mortes diárias.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Nesta quinta-feira, 20, 324 novas mortes por covid-19 foram registradas no Brasil. A média semanal de óbitos, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 235, mantendo a tendência de crescimento pelo 11º dia consecutivo e superando o patamar de 200 pela tereceira vez desde o início de dezembro.

O número de novos casos de infecções foi de 168.060. Com isso, a média diária de testes positivos é de 110.442. O número de casos novos fica atrás do registrado na quarta-feira, 19, que foi de 205.310, o maior registro em 24 horas desde o início da pandemia, substituindo o recorde alcançado um dia antes, quando mais de 132 mil pessoas foram diagnosticadas com covid.

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No total, o Brasil tem 622.221 mortos e 23.588.921 casos da doença. Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 21,8 milhões de pessoas se recuperaram desde o início da pandemia.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a covid-19 no Brasil chegou nesta quarta-feira, 19, a 162.418.676, o equivalente a 75,6% da população total. Nas últimas 24 horas, 153.477 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, 11 Estados não divulgaram o avanço da imunização no período.

Entre os mais de 162 milhões de vacinados, 147,7 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 68,78% da população total.

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Nas últimas 24 horas, 198,9 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 1.433 receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson. Amapá, Ceará, Maranhão, Minas Gerais e Rio Grande do Sul tiveram correções nos dados das vacinas de dose única, totalizando 105.109 aplicações a menos desse imunizante.

Nesta quarta, 1,4 milhão de pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 37,6 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 17,51% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas e considerando as correções de doses únicas, o Brasil administrou mais de 1,6 milhão de doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta terça são: Acre, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

São Paulo tem 81,87% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 78,88% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,53%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerias (72,98%) e Mato Grosso do Sul (72,21%).

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta terça-feira (18) a 162.265.199, o equivalente a 75,53% da população total. Nas últimas 24 horas, 54.513 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, 11 Estados não divulgaram o avanço da imunização no período.

Entre os mais de 162 milhões de vacinados, 147,6 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 68,73% da população total.

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Nas últimas 24 horas, 347,5 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 3.071 mil receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson.

Nesta terça, 493,9 mil pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 36,1 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 16,84% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou pouco menos de 900 mil de doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta terça são: Acre, Alagoas, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

São Paulo tem 81,77% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 78,75% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,48%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerias (72,9%) e Rio Grande do Sul (72,33%).

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira (17) a 162.210.686, o equivalente a 75,51% da população total. Nas últimas 24 horas, 165.646 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, dez Estados não divulgaram o avanço da imunização no período.

Entre os mais de 162 milhões de vacinados, 147,3 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 68,57% da população total.

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Nas últimas 24 horas, 598,4 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 94,7 mil receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson.

Nesta segunda, 1,8 milhão de pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 35,6 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 16,61% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou 2,69 milhões de doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta segunda são: Acre, Amapá, Goiás, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

São Paulo tem 81,77% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 78,75% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outros quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,42%), Santa Catarina (74,67%), Minas Gerias (72,73%) e Rio Grande do Sul (72,33%).

O número de pessoas vacinadas com duas doses contra a Covid-19 no Brasil chegou a 144,9 milhões, o equivalente a 67,63% da população total. Nas últimas 24 horas, 137.651 pessoas receberam a segunda dose do imunizante, de acordo com dados reunidos pelo Consórcio de Veículos de Imprensa divulgados nesta quarta-feira (12). Entretanto, 13 Estados não atualizaram os dados da vacinação.

Além disso, 576.355 pessoas receberam a dose de reforço da vacina e outras 47.782 tomaram a primeira dose. Ao todo, 763 mil doses da vacina foram aplicadas no Brasil nas últimas 24 horas.

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Estados com maiores percentuais de totalmente imunizados (2ª dose e dose única): São Paulo (79,09%), Piauí (75,30%), Minas Gerais (72,86%), Mato Grosso do Sul (72,67%) e Ceará (71,27%).

Com isso, 161,7 milhões de pessoas tomaram ao menos uma dose da vacina contra o coronavírus. Isso corresponde a 75,84% da população brasileira. Destas, 31,2 milhões já estão com o esquema vacinal completo e a dose de reforço.

Os dados diários de vacinação são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, que é formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20 horas.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta terça-feira (11) a 161.727.955, o equivalente a 75,82% da população total. Nas últimas 24 horas, 3,3 mil pessoas receberam a primeira aplicação da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa. Ao todo, 13 Estados não divulgaram os dados de imunização relativos ao período.

Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 144,7 milhões receberam a segunda dose ou um imunizante de aplicação única, o que representa 67,86% da população com duas doses ou a vacina da Janssen.

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Nas últimas 24 horas, 134,2 mil pessoas receberam a segunda dose e outras 5.667 receberam o imunizante produzido pela Johnson & Johnson.

Nesta terça-feira, 621 mil pessoas ainda receberam a dose de reforço. Ao todo, 30,6 milhões de brasileiros já foram "revacinados" - o equivalente a 14,38% da população total.

Somando todas as vacinas aplicadas, o Brasil administrou 764,3 mil doses nas últimas 24 horas.

Os Estados que não divulgaram os registros de vacinação nesta quarta são: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondônia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

São Paulo tem 82,25% da população total vacinada ao menos com uma dose contra o coronavírus, e 79,02% com duas doses ou aplicação única, o mais avançado do País. Os outro quatro Estados com a maior proporção de habitantes com essa taxa são: Piauí (75,24%), Minas Gerais (72,77%), Mato Grosso do Sul (72,6%) e Ceará (71,08%).

O Brasil registrou 139 novas mortes pela Covid-19 nesta terça-feira (11). A média semanal de vítimas, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 122, abaixo dos 128 da véspera.

O número de novas infecções notificadas foi de 73.617, enquanto a média móvel de testes positivos na última semana está em 44.016 - um aumento superior a 600% em relação à de duas semanas atrás. No total, o Brasil tem 620.281 mortos e 22.630.142 casos da doença.

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Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h. Segundo os números do governo, 21,6 milhões de pessoas se recuperaram.

São Paulo registrou 26 mortes e 4,3 mil novas infecções pelo coronavírus nas últimas 24 horas. Alagoas, Roraima e Sergipe não notificaram óbitos pela pandemia nesta terça.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O Ministério da Saúde informou que foram registrados 70,7 mil novos casos e mais 147 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

O Brasil registrou 111 novas mortes pela Covid-19 nesta segunda-feira (10). A média semanal de óbitos, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 128.

Nesta segunda, o número de novas infecções notificadas foi de 34,2 mil. No total, o Brasil tem 620,1 mil mortos e 22,5 milhões de casos da doença. Os dados diários do País são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

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Os Estados de Sergipe e Roraima não relataram mortes, assim como o Acre, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Amapá.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta segunda-feira (10) o Brasil chegou a 144,6 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a covid, ou 67,8% da população. Os dados são do levantamento diário do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

Em relação ao número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,7 milhões de residentes, o que equivale a 75,81% do total de habitantes do País.

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Os Estados do Amapá e Rio de Janeiro não atualizaram dados do avanço da vacinação. Mato Grosso e Alagoas também sem informações de vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul e Tocantins. Santa Catarina só atualizou doses únicas e o Paraná fez uma revisão para baixo em todas as aplicações.

Nas últimas 24 horas, houve pouco mais de 1 milhão de aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em 82,2 mil pessoas, enquanto 296,3 mil receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 4.154. Já as aplicações de reforço foram administradas em 624,1 mil habitantes, com total de 30 milhões de doses aplicadas.

O Brasil registrou 50 mortes pela Covid-19 neste domingo (9). A média semanal de óbitos, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 123. Os Estados do Amapá, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Piauí, Santa Catarina, Roraima e Rondônia não relataram óbitos pela infecção.

Neste domingo, o número de novas infecções notificadas foi de 23.504. No total, o Brasil tem 620.031 mil mortos e 22,5 milhões de casos da doença. A média móvel de testes positivos dos últimos sete dias é de 33.146. Os dados diários do País são do consórcio de veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

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O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta neste domingo (9) a 161.642.302, o equivalente a 75,78% da população total.

Nas últimas 24 horas, 11 mil pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e do Distrito Federal.

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Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 144,3 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,66% da população com a imunização completa contra o coronavírus. Nas últimas 24 horas, 30 mil pessoas receberam a 2ª dose. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (39.401), o Brasil administrou 81.721 doses neste domingo.

Os Estados de Alagoas, Distrito Federal, Mato Grosso, Maranhão, Paraíba, Tocantins e Sergipe, não atualizaram os dados da imunização. O Acre informou que "não atualizou nenhum número em virtude da instabilidade do sistema de notificação".

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta nesta quinta-feira (6) a 161.560.434, o equivalente a 75,74% da população total.

Nas últimas 24 horas, 60.303 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e do Distrito Federal.

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Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 143,9 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,48% da população com a imunização completa contra o coronavírus. Nas últimas 24 horas, 143,8 mil pessoas receberam a 2ª dose. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (567.550), o Brasil administrou 773.452 doses nesta quinta.

Com dados ainda afetados pelo ataque hacker ao Ministério da Saúde, os Estados do Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro estão sem informações do avanço da vacinação. Mato Grosso e Alagoas não atualizaram vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rio Grande do Sul e Tocantins.

O Brasil registrou 171 mortes pela covid-19 nesta quinta-feira, 6. A média semanal de óbitos, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 101. Os Estados do Amapá, Alagoas e Acre não relataram óbitos pela infecção.

Nesta quinta, o número de novas infecções notificadas foi de 45.717. No total, o Brasil tem 619,7 mil mortos e 22,3 milhões de casos da doença. A média móvel de testes positivos dos últimos sete dias é de 17.100. Os dados diários do País são do consórcio de veículos de imprensa, formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

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O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

Nesta quarta-feira (5) o Brasil chegou a 143,8 milhões de pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19, ou 67,42% da população. Os dados são do levantamento diário do consórcio de veículos de imprensa, em parceria com 27 secretarias de Saúde.

Em relação ao número de pessoas parcialmente imunizadas, com ao menos uma dose da vacina, são 161,5 milhões de residentes, o que equivale a 75,71% do total de habitantes do País.

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Com dados ainda afetados pelo ataque hacker ao Ministério da Saúde, os números podem ser imprecisos. Os Estados do Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio de Janeiro estão sem dados do avanço da vacinação. Mato Grosso e Alagoas não atualizaram vacinas, assim como Acre, Goiás, Paraíba, Rondônia e Roraima.

Nas últimas 24 horas, houve 725,1 mil aplicações. As primeiras doses foram aplicadas em 41,9 mil pessoas, enquanto pouco mais de 100 mil receberam a 2ª aplicação da vacina.

O registro de dose única ficou em 2.771. Já as aplicações de reforço foram administradas em 580,2 mil habitantes, com total de 27,9 milhões de doses aplicadas.

A secretaria de Saúde de Goiás informou que os dados são preliminares e coletados no Localiza SUS, do Ministério da Saúde. As secretarias do Paraná e do Rio disseram que ainda enfrentam dificuldade para extrair informações da vacinação por conta da instabilidade nos sistemas da pasta federal.

Os Estados de Sergipe e Roraima não relataram mortes, assim como o Acre, que também não registrou casos. No total acumulado, já são 619,5 mil óbitos notificados desde o início da pandemia.

No intervalo de 24 horas, os novos casos notificados da doença ficaram em 27.578. O País chegou a 22,3 milhões de casos da infecção desde março de 2020. A média móvel de casos nos últimos sete dias é de 12.391.

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Os dados diários são reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa, que é formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL, em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20 horas.

O balanço de óbitos e de casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde 8 de junho do ano passado, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O número de brasileiros que tomaram a segunda dose da vacina contra a Covid-19 chegou a 143.707.365 nesta terça-feira (4). O número representa 67,37% da população. Nas últimas 24 horas, 168 mil pessoas receberam o imunizante e ficaram com o ciclo vacinal completo, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Até às 20h desta terça-feira, 14 Estados atualizaram os dados da vacinação. Outros 13 Estados não realizaram registros. Desde o apagão de dados do Ministério da Saúde, causado pelo ataque hacker no dia 10 de dezembro, eles alegam instabilidades nos sistemas de notificação.

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Mais de 161,4 milhões da população residente no Brasil tomou ao menos uma dose do imunizante contra a Covid-19, o que corresponde a 75,69%. Foram 184.471 registros de novos vacinados nas últimas 24 horas.

Já a dose de reforço foi tomada por 27,3 milhões de brasileiros, 19% do total de pessoas com o ciclo vacinal de duas doses ou dose única da Janssen. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (483.816), o Brasil administrou 841.327 doses nesta terça-feira.

Os Estados que não atualizaram os dados de vacinação foram: Acre, Alagoas, Amapá, Goiás, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rondonia, Roraima, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Tocantins.

O balanço de óbitos, casos e vacinas é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O Brasil registrou 178 mortes causadas pela covid-19 nas últimas 24 horas, até às 20h desta terça-feira, 4. A média móvel semanal, que elimina distorções entre dias úteis e fim de semana, ficou em 96, a mesma desta segunda-feira. O número total de vítimas da pandemia chegou a 619.426 no País.

Seis Estados não registraram mortes no período: Alagoas, Amapá, Amazonas, Goiás, Paraíba e Roraima. Já os Estados com mais mortes são Rio de Janeiro, com 46 vítimas, e São Paulo, com 26.

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Segundo as secretarias de saúde do Rio e de São Paulo, a razão para o número de mortes, que supera os registros dos últimos dias, é o represamento de dados de dias anteriores - causado tanto pela instabilidade no sistema de notificação do Ministério da Saúde, observado desde o ataque hacker do dia 10 de dezembro, quanto pelo período de final de ano.

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, g1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde.

O número de novas infecções notificadas foi de 19.091. No total, o Brasil tem 22.322.027 casos da doença. A média móvel de novos casos nos últimos sete dias é de 9 mil.

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho de 2020, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

O número de pessoas vacinadas com ao menos uma dose contra a Covid-19 no Brasil chegou nesta segunda-feira (3) a 161.268.710, o equivalente a 75,6% da população total. Nas últimas 24 horas, 28.202 pessoas receberam a primeira dose da vacina, de acordo com dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 26 Estados e Distrito Federal.

Entre os mais de 161 milhões de vacinados, 143,5 milhões receberam a segunda dose, o que representa 67,29% da população com a imunização completa contra o novo coronavírus. Nas últimas 24 horas, 125.263 pessoas receberam essa dose de reforço. Somando as vacinas de primeira e segunda dose aplicadas, além da terceira de reforço (492.580), o Brasil administrou 648.088 doses nesta segunda-feira.

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Em termos proporcionais, Piauí é o Estado que mais vacinou sua população até aqui: 83,03% dos habitantes receberam ao menos a primeira dose. A porcentagem mais baixa é encontrada em Roraima, onde 55,28% receberam a vacina. Em números absolutos, o maior número de vacinados com a primeira dose está em São Paulo (38,2 milhões), seguido por Minas Gerais (16,6 milhões) e Rio de Janeiro (13 milhões).

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