O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) abriu as inscrições para quatro casamentos coletivos, um no formato online, e três na modalidade presencial, através do Núcleo de Conciliação Nupemec.

O casamento virtual será em Olinda e terá as inscrições abertas a partir desta terça-feira (5), das 7h às 13h, com 100 vagas disponíveis. Já as cerimônias presencias, acontecerão em Fernando de Noronha, com número de vagas ilimitado para casais, em Caruaru, e Vitória de Santo Antão, sendo, respectivamente, 50 e 100 inscrições. 

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As datas da realização da cerimônia em Fernando de Noronha são 13 de maio, em Caruaru, 19 de maio e, na cidade de Vitória de Santo Antão, 26 de maio. O casamento virtual em Olinda será no dia 09 de junho, e ocorrerá por meio da plataforma Cisco Webex.

Para a inscrição é necessário que pelo menos um dos noivos apresente comprovante de residência confirmando que é morador da cidade em que o casamento será realizado. 

Documentação 

Os interessados devem apresentar no dia da cerimônia cópias de identidade, CPF, certidão de nascimento original, e os mesmos documentos de duas testemunhas. Já os divorciados precisam apresentar também o documento original do registro do divórcio, e as cópias da sentença do divórcio. De lá, sairão com o encaminhamento para o cartório, onde deverão comparecer com os mesmos documentos no dia marcado acompanhados das testemunhas escolhidas. 

Unidades Judiciárias da Nupemec/TJPE 

As unidades que organizam os  quatro casamento coletivos desta primeira série de 2022 são: a Casa da Justiça e da Cidadania (CJC) de Fernando de Noronha; a CJC - Centro Universitário Asces-Unita de Caruaru; o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc); a CJC de Vitória de Santo Antão, a Câmara Privada de Conciliação e Mediação TJPE-Unifacol  e, por fim, o Cejusc de Olinda, a Câmara .  

O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) abriu inscrições para a celebração de casamento coletivo e reconhecimento de união estável nas comarcas de Nazaré da Mata e Rio Formoso, na Zona da Mata do estado. A cerimônia coletiva será celebrada no modo presencial em 27 de janeiro de 2022.

Em Nazaré da Mata, estão sendo ofertadas 50 vagas, e as inscrições estão sendo realizadas, de modo presencial, das 9h às 15h, até sexta-feira (10), na Casa de Justiça e Cidadania (CJC), da comarca. A CJC de Nazaré da Mata está localizada na Rua Professor Américo Brandão, nº46, no centro da cidade.

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Após se inscreverem, as noivas e noivos deverão apresentar no cartório indicado os seguintes documentos:  certidão de nascimento original, além de cópia de RG, CPF e comprovante de residência, inclusive das duas testemunhas. Caso algum dos interessados já tenha sido casado, é necessário apresentar certidão de casamento com averbação de divórcio (original) e sentença do divórcio ou partilha de bens (cópia). Já para os viúvos, é necessário levar a certidão de casamento com averbação do óbito, e certidão de óbito do cônjuge falecido (originais).

A Casa de Justiça e Cidadania de Rio Formoso, em parceria com a Prefeitura do município, vai realizar o 1° Reconhecimento de União Estável Coletivo na comarca.  As inscrições podem ser realizadas até o dia 14 de dezembro, das 9h às 15h, na sede da CJC da comarca, na Rua São José, n° 124, Centro de Rio Formoso, ao lado da Escola Pedro de Albuquerque. Os reconhecimentos de união estável dos casais inscritos na iniciativa serão homologados pelo juiz Rafael Calixto.

A documentação que deve ser apresentada para efetuar o reconhecimento de união estável é a seguinte: certidão de nascimento original, além de cópia de RG, CPF e comprovante de residência. Em caso de filhos em comum, deve-se apresentar, também, a certidão de nascimento deles; e se algum dos interessados já tenha sido casado, é necessário apresentar certidão de casamento com averbação de divórcio.

Em 2021, o Poder Judiciário pernambucano oficializou o casamento de 1.864 casais. As referidas uniões afetivas foram legalizadas virtualmente através da atuação dos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc’s) de Recife, Petrolina, Arcoverde, Afogados da Ingazeira, Olinda, Pesqueira, Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Limoeiro, Gravatá, Vitória de Santo Antão, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Paulista e Jaboatão dos Guararapes. Os Cejusc’s das Comarcas de Palmares e Garanhuns efetuaram casamentos no modo presencial. O TJPE também oficializou casamentos virtuais nas Casas de Justiça e Cidadania do Coque e do Bongi, em Recife; e de Caruaru; e presencial na CJC de Fernando de Noronha.

Duas etnias, 35 comunidades e 806 casais. Esses são alguns dos números do super casamento coletivo indígena que vai acontecer entre os dias 11 e 14 de fevereiro no município de Benjamin Constant, a 1.118 quilômetros de Manaus, no Amazonas.

As celebrações são organizadas pela Defensoria Pública do Estado do Amazonas em parceria com a Funai, Corregedoria-Geral do Tribunal de Justiça do Amazonas, prefeitura de Benjamin Constant e governo do Estado.

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Os casais foram divididos para três cerimônias, que vão acontecer ao longo dos quatro dias, nas comunidades Feijoal, Filadélfia e Guanabara 3. As celebrações vão respeitar as tradições culturais dos índios, que terão o casamento civil gratuito.

Inicialmente, quando Defensoria e Funai firmaram o convênio de cooperação técnica em 2019, a estimativa era de que o casamento coletivo atendesse cerca de 300 casais. Após a coleta de documentos nas comunidades, no entanto, o número de matrimônios foi quase triplicado.

O casamento coletivo também conta com o apoio do Exército, da Marinha, do Batalhão de Polícia Militar de Tabatinga e do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Solimões. As instituições estão dando suporte logístico e de estrutura para a realização das cerimônias, que vão ocorrer em locais de difícil acesso.

Segundo o defensor público geral do Amazonas, Rafael Barbosa, com a iniciativa, a Defensoria busca resguardar os direitos da população indígena. "A Defensoria do Amazonas tem uma preocupação especial com a população indígena, até porque conhece a história de exploração do índio não só no nosso Estado, mas em todo o Brasil", diz o Rafael Barbosa.

Ele destacou, ainda. "Quando fomos procurados pela Funai, de modo a auxiliá-los no casamento coletivo, não medimos esforços em realmente contribuir e viabilizar esse casamento, com todos os direitos que a legislação garante aos indígenas e à população vulnerável. Abraçamos essa causa e, hoje, vemos que o tão aguardado dia se aproxima. Para nós é motivo de felicidade."

A série de casamentos será encerrada com uma cerimônia no Dia Internacional do Amor, o famoso Valentine's Day (Dia de São Valentim), que é celebrado internacionalmente em 14 de fevereiro. A celebração será a maior entre as seis programadas e deve reunir 243 casais.

Até o dia 30 de outubro, casais LGBTI (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, pessoas trans e intersexo) interessados em oficializar a união podem se inscrever no casamento comunitário que acontecerá no dia 8 de dezembro em Guarulhos, na Grande São Paulo. As inscrições são feitas na Subsecretaria de Políticas da Diversidade (SPD). Estão disponíveis 35 vagas para casais homoafetivos e transafetivos.

A atividade torna pública a união estável dos casais, proporcionando cerimônia e festa. No dia do evento, os noivos ganharão o documento de declaração de união. Vale ressaltar que, o casamento coletivo não representa gasto para o município porque tudo é fruto de doações, desde roupas, buffet, decoração e até DJ.

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Para participar do evento comunitário é preciso ter mais de 18 anos e residir em Guarulhos. Para as inscrições são necessários comprovante de residências, RG, CPF e carteira de trabalho.

Serviço

Casamento Coletivo LGBTI 2019

Inscrições até 30 de outubro, das 8h às 17h

Onde: Rua Claudino Barbosa, 313, 3º andar, Guarulhos – SP

A cidade de Guarulhos, na Grande São Paulo, realizará a 10ª edição do Casamento Comunitário no próximo dia 10 de novembro. Os casais inscritos terão, além da documentação de cartório, uma cerimônia religiosa com direito a vestido de noiva, penteado, maquiagem, buquê, festa com buffet e DJ, tudo gratuito.

Desde o dia 1º de outubro, os casais inscritos para o casamento comunitário estão realizando a prova dos trajes (vestido de noiva, terno, vestido das daminhas), que foram doados para o Fundo Social de Solidariedade e serão emprestados aos casais para o evento. Segundo a prefeitura, o casamento coletivo não representa gasto para o município porque tudo é fruto de doações.

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A universitária Caroline Pereira dos Santos, 26 anos, e o auxiliar de logística Elthon José Feliciano da Neiva, 32 anos, são um dos casais que participarão da cerimônia coletiva em novembro. Fãs de esportes radicais, eles estão juntos há seis meses e se conheceram pulando de rope jump nos prédios abandonados de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Foi de maneira radical que também oficializaram o namoro saltando de uma ponte. “O que nos aproximou foram os esportes radicais, as aventuras e a adrenalina”, diz Caroline.

Após três meses de namoro eles começaram a morar juntos e, para oficializar a união, decidiram se casar. “Uma colega de trabalho, que se casou em novembro do ano passado, comentou comigo sobre o casamento comunitário, que até o momento eu desconhecia”, conta. “Pelo fato de atualmente não termos condições financeiras, fomos atrás de mais informações e saímos de lá com a data marcada”, explica a universitária.

Elthon e Caroline vão participar do casamento comunitário em novembro. | Foto: Acervo Pessoal 

Por causa da limitação do espaço onde será feita a cerimônia, cada casal só pode convidar oito pessoas. “Nossos convidados serão os familiares mais próximos como os pais, irmãos, cunhada e o casal de amigos que são nossos padrinhos”, conta Caroline.

Para participar dos casamentos comunitários, os casais que têm interesse precisam ser moradores do município e comprovar renda mensal equivalente a até dois salários mínimos.

 

Serviço

Fundo Social de Solidariedade

Endereço: Alameda Tutóia, 534 – Gopoúva – Guarulhos

Contato: (11) 2472-5177

 

Na 23ª Parada do Orgulho LGBT, que acontece dia 23 de junho, em São Paulo, cinco casais homoafetivos vão realizar o sonho de se casar. Um cartório será montado próximo ao local do desfile, onde serão realizados os tramites da união civil e, em seguida, os casais festejarão o momento especial em cima de um trio elétrico que percorrerá a Avenida Paulista.

Em 2006, a Parada de Orgulho LGBT entrou para o "Guiness Book of Records" como a maior do mundo. O público superou a marca de três milhões de pessoas, número que também é o esperado para este ano com a ação de mostrar que todos têm o direito de formar uma família, independente da orientação sexual. Dessa vez, esse público fará parte da festa de casamento dos cinco casais selecionados pelas startups POPSPACES e The Next H.  "Esses casais representam o orgulho, a liberdade de amar e ser amado. E isso precisa ser compartilhado e comemorado em grande estilo, junto com milhões de pessoas que se identificam e lutam pelos direitos da comunidade LGBT. Assim, todos podem testemunhar essa conquista e celebrar o direito ao amor", diz a diretora de projetos da POPSPACES, Naila Broisler.

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O radialista Willian Barboza Araújo, 30 anos, se casou em dezembro de 2018 com o publicitário Gregory Rodrigo Zanoni, 30 anos. Em novembro de 2017, eles tentaram participar de um casamento coletivo, mas acabaram perdendo a data de inscrição, então, adiaram para o ano seguinte, mas as vagas encerraram-se rápido demais. "Fizemos duas tentativas de casar por meio de casamento coletivo e não conseguimos, pois as vagas eram escassas. Obviamente existe mais demanda do que oferta por casamentos coletivos abertos aos casais LGBT, por isso a importância desses tipos de casamento", afirma Araújo. O casal não teve problemas com a documentação para oficializar a união em cartório e nem com a preparação da festa de casamento.

Gregori Zanoni (à esq.) e Willian Araújo se casaram no final do ano passado | Foto: Acervo Pessoal

Felizes com a união, Willian e Gregory apoiam as iniciativas de casamento coletivo e que ajudam membros da comunidade LGBT. "Essa conquista reconhece perante a lei os direitos básicos como o de uma união heteroafetiva. A comunidade LGBT não quer direitos a mais. Acredito que cada direito que a comunidade têm conquistado nos últimos anos vem com a importância de caminhar para uma sociedade mais igualitária", comenta o radialista.

O Centro de Observação e Triagem Everardo Luna (Cotel), localizado em Abreu e Lima, na Grande Recife, realizará nesta próxima quarta-feira (20) o primeiro casamento coletivo de 2019. Serão oito casais contemplados com a oficialização da união na unidade prisional ligada à Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres).

A cerimônia foi solicitada pelos reeducandos e será proferida pelo pastor José Manoel da Silva, da Igreja Batista Obreiros de Cristo. A Seres confirma que, após a celebração religiosa, o bolo do casamento coletivo será repartido com a presença de familiares e convidados dos noivos.

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No dia 25 de janeiro deste ano, no Presídio de Igarassu, Região Metropolitana do Recife, trinta e cinco detentos tiveram a chance de realizar o sonho do casamento em cerimônia realizada.

As Casas de Justiça e Cidadania (CJC), dos bairros do Coque, na área central do Recife, e do Bongi, na Zona Oeste, estão com inscrições abertas para casamentos coletivos. As cerimônias gratuitas estão previstas para maio. Para os casais do Coque, o prazo de inscrição das até o dia 26 de abril. Já os noivos do Bongi devem procurar o serviço até o dia 12 de abril.

O casamento coletivo da CJC do Bongi também engloba moradores de Afogados, San Martin, Ipsep, Mustardinha, Jardim São Paulo, Areias, Estância e Jordão. Os interessados devem comparecer à unidade, na Rua Acajutiba, 43, com testemunhas. Os noivos devem apresentar Certidão de Nascimento original e cópias da Carteira de Identidade, CPF e comprovante de residência, que deve estar cadastrado no nome do casal ou dos pais. Caso alguma das partes seja divorciada, deve ser apresentada também a via original da Certidão de Casamento constando a averbação do divórcio. Para as duas testemunhas, são necessárias cópias da carteira de identidade e do CPF.

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Para o casamento coletivo do Coque, os mesmos documentos devem ser levados no endereço Rua Cabo Eutrópio, 178, Ilha de Joana Bezerra. Poderão participar noivos dos bairros do Cabanga, São José e Ilha de Joana Bezerra. As cerimônias vão acontecer no Fórum Desembargador Rodolfo Aureliano, Ilha Joana Bezerra, no Recife, em data a ser confirmada. Informações podem ser obtidas através dos telefones 3181-9311, no Coque; e 3181-9080, no Bongi.

 

Na próxima sexta-feira (25), 35 detentos do Presídio de Igarassu (PIG), na Região Metropolitana do Recife (RMR), participarão de casamento coletivo que será realizado na própria unidade prisional. A cerimônia seguirá os moldes tradicionais, com direito a aliança, buquê, trajes de noivos e recepção para os 70 convidados do noivo e da noiva.

O casamento coletivo é uma parceria da Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) com a Defensoria Pública de Pernambuco e o Cartório Municipal de Itapissuma. O evento ocorrerá no espaço ecumênico do presídio

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Para participar do casamento, todos os reeducandos e suas respectivas noivas passaram por entrevista e avaliação da equipe psicossocial do presídio. A celebração será conduzida por pastor da igreja evangélica Casa da Benção, em Rio Doce, Olinda. Em 2018, foram realizadas duas cerimônias no PIG com 78 casais.

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--> Com direito a festa, detentos celebram casamento na prisão

Rejane Maria Pereira e Gabriel Pereira concretizam o sonho de se casar - Júlio Gomes/LeiaJá Imagens 

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Mulheres caminhando com cautela, protegendo a barra dos vestidos brancos da poeira do chão de terra. Logo atrás, familiares equilibram bolos e salgados. É uma manhã de quinta-feira incomum em frente ao Presídio de Igarassu (PIG), na Região Metropolitana do Recife (RMR). A porta pesada de entrada, acostumada com o transitar de homens algemados e agentes penitenciários, vira passagem para noivas. É dia de casamento na prisão.

Uma parceria da Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) com a Defensoria Pública de Pernambuco organizou o segundo casamento coletivo do PIG. Ao todo, 32 mulheres compareceram à unidade para oficializar o matrimônio com o seu companheiro detento. Foram contabilizados cerca de 130 familiares na cerimônia, que ficaram com a missão de trazer os doces e salgados.

A celebração foi realizada no espaço ecumênico do presídio. Noivos se posicionaram em duas fileiras de cadeiras de plástico. O casamento foi conduzido pela igreja evangélica Casa da Benção de Rio Doce, Olinda. Pela primeira vez o pastor Izidoro José fazia casamento de presidiário. Leu Gênesis, capítulo 2 versículo 24, sobre a união do homem e da mulher em uma só carne. “As pessoas olham a ação, o delito, mas não vão atrás da história, do que levou esse homem a chegar até aqui. Muitos deles têm história. Infelizmente o delito foi cometido como uma forma de sobrevivência”, disse o pastor à reportagem.

Lá no fundo, uma mulher chorava sem cessar. Edinalva Antonio dos Santos, de 46 anos, é mãe do detento Robert William, que subiu no palco para cantar. “Eu estou feliz de ver meu filho aqui dentro. Hoje ele podia estar morto. É meu filho único. Dei muito conselho para ele”, ela afirmou. William estava casando com Ana Maria Oliveira, que, juntamente com Edinalva, trabalhava de diarista em um apartamento de Boa Viagem, no Recife. “Ela começou a vir aqui no presídio para me ajudar. Graças a Deus ela entrou na vida dele”.

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Por dois meses, a artesã Rejane Maria Pereira, 45, esteve empenhada em uma peça especial: a confecção do seu próprio vestido de casamento. “Era uma vontade que eu tinha de eu mesma confeccionar meu vestido. É uma sensação única, você mesma confeccionar sua peça”, comentou. Ela se casou com o primo Gabriel Pereira, 30, com quem mantém relacionamento há três anos. Gabriel está preso há dois anos e, nesse período, passou por algumas unidades prisionais sempre procurando saber se conseguiria se casar. “A gente já se amava, faltava apenas oficializar o casamento”, complementou Rejane.

Tímida, Elisabete Santana, 38, escondia o sorriso para as câmeras da imprensa. O agora marido Ivan Santana, 36, era mais expansivo e queria contar a todos a empolgação para o matrimônio. Eles já têm três filhos, de 17, 13 e 12 anos. “Ninguém sabe a barra que ela aguentou. Ela sempre esteve do meu lado, nunca me abandonou. Eu sinto muito porque, com minha prisão, sei que minha família também está presa”, avaliou Ivan.

O defensor público Rafael Alcoforado explicou a importância de ações como o casamento coletivo. “O casamento garante a essas pessoas uma estrutura familiar quando elas saírem do presídio que facilita muito no processo de ressocialização delas”, detalhou. “É mais um elo de aproximação com a família e é como um prêmio para eles e para nós também”, salientou o gerente do PIG, Charles Belarmino.

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Detentos da Penitenciária Juiz Plácido de Souza (PJPS), em Caruaru, no Agreste de Pernambuco, participarão de um casamento coletivo nesta quinta-feira (14). A partir das 14h, 30 casais oficializarão o matrimônio. 

O evento terá a celebração de quatro instituições evangélicas da região. Os noivos terão direito a trajes tradicionais, alianças, bolos e convidados. 

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Cada casal receberá até dois convidados. A PJPS é a terceira unidade prisional de Pernambuco a realizar casamento coletivo em 2018. A Penitenciária de Tacaimbó, no Agreste, e o Presídio de Igarassu (PIG), na Região Metropolitana, realizaram enlaces matrimoniais envolvendo 40 reeducandos. No do PIG, houve a participação da Defensoria Pública de Pernambuco. 

A Prefeitura Municipal de Guarabira realiza nesta quinta-feira (21), às 15h, a 5ª edição do Casamento Coletivo, evento no qual 105 casais vão dizer o tão esperado “sim”.

O evento vai contar com a presença de mais 1.500 pessoas convidadas, entre autoridades e familiares dos noivos. A juíza Hígia Antônia Porto e o presidente do TJ-PB Joás de Brito vão oficializar as uniões.

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A 5ª edição do casamento Coletivo tem a organização da Secretaria de Políticas Públicas para as Mulheres, em parceria com a Secretaria da Família, Bem Estar, Criança e Adolescente da cidade. O evento integra o calendário de programação dos 130 anos de emancipação política da cidade de Guarabira e acontece na Maison D´Mel Laguna (Entre Guarabira e Araçagi).

Até o dia 14 de abril, estão disponíveis as inscrições para a celebração de um casamento coletivo, que deve atender 80 casais. A ação é promovida pela Casa da Justiça e Cidadania do Tribunal de Justiça de Pernambuco (CJC/TJPE), que arcará com o custo de R$ 220 por certidão de casório que será entregue no dia da cerimônia.

Os casais interessados em participar do enlace matrimonial devem procurar a sede do CJC, situada na Rua Cabo Eutrópio, 178, comunidade do Coque, no Recife. No momento da inscrição, é necessário apresentar certidão de nascimento original, cópias do RG e CPF dos noivos, bem como é exigida a presença de testemunhas.

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De acordo com o TJPE, os participantes do casamento coletivo devem ser, de forma obrigatória, moradores do Coque. Para isso, um dos noivos precisa apresentar comprovante de residência.    

 

O casamento coletivo deverá ser realizado em setembro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (81) 3182-0289.

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O desejo de realizar o sonho do casamento foi concretizado de forma coletiva por 177 casais nesta terça-feira (1°). A cerimônia aconteceu na Creche Padre Enzo, em Tamandaré, Litoral Sul de Pernambuco, e contou com bolo, doces, decoração e orquestra. A festa foi acompanhada por mais de 700 pessoas.

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Cláudio José da Silva, de 72 anos, e Maria José da Silva, 40, estão juntos há 16 e aproveitaram a oportunidade para oficializar a união. Eles são pais de quatro adolescentes. “Eu quero que ela tenha direito à casa e a tudo que pode como minha esposa. É também uma maneira de assegurar o bem-estar de nossos filhos”, contou Cláudio

O mesmo sonho foi realizado por Dário Silva, 26, e Stefanie Oliveira, 20, que está grávida de quatro meses. “Desde criança que eu quero me vestir assim [como noiva]. A gente já ia se casar no final do ano, mas aí adiantamos para aproveitar o dia de hoje”, comemorou. 

Os casamentos integraram o programa da Corregedoria da Justiça de Pernambuco “Um Passo a Mais para a Cidadania”. O evento contou com a parceria da Prefeitura da cidade.

Com informações da assessoria

Nesta sexta-feira (19) será realizado no bairro de São José o 2° casamento coletivo dos reeducandos do Patronato Penitenciário. Desta vez, a cerimônia será às 15h no auditório do Edifício 4 de Outubro, no 2° andar. Dezoito casais da Região Metropolitana do Recife em regime aberto e livramento condicional terão a união oficializada pelo 2º Cartório de Ofício Civil, do bairro de Santo Antônio.

O 1º casamento foi realizado em setembro de 2014.  Este ano, o casamento será presidido pelo pastor Barbalho e terá como padrinhos o juiz Clicério Bezerra (1ª Vara da Família da Capital), Juiz Cícero Bittencourt de Magalhães (2ª Vara de Execução Penal) e o Promotor Marcellus Ugiette. 

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O Patronato Penitenciário de Pernambuco é um órgão vinculado à Secretaria de Justiça e Direitos Humanos – através da executiva de Justiça e Promoção dos Direitos do Consumidor – e objetiva promover a reinserção social dos egressos e liberados do sistema prisional do Estado. Atualmente, existem 5.100 reeducandos sob supervisão do Patronato.   

Com informações da assessoria

Representante da bancada evangélica da Câmara de Vereadores do Recife, o parlamentar do PT Luiz Eustáquio criticou na tribuna da Casa José Mariano o casamento coletivo homoafetivo realizado no Forte das Cinco Pontas e organizado pela Prefeitura do Recife no último sábado (23). Segundo o petista, a união homossexual não tem aprovação da maioria da sociedade. 

“O casamento entre pessoas do mesmo sexo não tem a aprovação da maioria da sociedade. Estranho-me que a prefeitura tenha realizado um evento como este, fazendo assim com que a gente entenda a sua linha de afirmação”, criticou. 

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Demonstrando ser contrário ao evento, o vereador relembrou a existência de uma lei que permite a união homoafetiva, porém, ele disse que a lei de Deus é que rege todas as outras. “Nós vamos continuar questionando isso e sendo contra esses tipos de eventos”, cravou.

*Com informações da Câmara do Recife

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O dia 23 de maio de 2015 entra para a história de oito casais que conseguiram oficializar a união. O primeiro casamento coletivo homoafetivo de Pernambuco foi realizado na tarde deste sábado, num dos principais pontos turísticos do Recife: O Forte das Cinco Pontas.

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O ato simbólico é uma conquista da comunidade LGBT, que luta por espaço e pelo fim do preconceito. “Além do reconhecimento civil, que é fundamental para a população LGBT, a gente tira essas relações da clandestinidade e dar a ela o reconhecimento estatal. Esse casamento é um ato simbólico, a consumação de um amor, a realização do sonho de uma vida a dois”, ressaltou Wellington Pastor, da Gerência de Livre Orientação Sexual (GLOS).

Cerca de 200 pessoas acompanharam a cerimônia, dentre elas dona Magdala Passos, mãe de Elton e sogra de Clayson. Em poucas palavras e sem conter a emoção, ela falou sobre o sentimento que a cerca neste dia. “Estou muito feliz com o casamento do meu filho. As pessoas finalmente estão abrindo os olhos e começando a enxergar que um casal homossexual é igual ao hetero, pois o que está em jogo é o amor e o respeito que um sente pelo outro”.

Juntos a mais de quatro anos Clayson Lenon e Elton Passos finalmente vão poder construir uma família. O jovem casal carrega o sonho de adotar pelo menos três crianças e já faz planos para o futuro. “Quando estivermos com uma situação financeira estável, queremos ter três filhos e futuramente netos correndo pela casa. Que eles encontrem uma realidade diferente da nossa, onde impere a igualdade sem preconceitos”, afirmou Clayson, agradecendo a acolhida da família do companheiro. “Eles são tudo para mim. Estou muito feliz com a família que eu ganhei. Espero que um dia possamos viver em união, que os meus familiares entendam que o amor entre dois homens é igual ao de um homem e uma mulher, porque é tudo amor”.  

A luta dos casais homossexuais alcançou uma vitória em 2013, quando o Conselho Nacional de Justiça do STF aprovou a resolução nº 175, a qual determina que todos os cartórios realizem o casamento civil homoafetivo, bem como a conversão da união estável em casamento civil, aos casais que desejarem. “A gente lutou por muito tempo para poder casar e ter os mesmos direitos dos casais heterossexuais. E agora, estar casando numa festa promovida pela própria Prefeitura do Recife é uma emoção sem tamanho”, declara Elton Passos. 

Mas o preconceito ainda cerca alguns desses casais que oficializaram a união durante a cerimônia coletiva. Três dos quatro casais de lésbicas que celebraram o casamento neste sábado, pediram para não serem fotografadas, com receio da reação das pessoas no ambiente de trabalho. Vencendo as barreiras, Sandra Suely e Drielly Lima, não tiveram medo de expor o amor. A união de sete anos, agora pode se equiparar aos relacionamentos ‘tradicionais’ perante a lei. 

“Agora finalmente teremos os mesmos direitos que os demais casais. E a partir de hoje o preconceito terá que ser quebrado, pois agora estamos amparadas pela lei. É uma felicidade sem tamanho e o nosso próximo passo é adotar uma criança e construir uma família com os mesmo direitos que qualquer pessoa pode ter”, concluiu Sandra. 

De acordo com Wellington Pastor, o casamento coletivo homoafetivo deve entrar para o calendário de atividades da capital pernambucana, sendo realizado anualmente. “A ideia é estimular os casais a saírem da clandestinidade e conquistar a proteção do estado, garantindo direitos fundamentais. Já estamos recebendo demanda de várias pessoas querendo oficializar a união. “A próxima edição irá acontecer no ano que vem”.

 

 

 

Com direito a cerimônia religiosa, 110 trabalhadores da construção civil participam de um casamento coletivo neste domingo (10). Os noivos ainda terão direito a festa com bolo, fotografia, lembrancinhas e marcha nupcial.

O evento, que chega a sua 11° edição, será realizado no Sesi do Ibura, às 15h. As mulheres ainda serão contempladas com vestido, maquiagem, sapato e cabeleireiro. Depois de oficializar a união, os casais seguem para a lua de mel no Hotel Portal de Gravatá. 

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O evento, promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de PE (Marreta), pretende regularizar uniões estáveis. Durante as últimas dez edições, cerca de 650 pessoas já foram beneficiadas.

Com informações da assessoria

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A novela Além do horizonte chega ao fim nesta sexta (2) e deixa como resultado uma média geral de audiência baixa para os padrões da TV Globo. A emissora costuma conquistar média de 30 pontos com suas novelas, mas a trama das sete não deve passar de 25. Isso porque o início da história foi um verdadeiro pesadelo, tanto no roteiro quanto na audiência.

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Em seus primeiro meses, a novela atingiu média do Ibope menor que 20 pontos - um ponto equivale a 65 mil domicílios na grande São Paulo. Com esse resultado, os autores Marcos Bernstein e Carlos Gregório tiveram que dar novos rumos aos personagens. Um exemplo disso é a troca de casais: William (Thiago Rodrigues) passou a ficar com Celina (Mariana Rios), e Lili (Juliana Paiva) com Marlon (Rodrigo Simas).

Com as mudanças, a novela, que chegou a ser equiparada ao seriado Lost, ganhou mais força e chegou a conquistar 22 pontos. No entanto, a trama não tem cacife para ser considerada um sucesso no horário. A esperança e todas as apostas para a emissora reconquistar o público fiel estão na novela que estreia na próxima segunda (5), Geração Brasil. A autoria da trama é a mesma de Cheias de Charme, que pode ser considerado um dos maiores sucessos entre as novelas das sete.

Mas já que Além do horizonte ainda exibe o útimo capítulo nesta sexta (2), fica a curiosidade para saber o desfecho dos personagens. A novela repete a fórmula final de tantas outras tramas, com vilões se dando mal, e mocinhos felizes. Desta vez, terá até casamento coletivo. 

Saiba como vai ser o final de alguns personagens:

William (Thiago Rodrigues) e Celina (Mariana Rios) terminam juntos, assim como os pombinhos Rafa (Vinícius Tardio) e Fátima (Yanna Lavigne). Depois de ser sequestrada pelo pai, Lili (Juliana Paiva) terá um final feliz ao lado de Marlon (Rodrigo Simas). O resultado será um casamento coletivo entre os três casais. Quem também termina junto é o casal Heloísa (Flávia Alessandra) e Thomaz (Alexandre Borges).

Os vilões Tereza (Carolina Ferraz) e LC (Antonio Caloni) não terão um final dos melhores. A malvada vai parar na máquina da felicidade e, depois de vagar pelas florestas de Tapiré, será presa. Já LC morre em uma explosão.

JOÃO PESSOA (PB) - O sonho do casamento deverá se tornar realidade para 150 casais no dia 12 de junho, em Campina Grande. O casamento coletivo abriu inscrições nesta quinta-feira (20) e a organização espera receber interessados em todos os gêneros.

Segundo a Secretaria de Cultura (Secult) da Prefeitura Municipal de Campina Grande (PMCG), a novidade para este ano é que também poderão participar casais que mantêm relação homoafetiva. O evento faz parte da programação do Maior São João do Mundo.

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A cerimônia é toda custeada pela PMCG. Os noivos recebem vestidos de noiva, ternos, maquiagem, penteados, álbum de fotografias e bolo, além de todas as taxas do casamento civil em caráter oficial.

Segundo a Secult, é preciso apresentar cópia de RG, CPF, comprovante de residência, uma foto 3x4 (de cada) e registro de nascimento (original) ou casamento com averbação de divórcio. O matrimônio será celebrado pelo juiz de direito Kéops de Vasconcelos Amaral Vieira Pires.

O casamento coletivo acontecerá na Pirâmide do Parque do Povo, no dia 12 de junho, Dia dos Namorados e véspera de Santo Antônio, às 19h. Não foram divulgadas as atrações da data.

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